quarta-feira, 14 de julho de 2010

Inovação

Foto: Divulgação



Por Mayara Paz


Motos para funerárias.

Esse é um dos serviços que a Tombstone Hearse Co. oferece e, diga-se de passagem, é especialista no assunto. A preparação não fica limitada apenas à moto – que por si só é um show à parte com triciclos de motos Harley-Davidson e Road King Classic – mas até o traje do motociclista é temático remetendo ao gosto do freguês.

Donos de funerárias dizem que clientes pagam cerca de US$ 200 a mais para que o carro fúnebre seja puxado por uma Harley. E a paixão pela moto é tão grande que há até quem seja embalsamado junto dela. Foi o que aconteceu com o piloto porto-riquenho David Morales de 22 anos. Paixão pela moto na vida e na morte! e que teve seu corpo preaparado para ficar durante o velório sentado em sua moto, artigo divulgado neste blog.

Para saber mais sobre a empresa que fabrica estas motos com carro fúnebres, acesse aqui http://www.tombstonehearse.com/

O mundo é feito através de construção constante e de hábitos, paixões, desejos, vaidade, orgulho e vontades.

Todos estes possibilitam negócios e principalmente atender demanda das pessoas, mesmo que muitas vezes elas nem saibam que precisam de certas coisas, bens ou serviços, para amenizar a infelicidade ou mesmo uma forma de conquistá-la.

Assim sendo porque não inovar, através de atitudes ousadas que deixarão os concorrentes boquiabertos e se odiando por não ter pensado nisto antes, e seus clientes encantados com as possibilidades de serviços oferecidos; se não tivermos laboratório de Tanatopraxia não poderemos executar este procedimento, se não tivermos urna super luxo jamais poderemos vendê-la, assim ocorre com todos os demais serviços e produtos, ou investimos para tê-los diretamente ou através de parceria, ou não poderemos vender.

Sala Roma, do Funeral Home (Foto: Reprodução)
Velório
Inove ouse esta é a palavra de ordem, olhe o que ocorre na cidade de São Paulo onde um luxuoso velório foi montado em uma mansão; os grandes empresários do Estado podem se perguntar mas como não fizemos isso antes? A resposta é: Não perceberam a possibilidade ou não quiseram sair da zona de conforto, e outros aproveitaram lacuna existente, pois hoje já existe e esta havendo aceitação da comunidade, neste local um velório pode chegar até R$15.000,00 – considerando basicamente a locação do espaço e o serviço, sem incluir cemitério, serviço fúnebre e translado. Talvez seja, o valor de uma locação, maior que o faturamento líquido de mais de 25% das empresas funerárias existentes neste país num mês.

Isso mostra que idéias inovadoras e arrojadas transformam o mercado, isso em São Paulo era uma necessidade, tendo em vista o serviço da autarquia ser de baixa qualidade em todos os sentido, inclusive em relação de alguns materiais oferecidos, sem haver o interesse possível apenas pelo “olho do dono” sem que haja concorrência que obriga a evolução; pois não havendo a possibilidade de concorrer com o serviço funebre, a concorrência se estabeleceu através do velório.

Saúde e Paz

Paulo Coelho

Velório do clarinetista Paulo Moura


Do G1, em São Paulo -13/07/2010 10h31 - Atualizado em 13/07/2010 13h55
Data do enterro do músico morto segunda-feira (12) ainda não foi definida.

Paulo Moura sofria de câncer e estava internado desde o último dia 4.

O velório do clarinetista Paulo Moura, morto aos 77 anos, foi adiado para a próxima quarta-feira (14). O corpo do músico será velado a partir das 11h no Teatro Carlos Gomes, no Centro do Rio, informou a assessoria de imprensa da Secretaria municipal de Cultura, responsável pelo teatro.

Não foi divulgado o local do enterro do corpo do músico, mas, segundo a assessoria da Clínica São Vicente, onde Moura estava internado, a família gostaria de fazer uma cerimônia íntima, logo após o velório. Inicialmente, o velório aconteceria nesta terça-feira e foi postergado para que, de acordo com a Secretaria, se possa ter mais tempo para se homenagear o músico.

Moura morreu de câncer, no fim da noite desta segunda-feira (12), na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele estava internado desde o dia 4 de julho.

Biografia
Paulista de São José do Rio Preto, Paulo Moura nasceu no dia 15 de julho de 1932, numa família de instrumentistas. Aos 9 anos, ele pediu para estudar música e começou a tocar clarineta. Aos 14, ele entrou para o conjunto do pai.

Paulo Moura gravou o primeiro dos 40 discos em 1956. Ele chegou a integrar a orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Moura tocou com grandes nomes da MPB, como Elis Regina e Milton Nascimento.

Um dos saxofonistas e clarinetistas mais requisitados no Brasil e no exterior, Paulo Moura foi reconhecido no ano 2000 com o Grammy - o maior prêmio da música mundial, com seu trabalho "Pixinguinha: Paulo Moura e os Batutas”. Em 2009, ele se apresentou na Tunísia e no Equador e lançou o CD AfroBossaNova.

A organização de um velório deveria sempre seguir as lições demonstradas nos cerimoniais de celebridades, respeitando os limites podemos citar Michael Jackson e o não menos talentoso Paulo Moura, onde entre a data do falecimento e o inicio da homenagem houve tempo para os preparativos de forma adequada.

Normalmente por exigência da família o corpo deve estar em velório antes de seis horas após os óbitos, ocasionando serviço muitas vezes com baixa qualidade, oferecendo riscos a salubridade pública. Lembro que no passado recente este tempo era muito menor quase que imediatamente entre o óbito e o transporte a capela velatória.

O custo de serviço emergencial sempre será maior que um trabalho planejado, isso significa que ao projetar o velório é possível vender produtos e serviço como Tanatopraxia, Cortejo Fúnebre, Serviço de Buffet, Musica Presencial, atendimento de Psicologia entre outros como Cerimonial de despedida, tudo com custo menor que os atuais onde não podemos planejar a quantidade de execução do serviço, podemos num dia atender quatro famílias e na próxima semana ter ociosidade total, significando dividir a atenção em vários atendimentos caindo a qualidade ofertada.

Imagine ocupar a capela por 60% do tempo, ao invés de os atuais 15%, significa maior faturamento, com mais visitas a sua empresa, isso é possível, basta mudar os hábitos hoje existentes.

Estas mudanças são simples quebras de paradigmas, tendo no Diretor Funerário peça fundamental para tais mudanças.

Vamos trabalhar, o que serve para celebridades serve para pessoas normais.

Saúde e Paz



Paulo Coelho

Brasil é o 3º pior em ranking de 'qualidade de morte'

14 de julho de 2010 12h 27
AE - Agência Estado

O Brasil ficou em 38º lugar em um ranking de 40 países que mede a "qualidade de morte". A lista, elaborada pela Economist Intelligence Unit (EIU), leva em conta itens como o sistema de saúde, os custos, barreiras culturais e o acesso a analgésicos, por exemplo. A lista foi divulgada hoje no site da companhia, integrante do Economist Group, que edita a revista The Economist.

O país mais bem colocado no quesito "qualidade de morte" foi o Reino Unido. O país obteve uma nota 7,9, a mesma da Austrália. Em terceiro lugar ficou a Nova Zelândia, com 7,7. Os Estados Unidos aparecem em nono lugar, com 6,2. Já o Brasil ficou com 2,2, à frente apenas de Uganda (2,1) e Índia (1,9). A China, com 2,3, e o México, com 2,7, estão logo à frente do País.

A Economist Intelligence Unit ressalta que, mesmo em alguns países nos quais o sistema de saúde é muito bom, há uma qualidade de morte ruim, por não haver, por exemplo, cuidados paliativos suficientes para os doentes.

No Reino Unido, entre os destaques estão o sistema de atendimento à saúde mental e o envolvimento institucionalizado dos profissionais com os cuidados no fim da vida. A EIU aponta que o sistema de saúde britânico não é um dos primeiros do mundo, mas o país ganhou pontos em quesitos como atenção pública à questão da qualidade da morte, disponibilidade de treinamento para esses cuidados, acesso a analgésicos e a transparência na relação entre médico e paciente.

Entre os países ricos que não se saíram bem no ranking estão a Dinamarca (22º), a Itália (24º) e a Coreia do Sul (32º). Nessas nações, a qualidade e a disponibilidade dos cuidados no fim da vida são muitas vezes insatisfatórios e falta coordenação política, segundo o estudo. A EIU ressalta ainda o fato de os membros do grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), dos emergentes, estarem entre os últimos. O melhor colocado do grupo é a Rússia, em 35º lugar, com nota 2,8. A Lien Foundation, de Cingapura, também participou do trabalho.

A pesquisa poderia avaliar também as questões relacionadas aos serviço póstumos.

Acesso a serviço de qualidade junto a funerárias, incluído preparação de corpos, cerimonial de despedida, transporte do corpo, sepultamento tradicional e alternativo, levando em consideração custo e qualidade dó que existe no mundo.

Este tipo de estudo poderia ser utilizado para aprimorara processos e projetar melhorias.

Um dia quem sabe, através de nossa representação eficaz, poderemos estar inseridos em campanhas e pesquisas.

Saúde e Paz

Paulo Coelho

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Funerária condenada por não preparar corpo de forma correta para velório

Ap. Cív. n. 2010.033663-8


Fonte: http://veredictum.adv.br/blog/2010/07/04/funeraria-condenada-por-nao-preparar-corpo-de-forma-correta-para-velorio /TJSC


A 3ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça manteve sentença da Comarca de Urussanga, que condenou a Funerária Santa Albertina Ltda. ao pagamento de indenização por danos morais e materiais, no valor de R$ 10,5 mil, em favor de Hercílio Roque Goulart e Salete Batista Goulart.


Em setembro de 2006, o casal firmou contrato com a funerária para o enterro do filho, morto em acidente de carro. Afirmou que quando o caixão foi aberto no funeral, o cadáver estava vestido com um terno de número maior que o seu, e o rosto estava coberto de sangue, o que causou espanto às pessoas que acompanhavam a cerimônia.


Por fim, tiveram que contratar outra empresa para realizar o serviço de forma adequada. Já a Funerária Santa Albertina alegou que o corpo foi tamponado e preparado pelo IML, e que nem sequer foi levado à sede da empresa. Asseverou, também, que o escorrimento de sangue ocorreu devido a algum acidente durante o translado até o local, pois a funerária é distante de Cocal do Sul, onde ocorreu o velório.


“Verifica-se que por certo houve negligência por parte da ré, por não verificar todos os procedimentos realizados pelo IML, bem como a constatação de que todas as providências tomadas foram suficientes. Além disso, tendo ciência de que no translado do corpo até outra cidade algum acidente poderia ocorrer, o cuidado, por certo, deveria ser redobrado”, anotou o relator da matéria, desembargador Marcus Túlio Sartorato. A votação foi unânime.

A falta de profissionalismo é o resultado do prejuízo a muitas empresas no Brasil, alem de expor o nome do segmento como ineficaz, incompetente de despreparado. A forma da defesa foi a mais equivocada possível na tentativa de justificar-se alegou que o IML que não realizou o trabalho, que a distância era grande entre a cidade e o velório, e se fosse transladado para outro Estado, País ou Continente, o que chegaria lá...

A quem cabe a responsabilidade de preparar o corpo se não a empresa funerária?

Qual o motivo (motivação = motivo para ação) por parte do órgão de pericia para realizar a preparação deste corpo, quanto a funerária pagou ou foi exigido que pagasse para este serviço, ou foi puro autruismo do servidor?
O valor recolhido foi aos cofres públicos ou ao bolso privado do funcionário público?

A justiça frente ao depoimento de defesa da empresa, não deveria abrir processo próprio motivado pelo Ministério Público para averiguar tais fatos, onde o indício que funcionários públicos estão realizando tarefas estranhas a sua competência dentro das dependências do órgão e com a clara possibilidade de estarem cobrando valores das empresas funerárias ou famílias por este trabalho!!!

Quanto as empresas mais uma vez mostra-se necessário melhor aparelhamento das unidades, com sala de preparação adequada, treinamento para o corpo técnico, ou seja investimentos e mudanças de valores.

Nosso único bem, como segmento, esta na preparação dos corpos, pois, vender urnas funerárias pode ser feito inclusive por lojas de departamentos e moveis, respeitada a legislação municipal, mas como muitas cidades não possuem isso poderia acontecer, o transporte poderia ser feito pela prefeitura de forma gratuita, mas a preparação do corpo este cabe a empresa funerária, o IML, Hospital não podem fazê-lo, levando em consideração as suas finalidades, onde umtem objetivo pericial, outro de cuidados com pessoas enfermas.

Mas até quando permitiremos que estranhos atuem no segmento, as seguradoras já fazem parte de nossa realidade, compram serviço e pagam quanto querem, obtendo lucro altíssimo sem nada dividir, o que vamos entregar mais?

A terceirização do serviço é fato que pode auxiliar no progresso do setor, mas de forma organizada, unir meia dúzia de empresa e criar uma central de preparação e transporte é uma possibilidade, levando em consideração pontos fundamentais ao segmento, quem prepara, onde é feito, as técnicas utilizadas, o trabalho apenas para empresas legalizadas, isso tudo é viável e até mesmo saudável, mas não entregar este trabalho para IML ou DML, estas pessoas devem se ater a fazer necropsia. Inclusive por sabermos que há muita corrupção dentro destes órgãos e não temos que estar envolvido com este tipo de gente, mesmo que sejam minoria os corruptos.

Funerária deve lutar para aperfeiçoar-se cada dia, investindo em tecnologia para possibilitar que as famílias enlutadas cada vez mais sintam-se seguras em contratar nossos serviços.

Saúde e Paz
 
Paulo Coelho

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Competir

O esporte é a forma de lutar sem agredir o adversário, mesmo quando se trata de esportes como boxe, e as artes marciais, onde objetivo é mostrar maior técnica e tática, frente ao adversário.

Hoje no jogo Brasil X Holanda, ficou claro que mesmo sendo esporte de ação, a estratégia como num jogo de xadrez onde cada peça tem função definida e os movimentos pré-determinados, é possível mudar a história que parecia já escrita.

Acreditava como boa parte dos brasileiros, que até os vinte minutos do segundo tempo tudo estava bem e encaminhado, mas ai a superação vinda num detalhe mudou TUDO.

Mostrou que a máxima que diz que em time que esta ganhando não se mexe é fato ultrapassado, pois para continuar na liderança se faz necessário evoluir e isso significa mudar, mexer.

A Holanda teve capacidade de reação no segundo tempo, mostrou-se muito centrada, com ataques pontuais na estratégia minando o animo dos jogadores do Brasil através de faltas e provocações, aliando a isso um comprometimento aguardando as falhas para obter os gols necessários, iniciando no empate e logo a seguir com o gol da virada, sem qualquer esboço de reação.

Estava sacramentada a sorte do Brasil, com um jogador a menos e ainda sem ter força para buscar o empate.

Já no final da tarde foi possível ver que acreditar na magia do futebol e em toda a emoção vale a pena, Gana X Uruguai, com direito a empate no tempo normal, prorrogação com emoção até o final do segundo tempo com direito a pênalti e expulsão no minuto final, cobrança de pênalti para fora e posterior cobranças de pênalti. O resultado de 4x2 para o Uruguai, se fosse cena de filme não poderia ser tão dramático quanto foi este.

O que nos mostra que acreditar vale, que a persistência é a saída, o planejamento é fundamental, mas que o espírito de luta deve fazer parte da vida de todos que buscam a vitória em todos os campos da vida, profissional, familiar e social.

Planejar e perseverar, trabalhar duro com o objetivo de buscar o resultado, mesmo que o resultado não saia como esperado, isso não invalida a fórmula esta funciona, apenas lembre que as histórias de sucesso da noite pro dia demora em média 15 anos.

A analogia do esporte com a vida empresarial nos traz muitas lições, onde o jogar limpo deve estar sempre acima de tudo.

Quanto as minhas torcidas são Uruguai, Paraguai e Argentina, sou brasileiro e americano do sul. Parabéns ao Uruguai pela vitória da alma castelhana!!!

Saúde e Paz



Paulo Coelho

O valioso tempo dos maduros

Autor: MÁRIO DE ANDRADE

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas..
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.

'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!

Esta bela crônica, traduz a visão de um dos maiores autores literarios de nosso país, mesmo não tendo o tempo de vida do autor quando da criação desta, entendo que se adecue ao meu estado de espírito atual, aproveitando a passagem da data minha natalina onde agradeço aos amigos, colegas e parceiros as mais de 850 mensagens recebidas pela data, divido esta linda mensagem que entendo servir para elevarmos nosso espírito na busca da construção do edificío social, mais fraterno e humano, onde questões menores sejam utilizadas apenas como aterro, entulho.
Saúde e Paz
Paulo Coelho

sábado, 26 de junho de 2010

Frases e pensamentos

Por vezes devemos parar e refletir, alguns vão longe e criam estas perolas, que apesar de engraçadas nos remetem a reflexões.

Para comemorar a classificação do Brasil, da Argentina, do Chile e do Uruguai, países que sei que o blog tem boa penetração, ai vai alguns recados ou dicas, não no intuito de fazer você mudar a sua vida, apenas para observar como algumas coisas independente do local onde se mora eh muito semelhante a do nosso distante amigo.
Que possamos recarregar nossas energias para a próxima semana.

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa.
(A venda de imagem muitas vezes se desfazem nestes pequenos detalhes, observe).

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
(Está cheio de gente querendo te converter!).


3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
(Na maioria das vezes quem está te olhando também não sabe! Ta valendo! Dance!!!).

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
(Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida. Tem gente que insiste em fazer hora-extra!).

5. Não confunda sua carreira com sua vida.
(Aprenda a fazer escolhas! Sua carreira pode ser reconstruída, já sua vida...).

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
(Quem escreveu deve ter conhecimento de causa! Já atendi alguns... nem sei se eles perceberam...).

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reuniões'.
(Onde ninguém se entende... pouco se decide...)

8. Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'.
(Ouvir música é hobby... No volume máximo às sete da manhã pode ser doença mental!).

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
(Não precisa fazer esforço ou ser outro. Que bom!)

10. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
(Em qual você embarcaria... escolhas?!).

11. 'Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra.' William Shakespeare
(Mestre – sem comentários)

Parabéns aos autores desconhecidos e conhecidos que não possuo os nomes.
Saúde e Paz


Paulo Coelho

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A responsabilidade no serviço fúnebre

Já tratamos algumas vezes sobre tema semelhante, mas acredito que esta noticia de condenação de hospital por troca de cadáver demonstra quão serio pode tornar-se um equivoco e a complexidade deste trabalho.

Os alertas servem para que as empresas percebam que o risco existentes no trabalho fúnebre devem ser minimizados a partir de estabelecer processos e rotinas de trabalho que visem minimizar as possibilidades destes percalços.

Iniciemos pela noticia divulgada pelo G1.com nesta data: Justiça determina pagamento de indenização a familiares de falecido que foi trocado quando da entrega a empresa funerária.

Fato ocorrido na cidade de Porto Alegre, no ano de 2005, no hospital Moinhos de Vento, um dos mais renomados e eficientes hospitais da Capital Gaucha que é referencia em qualidade, tecnologia e por seu corpo técnico.

A decisão foi tomada em segunda instância pela 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), e divulgada nesta semana. Cabe recurso.

De acordo com o TJRS, os três autores da ação afirmaram que a paciente morreu em decorrência de problemas cardiovasculares. A troca de corpos só foi percebida após a chegada do cadáver ao crematório.

Em primeira instância, o hospital foi condenado a pagar R$ 2,5 mil para cada um dos três autores, por danos morais. Os autores, no entanto, recorreram da decisão exigindo aumento do valor fixado na sentença.

Ainda segundo o TJ, em segunda instância, a Justiça considerou ter havido descaso e negligência por parte do hospital e determinou indenização de R$ 15 mil para cada autor.
Fato como este pode ocorrer não apenas no hospital, mas também nas empresas funerárias, no caso da noticia, ficou claro a responsabilidade por parte da instituição de saúde, mas poderia haver comprometimento solidário por parte da funerária, inclusive por esta ultima normalmente ser o lado mais frágil.

A forma mais eficaz de iniciar este processo é através de identificação por parte de um familiar no momento da busca ou ainda melhor se ao tratar o serviço o agente se dirigia até a capela morgue e juntamente com o familiar coloque pulseira identificadora, para liberar a família de ter que retornar e facilitar para a equipe de remoção quando da busca.

Imaginem que ocorresse a cremação deste corpo, tendo em vista que este era o planejado, ocorre que muitas vezes após o óbito as pessoas por motivos diversos ficam um pouco diferente, muitos familiares mais próximos nem querem ver seu ente, a emoção e a dor da perda confundem por vezes e ainda outros que vão a cerimônia de despedida nem tinham contato com o falecido a tempo, desta forma poderia passar desapercebido tal fato de reconhecimento, causando duplo problema, cremação sem autorização devida, manipulação de cadáver sem autorização, não cumprimento de contrato de prestação de serviço pois o falecido a ser manipulado poderia estar no hospital ou sendo removido por outra empresa funerária.

Todas estas hipóteses poderiam sim ocorrer e deixar a empresa, o hospital, o cemitério ou crematório em dificuldades.

Por estes motivos que se faz necessário treinamento constante das equipes, investir em treinamento é melhorar processos e esta é a função do gestor, buscar otimizar recursos e alavancar negócios onde os riscos se tornem cada vez menor.

Da mesma forma que este risco existe, também alerto sobre o que todos os dias têm ao transportar, principalmente em viagens, famílias quando realizamos translados, é como se estivéssemos assumindo um passivo que pode determinar o fechamento de uma funerária.

Imagine se trocar um cadáver pode gerar 45 mil de indenização, o quando poderia custar responsabilização civil e criminal por acidente de transito.

Recentemente houve acidente onde a empresa levava alem do corpo, mais três familiares em seu veiculo e que ao ocorrer acidente estes familiares morreram.

A grande parte dos veículos fúnebres está em nome de pessoa física, sem adaptação correta, sem seguro, alguns com motorista pouco experiente, com sobre hora de trabalho, alguns saindo para viajar após plantão de 12 horas entre outros problemas.

Deixo aqui um alerta aos colegas para evitar estes riscos, sei das dificuldades existentes no mercado e que muitas vezes a busca pela prestação do serviço e oferecer diferencial as famílias para garantir a fidelização leva a prestar serviço que não nos cabe como transporte de passageiros, assim devemos pesar bem para ver a melhor forma de trabalhar.

Treinamento e melhoria de processos esta é a lição que tiramos desta situação da troca de corpos.

Saúde e Paz



Paulo Coelho

sábado, 5 de junho de 2010

Tanatopraxia, Consultoria Funeraria, Produtos para Tanatopraxia, Treinamento em vendas e Tanatopraxia

Acessoramento a empresas comerciais em geral, prefeituras nas areas organizacional, funebre e cemiterial.

referente a: Internet Explorer cannot display the webpage (ver no Google Sidewiki)

A função da morte



Qual seria a função da morte dentro de um sistema finito e com prazo de validade?

Sem a pretensão de adentrar por seara psicológica apenas convidar a rápida reflexão sobre o tema me arriscaria a dizer que pode ser a proteção da espécie.

Nascemos a partir de uma seleção, onde concorremos com milhares de espermatozóides, numa corrida alucinante onde em via de regra apenas um é o vencedor, correndo ainda o risco de não vingar.

Somo inseridos num mundo cada vez mais competitivo e cheios de relacionamentos, onde temos que ser o melhor, ou somos rotulados desde a escola como perdedores, galgamos degraus durante a adolescência e a juventude para sermos aceitos, já na maturidade buscamos escalar os degraus sociais para imprimirmos nossa marca, constituindo família e repassando nossos valores aprimorados do que recebemos de nossos pais.

Neste ponto após o ápice que pode chegar ate os setenta anos de idade, iniciamos o ponto de declínio natural, claro que pode ocorrer em diferente idade, mas no geral ocorre desta forma, aonde o ser humano se entrega ao ócio, afasta-se de atividades físicas e intelectuais, iniciando um recolhimento, para que aqueles que nos viam como lideres vigorosos, exemplo permaneçam com esta imagem e não percebam a natural decadência física.

A vaidade é fator relevante porque desde sedo buscamos ser o melhor, o mais inteligente, o mais belo, para conquistar a mais bela fêmea/macho, para que espécie se aperfeiçoasse, a fim de dizermos que geramos o melhor exemplar humano possível, isso tudo em nome da preservação da espécie e aprimoramento da mesma.

Como obra prima, o ser humano não poderia aceitar que toda esta inteligência, forca e magnitude se terminassem ruindo em estado de debilidade física e mental.

Talvez esta seja uma das explicações de mantermos nossos idosos em locais especiais, alguns com excelência, outros nem tanto muitos sem qualquer qualidade, mas independente do local, o objetivo é manter distante a imagem da decadência, mesmo que haja carinho e respeito.

Mas é doloroso aos demais aos humanos perceberem a finitude, certamente por esta razão as doutrinas religiosas nos trazem a mensagem de imortalidade, para que possamos ser tementes e controlados durante nossa passagem por este mundo, assim como para podermos galgar lugar entre os eleitos no outro mundo.

O que deixamos, são os exemplos das atitudes que praticamos os amigos que cultivamos e os ideais que defendemos, assim acredito que a função social da morte é manter a raça humana sempre como imortal, por estar em evidencia o que há de melhor, o melhor corredor, jogador, empresário, líder, permitindo que o esquecimento amenize a dor da perda, seja ela por óbito real ou de convívio.

A imortalidade nos é concedida ao sairmos do cenário e continuarmos sendo lembrados, comentados e seguidos, mesmo que por um pequeno grupo de pessoas, isso vale para a vida e para a morte.

Saúde e Paz

Paulo Coelho

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O corpo

A mais fabulosa maquina criada por um ser supremo que podemos denominar de varias formas: Deus, Jeová, IOD, Grande Arquiteto do Universo, entre muitas outras maneiras, ou simplesmente o criador, o corpo humano, uma forma um conjunto de partes que trabalham na mais perfeita harmonia, com sincronismo que o homem não consegue repetir.

Pois esta é a matéria prima que o Tanatopraxista utiliza para desenvolver seu trabalho, um verdadeiro templo sagrado, que abriga a essência do Homem, que serve como veiculo ou receptáculo para que através do tempo marque sua estada nesta terra.

O convívio pode ser de segundos ou de século, não importa o tempo, o que de fato é importante é a intensidade desta vida vivida, se por pouco tempo marca pela expectativa de ser esperado, ou a alegria proporcionada neste curto período, se por muitos anos juntos de seus familiares a marca deixada é pelos exemplos, ensinamentos, forma de agir e ideais.

Mas esta maquina absolutamente fascinante, tem vida útil, conforme a utilizamos pode ser com maior ou menor tempo, podendo também ser interrompida por fatores externos como acidentes, violentos ou fortuitos, o certo é que não sabemos quando este tempo chegará.

Imagine uma pessoa de oitenta anos de idade, quantos amigos cultivou durante este tempo, quantos familiares, como podemos entregar esta pessoa para a sua comunidade sem a devida preparação do corpo, devolvendo o ar sereno, coloração natural, amenizando as marcas do tempo e aquelas causadas pela doença ou a fatalidade acidental, este trabalho é mais que aplicação de uma técnica é um sacerdócio, uma forma de glorificar o grande criador, devolvendo a natureza seja da forma que for, sepultado, cremado, de forma adequada.

A responsabilidade pela execução através de utilização de protocolos adequados é a forma de respeitar a família, a sociedade e também a memória do falecido, empresas que não pensam nos aspectos técnicos do procedimento colocam em risco todo o trabalho desenvolvido desde a criação da Tanatopraxia nos Estados Unidos no século XVIII.

Na mostra corpo humano quem pode acompanhar como tive o privilegio, foi possível perceber como é possível evoluir através da Tanatopraxia, mesmo que a técnica utilizada seja outra e com fim distinto, mas a forma de manipulação daqueles corpos mostra a gama de conhecimento de mestres que desenvolvem um trabalho magnífico.

A forma dos corpos apresentados permitem que pessoas mais sensíveis e atentas percebam a riqueza de detalhes e possibilidades a serem desenvolvidas, que vai muito alem de injetar fluido em quantidade, vazão e pressão, rendo homenagens aos mestres que tiveram coragem de criar estas obras de arte a partir de corpos, e também aos nobres colegas que desempenham a árdua tarefa de fazer da Tanatopraxia uma forma de homenagear a memória destas pessoas que deixaram este mundo, permitindo que seus familiares e amigos possam despedir-se de forma segura. Sabemos que ainda no Brasil e América do Sul trabalhamos ainda com o fator tempo, diferente do que ocorre no hemisfério norte, por exemplo, enquanto temos cerca de quatro horas para todo o procedimento nos países mais evoluído é possível entregar o corpo para velório em até vinte e quatro horas.
Aproveite a data de “Corpus Cristi” para tecer estes comentários sobre o corpo tendo em vista que ao sermos imagem e semelhança de Jesus Cristo, nada mais justo que pudéssemos refletir quão importante é este trabalho realizado diuturnamente, e que muitas vezes é esquecido por ser lá no laboratório, local normalmente no final da empresa, no subsolo, mas que é a essência deste digno e fundamental serviço que é fúnebre.

Saúde e Paz

Paulo Coelho

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A importância da higienização

O objetivo da Tanatopraxia são basicamente três, aparência, conservação da material e o principal a higienização do corpo.
A primeira função elencada é com base na necessidade da família em despedir-se de seus entes, ou seja, a aparência do falecido influencia inclusive na forma de elaborar o luto, diminuindo as possibilidades de traumas e futuras patologias.
Já na questão de conservação a aparência é fundamental para que os visitantes do velório, não sejam expostos a situações constrangedoras como mau cheiro, inchaço e extravasamento de fluidos corpóreos e gases, que afetam tanto a questão psicológica assim como a salubridade.
Mas a terceira questão pode ser a mais importante, se levarmos em conta o bem mais valioso do ser humano, a saúde, ainda mais se considerarmos que alem dos familiares e amigos que irão ao velório, também a exposição dos colaboradores a patologias originadas da manipulação destes corpos.
Desta forma torna-se essencial para empresas funerárias que percebem a necessidade de utilizar protocolos reconhecidos para a efetiva profilaxia do corpo.
O inicio do processo se da quando da busca do corpo, onde o local para transporte deve ser em urna de fibra, devendo ser borrifado liquido germicida sob o corpo e deixando repousar por cerca de 20 minutos, tempo normal de translado entre hospital e empresa;
Ao chegar à sede da empresa retira-se o corpo da urna colocando-o sob a mesa de Tanatopraxia, levando-se a urna para limpeza com produtos adequados, iniciando a lavagem do corpo com sabem apropriado, bactericida e germicida, inclusive cabelo, olhos, boca e axilas e genitálias.
Os líquidos para tal trabalho devem ser eficazes, capazes de combater micro-organismos e como bactérias.
Isso significa que, a utilização de sabão liquido (lava loucas) para higienizar cadáveres é incompetente, ou ineficaz, por não ter poder germicida e bactericida adequado para o tipo de patogenos existentes.
Os agentes funerários podem trabalhar de forma, mais eficaz com material adequado, inclusive minimizando riscos de contágios que é muito menor se utilizados os EPIs adequados, evitando inclusive os riscos de passivos trabalhistas.
O procedimento de Tanatopraxia deve garantir a profilaxia interna e externa do corpo, assim sendo, a utilização de materiais e produtos adequados, é básico para o bom desempenho e eficácia do procedimento realizado.

A linha de produtos do Laboratório São Carlos de Somatoconservação, atende estas necessidades possibilitando que empresa com e sem Laboratório de Tanatopraxia possam ofertar a sua comunidade serviços adequados.

Saúde e Paz

Paulo Coelho