terça-feira, 24 de março de 2020

Coronavírus e o velório

No Brasil, as normas que tratam do tema, são a RDC 033/2011, que no seu art. 10º diz:
Art. 10 Fica vedada, em todo o território nacional, a prestação de serviço de conservação e translado de restos mortais humanos, em que o óbito tenha tido como causa a encefalite espongiforme, febre hemorrágica ou outra nova doença infectocontagiosa que, porventura, venha a surgir a critério da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde (MS).
Link da RDC 033/2011 na íntegra:
E A nota técnica entre as páginas 24 à 27, trata sobre ocorrências em caso de óbito em decorrência de SARS-CoV-2, também conhecidos como COVID-19 ou popularmente como Coronavírus, onde trás recomendações sobre procedimentos;
Segue link do texto na íntegra:
Feitos estes breves esclarecimentos quantos as normas e entendo que como tal, devem ser seguidas, mas farei breves considerações sobre a preparações de corpos e velórios no Brasil;
Como Advogado, sou conhecedor de leis e como tal, tenho obrigação de cumpri-las, como Administrador, tenho plena ciência das responsabilidades da administração pública e dos entes privados, ainda mais num momentos tão delicado que estamos passando, mas como ativista do meio funerário, como Tanatopraxista, Professor de Tanatopraxia e atual Presidente da Associação Brasileira de Tanatopraxistas e Tanatologia, não posso me furtar a dar meu parecer técnico sobre essas situações envolvendo preparações de corpos e velórios;
Todo corpo deve ser tratado como potencial transmissor de doenças infectocontagiosas pelos Tanatopraxistas!

O ambiente hospitalar, casas geriátricas, IML/DML, todos são focos de agentes patológicos de contaminação, desta forma o corpo é sempre um receptáculo de micro-organismos que devemos estar preparados para combater;
As informações que devem ser usados os Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s, significa chover no molhado, vale lembrar, mas já faz parte do dia a dia do Tanatopraxista consciente e zeloso de seu trabalho e de sua saúde;
O objetivo de restringir pessoas no velório e reduzir o tempo da homenagem, serve para combater o vírus, entre os presentes, assim como fechar bares, danceterias, não é devido ao falecido, mas para essa medida, não se faz necessário diminuir o tempo de velório, há de se diminuir a permanecia de topo no local, através de divulgação de informações úteis aos familiares e conhecidos;
Quanto ao caso de óbito por CORONAVÍRUS, a Tanatopraxia é a única técnica capaz de evitar a proliferação do vírus para o meio ambiente, para o solo e ar, por utilizar produtos químicos cases de eliminar o vírus, desde que realizada com seguindo os protocolos internacionais reconhecidos e difundidos no Brasil pela Associação Brasileira de Tanatopraxistas e Tanatologia;
Para que o procedimento alcance seu objetivo, os produtos químicos devem ser comprovadamente eficazes, não sendo recomendado o uso de produtos não industrializados;
Sem entrarmos nos detalhes demasiadamente técnicos da Tanatopraxia, mas possibilitando que o leigo e o profissional entendam o que estou falando, observe que o processo consiste nos seguintes passos:
Os técnicos devidamente paramentados, com todos EPIs, devem:
11- Realizar a profilaxia externa do corpo, utilizando bactericida de contato, borrifando desde o momento da busca, permitindo que o produto aja durante o transporte;
22- Transportar o corpo em urna de transporte, hermeticamente fechada, (preferencialmente em invólucro apropriado) do local da retirada até o laboratório de tanatopraxia;
33- Ao colocar na mesa de Tanatopraxia, cuidar ao retirar do involucro, em razão dos gases que podem ser exalados dos pulmões;
44- Retirar todos os acessos e demais itens do corpo, descartando como norma própria;
55- Concluir a profilaxia externa do corpo com xampu bactericida, germicida capaz de combater o vírus;
66- Realizar acesso e injetar solução apropriada ao caso na proporção que siga a norma, até esgotar o fluido corpóreo;
77- Realizar o procedimento de Aspiração torácica-abdominal-pélvica, esgotando-as completamente, na sequência injetando líquido apropriado, aguardando entre 20 e 30 minutos, repetindo a aspiração e no final tornando a inserir o líquido, mantendo-o;
88- Realizar as suturas necessárias, e voltando a realizar a profilaxia com os produtos adequados para combater os agentes biológicos;
99- Vestir e tamponar como de costume e demais procedimentos;
110- Com a urna funerária e o veículo já higienizado, proceder o transporte até o local do velório;
Com o cumprimento essas observações básicas, não há possibilidade de o vírus se proliferar, uma vez que ele não está mais no corpo, e não há possibilidade de expelir gases;

Com o devido respeito a quem pensa diferente, os Agentes Funerários Tanatopraxistas, estão todos os dias realizando preparações de doenças infectocontagiosas, estes profissionais devem sabem usar EPIs, devem estar com as vacinas em dia, conhecem as normas de segurança;

Dizer que não é possível velar, que não é possível preparar corpos, é compreensível, quando vindo de pessoas leigas, e somente estas dizem isso, pois, todos aqueles que tem conhecimento de causa, que cumprem as normas sanitárias, de uso de EPIs, os Protocolos da Tanatopraxia, esse sabem que é através da Tanatopraxia a quantia de que o corpo não oferecerá risco nem ao meio ambiente, nem aos presentes no velório;

O CORONAVÍRUS se aloja no Pulmão, assim como o H1N1, a Tuberculose, e nunca houve nenhuma comprovação ou mesmo suspeita de contaminação por conta de cadáver no Brasil;

Como diz um líder do segmento funerário nacional, "nós somos a última fronteira, e trabalhamos com amor e responsabilidade!

Se alguém do meio funerário falar algo diferente sobre risco de contaminação, após realizar a Tanatopraxia de forma adequada, seguindo os Protocolos reconhecidos, desconfie, ou tenha certeza, que essa pessoa não conhece nada da Técnica Científica que existe no Brasil, que se chama TANATOPRAXIA;

Paulo Coelho
Presidente Associação Brasileira de Tanatopraxistas e Tanatologia
OAB/RS103833
CRA/RS00930

Humanos travam luta contra Invasor - CORONAVÍRUS


Nos contos de ficção cientifica, normalmente éramos invadidos por serem extraterrestres, mas isso serviu apenas para dar emoção a nossas vidas;
O homem sozinho já criara problemas entre seus semelhantes, na guerra em busca do poder, de territórios, dinheiro, ouro, petróleo e muitos outros;
Os conquistadores, após derrotar os adversários, dominavam as cidades, tornavam as populações escravas;
As tribos aprisionavam seus adversários e os vendiam como escravos, na busca de eliminar a concorrência e enfraquecer suas resistências,

mando-os para terras distantes;
A guerra civil americana, que lutavam por posições distintas, industrial de um lado e do outro a excessiva tarifação, ainda com a pauta do fim da escravidão;
Guerras e revoluções semelhantes pelo Brasil, como a Revolução Farroupilha, entre outras;
O mundo mais recentemente teve duas grandes guerras mundiais, onde blocos se formaram, mesmo com pensamentos e ideologias diferentes, para combater um único inimigo;
Após a segunda guerra, a união se desfez e o mundo se dividiu em Capitalismo e Comunismo, o primeiro liderado pelos Estados Unidos da América do Norte, e o outro pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas;
O limite entre esses dois mundos foi a ALEMANHA, a protagonista da II Guerra Mundial, que teve sua divisão em Oriental/União Soviética e Ocidental/Estados Unidos, o desenvolvimento de cada um dos lados, todos sabem;
Ao final da guerra fria, entre os dois maiores vencedores da II Guerra, URSS x EUA, vieram outras lutas, por petróleo no Irã e Iraque e quase toda região do golfo sofrendo pelas ganâncias;
Tivemos o 11 de setembro, quando extremistas decidem mostrar ao grande império do mundo, que eles não estavam tão soberanos e intocáveis como imaginavam;
Importante lembrar que após a Guerra Civil Americana, não houve conflitos deste tipo naquele país, os EUA, sempre fizeram guerra fora de seu território;
Enquanto isso as grandes produções cinematográficas, nos traziam desde os anos 1950, invasões alienígenas, onde buscavam dominar a terra, dizimar nosso povo, e nos últimos cinco minutos, os terráqueos venciam por sua união;
Questões ambientais recentes como as queimadas na Amazônia e Austrália, chamaram a atenção de muitos “líderes”, pensando no fim do mundo, mesmo que esses eventos fossem naturais;
Pois estamos em guerra, contra inimigos invisíveis a olho nu, que não vieram do espaço, mas da negligência do homem evoluído;
O mundo globalizado, fez se alastrar em menos de quatro meses, surto de contaminação, local, se tornando regional, e neste momento mundial, transformando numa pandemia, com milhares de mortes e centenas de milhares de contaminados!
A China, Itália, Espanha, Estados Unidos e Brasil, todos muito comprometidos com a proliferação do CORONAVÍRUS, um invasor, que estava em nosso planeta e que dizima populações, não precisou vir de fora da terra, nós com nossa falta de rezo, produzimos e transportamos nosso inimigo;
Este agressor ataca nossa memória, que existe através de nossos idosos, aqueles que carregam a história viva de nosso mundo, de nosso País, de nossos Estado, de nossa Cidade, de nosso Bairro, de nossa Rua e o mais importante, de nossa Família;
O invasor, quer terminar com nossa história, apagar algo muito importante para toda a sociedade, sua memória, mesmo que estejam registrados nos livros, na internet, pois nada substitui a história contada por um avô, por uma bisavó, para seus descendentes;
Esse invasor, faz com que rituais fundamentais para a humanidade, não sejam realizados, como dar apoio ao enfermo durante a convalescênça, que o ajuda na recuperação, ao saber que é amado;
Casamentos, aniversários, batizados, todos suspensos, por conta do bem maior, a vida!
O último dos rituais também não pode ser realizado de forma adequada, que é o velório, tão importante para a elaboração do luto, para que não haja patologias posteriores, vindas da queima de etapas;
Pois hoje está em risco esse importante ritual, com a proibição de velórios com urna aberta, para casos de CORONAVÍRUS, restrição de pessoas que participam do velório e ainda restrição de tempo de duração;
Nosso INVASOR, nem sabe que existe, apenas busca se proliferar inconscientemente, através dos hospedeiros que melhor lhe serve, e assim fará caso não estejamos vigilantes e unidos, para combate-lo de forma exemplar;
As medidas todos já sabem, basicamente o isolamento social, higienização de mãos, casas, paciência e solidariedade!
Vamos vencer mais essa guerra, a questão é, em quanto tempo, com quantas baixas até o final, quais outros estragos teremos, na economia, empregos, violência doméstica, saques a estabelecimentos;
Como será a recuperação, lenta, acelerada?
Essas questões dependem basicamente de nossa colaboração, se fizermos nossa parte, ficando no isolamento social, de verdade, sem receber visitas, saindo apenas para o indispensável, podemos ter a curva da contaminação mais rápida e voltar a vida normal, ou mais próximo disto possível;
Se o inimigo fosse de fora do planeta, visível, estaríamos pedindo que pegassem em armas e em nome de suas famílias que dessem suas vidas pelo bem da humanidade, mas não é o caso, neste momento o que se pede é o isolamento social e higiene, e isso dá para fazer!
#TodosContraCoronaVírus

 Paulo Coelho
Advogado
Administrador
Presidente da Associação Brasileira de Tanatopraxistas e Tanatologia 
Fotos: Internet 24/03/2020 - Google Imágens

domingo, 3 de setembro de 2017

Bactéria, vigilância constata, contaminação até na Rede Zaffari




Uma das mais renomadas e qualificadas redes de Supermercados do Brasil, líder de mercado na cidade de Porto Alegre, virou manchete nos últimos dias no Rio Grande do Sul, por ter havido a detecção de um tipo de bactéria NUM lote, de queijo de UMA das unidades da empresa.
Com um dos slogan da empresa que é mais conhecido para os gaúchos que diz "Economizar é comprar bem", remete a qualidade da rede Zaffari, pelo conforto, limpeza, atendimento, localização, tempo de espera nos caixas, produtos sempre dentro da validade, variedade de marcas, enfim, "se seu tempo tem algum valor, você sabe onde ir fazer suas compras do dia-a-dia", que se tornou uma realidade, na vida do Porto-alegrense e que se espalhou para o maior mercado consumidor do Brasil, que é a cidade de São Paulo, onde já está mostrando toda sua qualidade e consquistando aquele mercado.
Pois no dia 17/08/2017, a vigilância sanitária do Município de Porto Alegre, detectou a bactéria Listeria monocytogenes, em uma unidade da rede em um produto, entre centenas que a rede comercializa.
O resultado desta situação, foram mais de 15 dias, de propaganda negativa!
A história do GRUPO ZAFFARI, começa a ser escrita em 1935 (conheçam no link após o artigo), com a abertura de um armazém de secos e molhados no interior de Erechim, RS - Brasil, hoje é reconhecido pela qualidade, por suas companhas publicitárias, que são aguardadas com ansiedade pelos gaúchos (assistam clicando nos links, após o artigo), a cada nova peça, em razão de sua qualidade, significando que, além dos investimentos no corpo funcional, na estrutura das lojas, na exigência aos seus fornecedores, e por um fato isolado, foi posto em prova, neste mês de agosto de 2017!

Ao trazermos isso para a realidade do segmento funerário, permite uma reflexão profunda, sobre as construções, sobre o trabalho a dedicação para consolidar a marca da empresa na história, no mercado.
Pois se um corpo que extravasa líquido no velório, incha, apresenta coloração alterada, exala odores indevidos... se a urna funerária apresenta defeito de fábrica, quebrando o fundo, a alça, se o revestimento interno apresenta defeitos e não segura gazes ou líquidos...

Diferente do ocorrido com o Grupo Zaffari, que recolheu todos os lotes, mesmo os que não haviam problema, e orientou que seus gerentes trocassem ou ressarcissem seus cliente em dinheiro, sem exigir nota fiscal ou saber em qual unidade foi adquirida, o segmento funerário não pode fazer RECALL, não há segunda chance.

Desta forma, ao escolher produtos, serviços, métodos levando em conta apenas preço, tempo ou facilidade, a possibilidade de dar errado é muito maior.

De nada, ou pouco adianta, que a empresa a mais de uma, duas, três ou quatro décadas vem realizando serviços de alta qualidade e com dedicação extrema à comunidade, se errar, será cobrada, não apenas com valores financeiros, por danos ou reparações, mas com o que é mais importante, com sua reputação, que não há valor que pague.

Essa reflaxão é muito importante, para que a vigilância aos processos estejam sempre como módulo alerta ligado.

Como muito bem diz a campanha do Grupo Zaffari, "A vida é feita de escolhas", então faça as suas, com base nos melhores fornecedores, não nos preços mais baixos, com base nos métodos reconhecidos, e não nos mais rápidos, com investimento em treinamentos, e não com a formação de qualquer jeito, escolha o melhor caminho, mesmo que esse seja, mais difícil e mais longo.    

Quanto ao Grupo Zaffari, deverá sair dessa situação ainda mais fortalecido e aprimorando seus processos de controle.

Aos demais ramos e segmentos, que sirva de lição, que não se pode acreditar que ser líder ou nunca ter sofrido nenhum problema, garante tranquilidade.
Setembro de 2017
Paulo Coelho 

Matéria completa sobre o caso
http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/apos-confirmar-bacteria-saude-orienta-descarte-de-fatiados-comprados-em-rede-de-supermercados-de-porto-alegre.ghtml
Informações sobre o Grupo Zaffari
https://www.grupozaffari.com.br/historia/
Campanhas públicitárias para TV - Assista e se emocione!
https://www.youtube.com/watch?v=_eGmDilad9c
https://www.youtube.com/watch?v=K4Gc6Yg2IE4
https://www.youtube.com/watch?v=bBPwE9LFFmA
https://www.youtube.com/watch?v=TkXgJi6PAOc
https://www.youtube.com/watch?v=bXyDTR4CZEw
https://www.youtube.com/watch?v=yFlngzPkzqU

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Ir.: Léo Edsons Schwalb, é assassinado, mas seus exemplos permanecerão vivos


Hoje, 22/02 cumprimos uma honrosa, mas dolorosa missão, de levar nosso Irmão e Coordenador dos Bodes do Asfalto – Porto Alegre – RS Léo Edson Schwalb, (Coronel da Arma de Cavalaria), que foi covardemente abatido, vítima de latrocínio na última segunda-feira, 20/02/2017. Após ser atendido no HPS de Porto Alegre-RS, e submetido a duas cirurgias em razão dos ferimentos a arma de fogo, uma no abdome e outra na cabeça, mesmo não tendo oferecido reação contra seus algoses, veio a óbito para nossa tristeza, na madrugada do dia 21/02/2017, apesar de toda dedicação da equipe do Hospital de Pronto Socorro.
A tristeza, consternação e raiva tomou conta de todos que o conheciam, por saber de seus valores e conduta, como pessoa, cidadão, pai, amigo, irmão, companheiro de estrada, militar e patriota, como poucos.

Um cidadão exemplar, que comandou, nas últimas semanas, a arrecadação de mais de 300 kits escolares para as crianças carentes do Bairro Mário Quintana – Vila Safira, em apoio ao projeto do Cláudio Projeto Vó Chica, que serão entregues no dia 04/03/2017.

Nos reunimos desde o dia de ontem, 21/02, não porque Léo Schwalb morreu, mas estivemos reunidos, para comemorar sua vida, que foi vivida de forma exemplar, com valores morais e éticos elevadíssimos.
Na homenagem estiveram reunidos os Irmão dos Bodes do Asfalto de todo Rio Grande do Sul, diversas Lojas Maçônicas do Estado, das três potências, diversos moto grupos, autoridades Maçônicas, Civis e Militares, além de sua oficina Cavaleiros de Aço 258.
Agradecemos de forma especial a Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul, que cedeu gentilmente as instalações do Palácio Maçônico Osvaldo Nunes, para que fossem realizados os atos de velório e despedidas, em especial ao Sereníssimo Grão-Mestre Paulo Roberto Pithan Flores e seu Adjunto Norton Valladão Panizzi, que esteve sempre presente confortando a família e seus Irmãos, o Exército brasileiro, que tanto quanto nós, sentiu a dor da perda, os Funcionários do HPS, SAMU, Cemitério Jardim da PAZ, EPTC que foi magnífica na condução do cortejo fúnebre, o qual agradecemos ao Diretor Marcelo Soleti, ainda aos Vereadores Valter Nagelstein, que esteve presente como motociclista e Dr. Thyago Duarte.
Nossas homenagens ao Irmão Léo, se encerraram, mas nossa luta, contra o atual sistema que atua em nosso país, está apenas começando, não em razão de nossa perda, mas também em razão dela, uma vez que Léo sempre foi um ativista pela ordem nacional, valorização da família, dos símbolos nacionais, tanto que estivemos juntos em todos os encontros ocorridos na Capital do Rio Grande do Sul, contra a corrupção.
Pudemos de forma humilde, realizar nossas homenagens, durante o velório, cortejo que contou com mais de 100 motocicletas, e na hora da despedida, ao som dos motores e buzinas recepcioná-lo no local do sepultamento, estando sua motocicleta puxando o cortejo.






















Queremos mobilizar amigos, motociclistas, irmãos e comunidade em geral, para juntos, não permitirmos que fatos como esse ocorrido, sigam acontecendo e vitimando pessoas de bem, ceifando famílias do convívio de seus familiares e amigos.
Aos familiares, nossa querida Cunhada Bernadete, filhos Lerdison e Christiane, netos, genro, e nora, rendemos nossos mais profundos sentimentos de dor, e agradecimento pelo tempo que pudemos conviver com Léo e com eles, que fazem parte de nossa família.
Ao Estado brasileiro, deixamos aqui o recado de que não desistiremos e que “combateremos o bom combate” a cada dia, que poderemos cair, mas cairemos lutando contra todos os marginais, sejam eles de colarinho branco, sejam eles meliantes do tráfico e furto e roubos, ou outras formas de corrupção ou crimes de qualquer ordem, pois ainda tornaremos nossa nação um lugar decente para viver e criar nossos filhos e netos.

#MudaBrasil #ForaLadrão #PorUmaPortoAlegreMelhor #PorUmRioGrandeMelhor
Paulo Coelho

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Tragédia na Colômbia

Fotos: Internet

 Tristeza e comoção

Na madrugada do dia 29/11, como amplamente divulgado nas mídias mundiais, o avião da empresa LaMia, caiu pouco antes de seu destino final, Medellín – Colômbia.
O avião que carregava o time da Chapecoense, jornalistas além dos tripulantes, para o primeiro jogo da final da copa Sul-americana, tendo vitimado 77 pessoas, das quais, restaram 71 mortos.

Humanidade

A forma com que as autoridades e o povo Colombiano, trataram o episódio, entrou para a história, como uma das mais belas homenagens possíveis de tratar um episódio de tanta dor, como se fosse com seu povo.

Sensibilidade

A homenagem realizada  onde haveria o jogo, na Colômbia, estádio Atanásio Girardot, que ficou lotado, para uma das mais belas e emocionantes homenagens póstumas, sem corpo presente que foi feita até hoje.
 
O cuidado nos preparativos, a rapidez e a qualidade que envolveram o trabalho, a sensibilidade das palavras, o tempo de fala de cada discurso, tornou ainda mais emocionante e memorável, a homenagem.
O envio do Ministro das Relações Exteriores para o ato, mostrou sensibilidade do Governo brasileiro frente ao trágico acontecimento, e a fala do Ministro José Serra foi digna de nosso representante.

A liberação dos corpos, foram realizados conforme determinam os protocolos e normas internacionais, com o auxílio do consulado brasileiro em Medellim, o que agilizou o processo de repatriação dos corpos.

Excelência nos Serviços

A preparação dos corpos e insumos funerários na cidade de Medellim, ficaram a cargo da Funerária San Vicente de Medellín, que contou com a colaboração da Funerária Nazareno, e suporte técnico do Laboratório Skudmart para a Tanatopraxia, que é liderada Tanatólogo Camilo Andres Jaramillo.
















O transporte de volta dos corpos dos jogadores e jornalistas, feitos pelos aviões da força aérea, foi legitimo frente a comoção.

O Grande pecado

Já a chegada no Brasil, mostrou que ainda temos um longo caminho para trilhar, pois a forma do transporte escolhida, foi de tamanha infelicidade, que nem se fosse proposital teriam tanta competência.

Após todas as homenagens feitas, com cuidado e zelo pelos profissionais Colombianos, nossos falecidos, foram transportados ao chegarem em Chapecó – SC, em caminhões da empresa AURORA, que carrega nos dias normais, frango, linguiça e outros embutidos!

A falta de sensibilidade dos organizadores superou todas as expectativas possíveis e imagináveis de falta de ética, respeito e higiene.

De volta para casa

A cerimônia na arena Condá, não teve destaques especiais, foi muito protocolar, faltando em emoção por parte do cerimonial. 
A presença do Presidente Michel Temer, e outros políticos, somados aos milhares de populares que estiveram no estádio para render as homenagens, garantiram a beleza do momento, mesmo sendo muito triste.


 

 

 


 

 

 

Avaliação

O que tiramos desse momento trágico é que o segmento funerário nacional, está ainda despreparado para fazer frente a tais acontecimentos, lembro do acontecido com os avião da TAM e da GOL em território nacional, ou mesmo o ocorrido na Boate Kiss, em Santa Maria – RS, a qual participei ativamente, dando suporte as empresas funerárias, e que nada, aconteceu, se comparado as homenagens que foram realizadas em Medellim.

Que o transporte em veículos diferente dos fúnebres dentro de Chapecó é a mais triste amostra de falta de mobilização, onde veículos das cidades vizinhas poderiam ter dado apoio, numa amostra de solidariedade, pela dor dos enlutados.

Falta no Brasil, profissionalismo e investimento no segmento de cerimonial fúnebre, o que ficou demonstrado que na Colômbia, sobrou.

Agradecimentos

Resta agradecer o trabalho de preparação realizado em Medellim, pelas empresas Funerária San Vicente de Medellín, e Funerária Nazareno e do Laboratório Skudmart de Tanatopraxia, que tem como comandante um dos mais renomados e experientes Tanatólogos daquele País, Camilo Andres Jaramillo.

Reconhecimento

A Associação Brasileira de Tanatopraxia registra seu agradecimento a todos os profissionais envolvidos para amenizar a dor das famílias dos envolvidos no trágico acidente.

Paulo Coelho

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Curso de Tanatopraxia legalizado e válido no Brasil

Curso de formação profissional
Não é segredo para ninguém que a formação e qualificação profissional, são soluções sólidas para melhorar a carreira dos profissionais e consolidar posição das empresas no mercado.
Na busca desse objetivo, muitas pessoas e empresas se jogam em aventuras na busca de conhecimento e reconhecimento, nem sempre avaliando de forma adequada o que está adquirindo.
Num mercado competitivo como o funerário e extremamente técnico, onde o profissional ou a empresa não tem a chance de refazer o serviço, escolher mal por uma formação, poderá significar o fracasso de uma empresa ou profissional.
Pensando nessas questões a Associação Brasileira de Tanatologia e Tanatopraxistas, levou mais de cinco anos montando o mais completo curso do Brasil, com mais de 100 horas, entre teoria, pratica e estágio, para oferecer conteúdo exclusivo, devidamente protegido por registro e autoria, com o objetivo de trabalhar de forma diferenciada, com temas relevantes as empresas e aos profissionais.
Nosso futuro reserva programa de graduação em Administração funerária e especialização em Tanatologia, ambas inéditas no Brasil, com aproveitamento de créditos do curso técnico de tanatopraxia certificado pela Ulbra em sua integralidade.
Nessa linha, recomendamos que ao escolherem cursos de Tanatopraxia, o façam buscando instituições reconhecidas pela Associação Brasileira de Tanatologia e Tanatopraxistas, que desde 2004, trabalha pelo setor funerário.
Contate a ABT através do site www.tanatopraxia.org.br e solicite informações dos cursos reconhecidos pela ABT no Brasil.
Todos aqueles que desde 1994 realizaram o curso de Tanatopraxia com carga horária superior a 60 horas com certificados emitidos por Universidades reconhecidas pela ABT, podem requerer sua filiação, pelo próprio site www.tanatopraxia.org.br conforme estatuto social e mediante remeça de documentos.
Nova turma do curso de tanatopraxia da ABT, está programada para inicio em julho de 2016 e aulas praticas de 23 à 27 de agosto, em Porto Alegre-RS, inscreva-se pelo site www.tanatopraxia.org.br/cursos e torne-se um profissional reconhecido e membro da ABT.
Investir em qualificação e treinamento é fundamental, mas investir certo é o diferencial, não se engane.