quarta-feira, 14 de julho de 2010

Velório do clarinetista Paulo Moura


Do G1, em São Paulo -13/07/2010 10h31 - Atualizado em 13/07/2010 13h55
Data do enterro do músico morto segunda-feira (12) ainda não foi definida.

Paulo Moura sofria de câncer e estava internado desde o último dia 4.

O velório do clarinetista Paulo Moura, morto aos 77 anos, foi adiado para a próxima quarta-feira (14). O corpo do músico será velado a partir das 11h no Teatro Carlos Gomes, no Centro do Rio, informou a assessoria de imprensa da Secretaria municipal de Cultura, responsável pelo teatro.

Não foi divulgado o local do enterro do corpo do músico, mas, segundo a assessoria da Clínica São Vicente, onde Moura estava internado, a família gostaria de fazer uma cerimônia íntima, logo após o velório. Inicialmente, o velório aconteceria nesta terça-feira e foi postergado para que, de acordo com a Secretaria, se possa ter mais tempo para se homenagear o músico.

Moura morreu de câncer, no fim da noite desta segunda-feira (12), na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele estava internado desde o dia 4 de julho.

Biografia
Paulista de São José do Rio Preto, Paulo Moura nasceu no dia 15 de julho de 1932, numa família de instrumentistas. Aos 9 anos, ele pediu para estudar música e começou a tocar clarineta. Aos 14, ele entrou para o conjunto do pai.

Paulo Moura gravou o primeiro dos 40 discos em 1956. Ele chegou a integrar a orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Moura tocou com grandes nomes da MPB, como Elis Regina e Milton Nascimento.

Um dos saxofonistas e clarinetistas mais requisitados no Brasil e no exterior, Paulo Moura foi reconhecido no ano 2000 com o Grammy - o maior prêmio da música mundial, com seu trabalho "Pixinguinha: Paulo Moura e os Batutas”. Em 2009, ele se apresentou na Tunísia e no Equador e lançou o CD AfroBossaNova.

A organização de um velório deveria sempre seguir as lições demonstradas nos cerimoniais de celebridades, respeitando os limites podemos citar Michael Jackson e o não menos talentoso Paulo Moura, onde entre a data do falecimento e o inicio da homenagem houve tempo para os preparativos de forma adequada.

Normalmente por exigência da família o corpo deve estar em velório antes de seis horas após os óbitos, ocasionando serviço muitas vezes com baixa qualidade, oferecendo riscos a salubridade pública. Lembro que no passado recente este tempo era muito menor quase que imediatamente entre o óbito e o transporte a capela velatória.

O custo de serviço emergencial sempre será maior que um trabalho planejado, isso significa que ao projetar o velório é possível vender produtos e serviço como Tanatopraxia, Cortejo Fúnebre, Serviço de Buffet, Musica Presencial, atendimento de Psicologia entre outros como Cerimonial de despedida, tudo com custo menor que os atuais onde não podemos planejar a quantidade de execução do serviço, podemos num dia atender quatro famílias e na próxima semana ter ociosidade total, significando dividir a atenção em vários atendimentos caindo a qualidade ofertada.

Imagine ocupar a capela por 60% do tempo, ao invés de os atuais 15%, significa maior faturamento, com mais visitas a sua empresa, isso é possível, basta mudar os hábitos hoje existentes.

Estas mudanças são simples quebras de paradigmas, tendo no Diretor Funerário peça fundamental para tais mudanças.

Vamos trabalhar, o que serve para celebridades serve para pessoas normais.

Saúde e Paz



Paulo Coelho

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