Material de consulta e colaboração ao segmento funerário, do luto e do direito e em especial, e demais ramos de atividade que buscam rever conceitos nas áreas de atendimento ao público e qualidade. O objetivo de facilitar a troca de informações entre os profissionais e público em geral, através de debates, enquetes e opiniões de todos. Difundir informações e debater noticias relacionadas ao tema do blog, possibilitando o acesso a informações, aumento do conhecimento e a busca do livre pensar.
ABT - Tanatopraxia
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Católicos lembram quinto aniversário da morte de João Paulo II
Os católicos lembram nesta sexta-feira o quinto aniversário da morte do papa João Paulo II, o pontífice mais popular da era moderna e candidato à santidade.
Nenhuma cerimônia será celebrada em seu nome nesse dia, já que o aniversário cai na Sexta-feira Santa, único dia do ano em que a Igreja Católica não realiza missa.
Na última segunda-feira, com uma missa solene na Basílica de São Pedro, seu sucessor, amigo e colaborador Bento XVI fez uma homenagem a João Paulo II, recordando sua "fé indestrutível", "sua generosidade e entrega" aos demais.
O primeiro Papa polonês da história continua suscitando veneração entre os fiéis, que costumam deixar centenas de cartas em seu túmulo, na cripta de São Pedro, no Vaticano.
"É um mito, um amigo, o Papa mais especial do mundo", afirma um dos bilhetes, que faz parte de um livro lançado recentemente na Itália com o título "Querido senhor Papa", que testemunha o desejo de muitos católicos de falar com ele "como se estivesse vivo".
Muitos católicos em todo o mundo esperavam que o chamado Papa "viajante", "andarilho da fé", que se comunicava com facilidade com as massas, alcançasse a glória dos altares antes do quinto aniversário de sua morte.
O pedido da multidão no dia de seu funeral, em abril de 2005, ao gritar "santo subito" (santo já), foi acolhido por Bento XVI que, graças a uma dispensa papal, abriu o processo antes que passassem os cinco anos da morte exigidos pelo Código Canônico.
Eleito em 16 de outubro de 1978 e morto em 2 de abril de 2005 depois de uma longa doença acompanhada pelo mundo inteiro passo a passo, João Paulo II foi proclamado "venerável" em dezembro de 2009.
Tal reconhecimento, chave para alcançar a beatificação, esperada para este ano, foi atrasado pela proclamação do controvertido papa Pio XII, questionado por seu silêncio durante o genocídio promovido pelos nazistas.
Apesar de diversos milagres terem sido atribuídos a João Paulo II, que morreu por conta do mal de Parkinson, o "milagre" selecionado e apresentado à Congregação para a Causa dos Santos ainda deve passar por uma comissão médica, assim como por teólogos, bispos e cardeais.
O caminho rumo à beatificação, primeiro passo para a canonização, requer uma prova de que um milagre aconteceu, o que é um processo longo e complicado.
Uma série de dúvidas acerca do milagre atribuído a João Paulo II, divulgados pela imprensa polonesa e italiana, asseguram que o caso da freira francesa Marie Simon-Pierre, diagnosticada com o mal de Parkinson, que se curou inexplicavelmente em junho de 2005 por intervenção do Papa polonês, poderá não ser aceito.
O Vaticano não se pronunciou sobre as dúvidas, mas lembrou que se trata de um processo com muitas etapas e no qual várias comissões científicas intervêm.
Veículos da imprensa italiana sustentam há alguns meses que a cerimônia será celebrada no Vaticano em 16 de outubro de 2010, 32 anos depois de sua eleição como primeiro Papa polonês da história.
No entanto, o recente anúncio feito pelo Vaticano da celebração de outras seis canonizações em 17 de outubro e os problemas com o milagre de João Paulo II deverão atrasar a esperada beatificação.
Esta questão nos leva a refletir, por que não criamos cerimônias de aniversário de falecimento, onde podemos montar um púlpito com microfone, guarda-sol cadeiras e mesas para acomodar os amigos e familiares, onde aqueles que desejem falar sobre o falecido tenham a oportunidade, enfeitar o tumulo com coroas e arranjos de flores, convidar o religioso do credo da família para proferir uma oração e homenagear mais uma vez a memória daquele que partiu.
Evento semelhante a isso ocorre na Argentina, onde dependendo da família há adesão de cerca de 30 pessoas nestas homenagens.
É mais uma forma da empresa marcar presença na vida desta família e tornar mais branda a imagem das empresas funerárias junto as famílias e ainda diminuir com a ociosidade que por vezes nos perturba.
Boa páscoa com muita
Saúde e Paz
Paulo Coelho
Cadáver é deixado na chuva no Hospital Estadual de Santana
O caso ocorreu na noite desta terça-feira, 30, e foi denunciado na manhã desta quarta-feira, 31, durante inspeção no Hospital Estadual de Santana, realizado pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Amapá e pelo Sindicato da Saúde (SINDSAÚDE).
De acordo com as denuncias apuradas pelo presidente da CDH/AL, deputado estadual Camilo Capiberibe (PSB/AP) e pelo coordenador do SINDSAUDE Dorinaldo Malafaia, um jovem de 22 anos com sintomas da gripe AH1N1 teria conseguido chegar de bicicleta até em frente ao Hospital de Santana por volta das 9h30 da noite e depois de ataque fulminante acabou caindo e foi a óbito.
O fato poderia passar despercebido não fossem os procedimentos adotados depois do falecimento do jovem que pode ter sido vítima de gripe suína. “Colocaram o cadáver no necrotério que está sendo reformado e deixaram o corpo pegando chuva. O pior é que os familiares, revoltados com a situação, queriam linchar os trabalhadores”, denunciou uma enfermeira que preferiu não se identificar.
Indagado pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa e pelo Sindicato de Saúde sobre o que teria acontecido com o cadáver, o administrador do Hospital, Fernando Cegado admitiu que o fato ocorreu, mas em sua versão ele teria orientado os maqueiros a levar o cadáver para o bicicletário que estaria coberto e teria espaço. Cegado então afirmou que os trabalhadores não seguiram sua orientação e que por isso mandou demitir os maqueiros que colocaram o corpo do jovem no necrotério do Hospital.
Superlotação - No setor de pediatria cada leito estava sendo dividido por duas crianças com acompanhantes. Num dos casos existe um bebê com pneumonia e outro com rotavírus no mesmo leito. “Eles estão sujeito a infecção hospitalar”, alertou Dorinaldo Malafaia.
No setor onde fica a maternidade não é diferente e em muitas ocasiões mulheres grávidas tem que dividir o mesmo leito hospitalar.
Questionado pelo deputado estadual sobre a situação da pediatria, o administrador disse que é “normal” por causa da quantidade de moradores do município de Santana, e que na tarde desta quarta-feira, seria inaugurado o Pronto Atendimento Infantil com 13 leitos. “Mas isso não resolverá a situação em que hoje se encontra a pediatria, alivia, mas é um mero paliativo”, disse Camilo, ao cobrar explicações para diversas obras abandonadas, como a da Maternidade que está parada há mais de dois anos que pela estrutura poderia ter impacto importante na qualidade do atendimento ao povo santanense, mas não foi concluída.
“O que inviabiliza esta obra é a incompetência e a falta de compromisso com o povo de Santana do governador Waldez e do Secretário de Saúde Pedro Paulo Dias de Carvalho”, declarou o deputado durante visita na área em que seria a Maternidade.
O deputado do PSB se irritou ao saber que há recursos da ordem de R$ 12 milhões para investimentos em um projeto de revitalização do Hospital de Santana e o governador Waldez e o Secretário Pedro Paulo Dias de Carvalho, apesar de estarem há sete anos no poder, foram incapazes de tocar a obra.
Nos corredores do hospital, a reclamação dos pacientes foi generalizada. “Aqui agente procura medicamento e não encontra. Se queremos tomar um soro somos sujeito a ficar sentados neste banco porque não tem leito”, disse o aposentado Manoel Viana, que está com dengue há 11 dias.
Se a falta de estrutura provoca caos para atender os pacientes, a situação dos profissionais de saúde está pior ainda. “Teve casos de um técnico de enfermagem aqui no hospital para atender 100 pacientes. Sem contar que a Secretaria de Saúde está usando voluntários para fazer atendimentos”, disse o técnico em enfermagem Richarlisson.
Os técnicos em enfermagem denunciaram ainda a falta de medicamentos e de Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs). “Uma vez eu me furei e o que eles fizeram foi me mandar fazer exame de sangue, não existe acompanhamento psicológico”, disse o mesmo profissional que é técnico em enfermagem.
Diante das denuncias, o deputado Camilo Capiberibe estará encaminhando relatório ao governador do Amapá Waldez Góes (PDT/AP), ao secretário de Saúde Pedro Paulo Dias de Carvalho e aos Ministérios Públicos Estadual e Federal para as devidas providências. “Vamos encaminhar ao Ministério Público, pois o governo Waldez não se sensibiliza . Só com ação e determinação judicial eles fazem alguma coisa”, desabafou.
O respeito pela honra e memória das pessoas falecidas e consideração aos familiares devem ser mantidos, a exposição, maus tratos a cadáveres é crime conforme o Códi Penal Brasileiro Vilipendio art. 212, com pena prevista de 1 a 3 anos de detenção mais multa, bem sabemos que não é apenas neste hospital que ocorrem situações como esta, há muitos outros locais onde os agentes funerários enfrentam dificuldades para a busca de corpos, assim como as famílias que alem da dor da perda percebem a total falta de respeito, higiene para com quem falece.
Padre de cidade francesa chega bêbado e atrasado para funeral
O padre se recusou a atender ao pedido e reagiu violentamente, dando um soco em um amigo do filho da falecida. Pouco tempo depois, chegou a Polícia, que, após comprovar que o sacerdote estava bêbado, levou-o detido.
Paulo Coelho
sexta-feira, 26 de março de 2010
Porto Alegre 238 anos
Dizem por ai, Brasil a for a que todo Gaucho é bairrista, e por excelência todo porto alegrense e pós-doutorado neste tema, o que eu gostaria de por em avaliação.
Primeiro vamos estabelecer o que significa ser bairrista... pessoa que tem alto apresso ao que é seu, alguém que valorize tudo que lhe pertence, que cuida como sendo raro algo que até parece ser sem valor, ao olhar do desconhecido.
Se estas definições acima são legitimas, vamos ver se temos o por que ter orgulho de alguma coisa por esta terra.

Temos o mais belo por do sol do mundo, considerado por estrangeiros, temos clubes de futebol (2) que conseguem abranger todo o Estado, ou seja, alguém pode ser juventudino, caxiense, pelotense, Brasil de Pelotas, mas é também Gremista ou Colorado. Tivemos uma revolução que perdurou 10 anos, que se iniciou nesta cidade, onde o objetivo era democratizar as verbas dos impostos, possibilitando que seu povo tivesse acesso a estradas, saúde e educação, estou falando em 1835. Nasceu aqui nesta cidade um dos maiores movimentos culturais do mundo - que se espalharam por todos os cantos do mundo o CTG – Centro de Tradições Gauchas – sim!!! Foi fundado junto ao Colégio Julio de Castilhos – o Julinho – temos no mês de setembro uma cidade dentro da Capital onde o campo invade o concreto, juntando mais de 350 piquetes – que é uma espécie de CTG com dimensões menores – e não se juntam apenas para beber e comer churrasco, o objetivo é questões culturais das origens e valorização da cultura, juntando mais de 500.000 pessoas durante os 20 dias de evento, mesmo sendo chamado de semana farroupilha. Temos ainda o aeromóvel, criação gaucha que já foi exportado, mesmo não tendo sido aproveitado aqui como deveria. Temos um porto que pode ser mais belo que o Madero de Buenos Aires, mesmo escondido por um muro gigantesco.
Certamente poderia ficar aqui falando muito mais das maravilhas da bela Porto Alegre, mas ai seria taxado de Bairrista... prefiro então fazer apenas mais uma referencia para que vocês possam tirar suas conclusões, vou falar das porto alegrenses, as mais belas mulheres do Brasil, seguidas de perto claro pelas demais gauchas...O NEO Consumidor
As novidades chegarão, mais cedo ou mais tarde mas elas estarão entre nós querendo ou não, um exemplo disto é o telefone celular, a dez anos passados era raro, a quinze não tínhamos e não sentíamos falta, hoje ter um é imprescindível, sair sem ele de casa é inaceitável, ter dois já passa a ser normal e esta é a amostra básica desta mudança de habito do consumidor.
As empresas necessitam estar atentas as estas mudanças, hoje já é comum as empresas se dividirem no atendimento através de ferramentas como o Twitter, onde o consumidor acompanha as novidades em tempo real. Nos EUA clientes pesquisam na internet mesmo dentro das lojas físicas, comparando preços e serviços e decidindo através do atendimento, forma de pagamento e tipo de mercadoria.
O foco no mercado continua sendo a base para o crescimento da empresa seja física ou virtual, sem Isto é impossível manter clientes, que e sabido é mais econômico que conquistar novos.
Cerca de 40% das empresas sem comunicação com seu público fecharão diz uma pesquisa americana. No Brasil o resultado de pesquisa semelhante chegou a 76%.
A internet é o principal cana de comunicação. A loja física dentro da virtual e vice-versa. Há uma grande rede de lojas na América do norte que vende pela internet e o cliente passa na loja física no Dryve e retira sua mercadoria, se quiser tem a possibilidade entrar na loja, mas o espaço da frente é reservado para este serviço de entrega.
No Brasil empresas como Tok Stock já disponibiliza serviços através de celular para que o cliente localize a mercadoria dentro da loja – qual corredor, prateleira... outra grande empresa que investe pesado neste segmento é o Ponto Frio.
Empresas desenvolveram aplicativos para Iphone com o intuito de facilitar esta localização de mercadorias dentro de lojas.
Sustentabilidade
Pesquisas mostram que 60% dos consumidores pesquisados já compraram mercadoria com apelo ecológico e mais ainda 68% consideram a possibilidade de comprar com mais freqüência tais produtos. E o mais alarmante, 80% não aceitam pagar mais por estes produtos ou serviços, querem que estes tenham preço igual ou inferior aos produtos ecologicamente incorretos.
O Brasil será a bola da vez durante os próximos 10 anos.
Mudanças nos hábitos dos americanos e irá se alastrar para o restante do mundo. Marcas próprias farão parte cada vez mais da iniciativa das empresas e grandes redes. Assim como marcas que apenas forneciam passam a vender diretamente através de lojas próprias, para não ter que vender aos varejistas que em determinados segmentos fazem o preço, claro exemplo disto é a Via uno de calçados com mais de 200 lojas espalhadas pelo mundo.
Todo movimento é com o foco no cliente, para o cliente. Os consumidores das classes “C, D e E”, estão mais exigentes do que nunca, não bastando oferecer o “basicão”, eles querem mais, mais qualidade, mais comprometimento, mais serviços agregados, mais atenção, mais valorização.
Entramos novamente numa roda de desenvolvimento, onde haverá mais empregos formais, que irá gerar mais renda, que por sua vez possibilitará o aumento da oferta de crédito que irá propiciar mais confiança que por sua vez irá gerar mais produção, que resulta em mais emprego e tudo novamente.
Para que tenhamos o sucesso merecido será necessário que tenhamos o foco no cliente e nisto o mais importante conselho que pudesse ser ofertado seria Cumpra o que promete, este é o básico, se sua empresa oferece atendimento diferenciado entregue, se oferece preço baixo, pratique preço baixo, se for facilidade no pagamento cumpra.
Conforto, preço baixo, acessibilidade, isso tudo conquista não apenas clientes, mas sim os melhores e mais eficientes vendedores do seu negócio, e o que é melhor com custo zero.
Saúde e Paz
Paulo Coelho
quarta-feira, 24 de março de 2010
Curitiba 27 empresas Funerárias disputam 26 vagas
Fonte: Gazeta do Povo
Saúde e Paz
Paulo Coelho
segunda-feira, 22 de março de 2010
Funerárias arrecadam contribuições e não cumprem o combinado no enterro
sábado, 20 de março de 2010
DNIT écondenado a indeizar por acidente em rodovia federal
sexta-feira, 19 de março de 2010
Serviços funerários X custo insumos
Saúde e Paz
Paulo Coelho
domingo, 14 de março de 2010
Veículo Fúnebre Guinchado com cadáver dentro em NY
Nova York, 12 mar (EFE).- Um guincho da Prefeitura de Nova York recolheu um carro funerário com um cadáver dentro, levando o motorista do veículo a brigar com as autoridades pela multa recebida por estacionar em local proibido no centro de Manhattan, informou hoje o site do jornal "Daily News".
O motorista e diretor da funerária responsável pelo incidente, Paul DeNigris, explicou que parou em uma zona de estacionamento proibido em frente ao seu estabelecimento porque precisava recolher alguns documentos. Suando saiu, minutos depois, viu que seu carro tinha desaparecido e quase teve um infarto.
DeNigris se dispôs a levar o caixão em seu carro até o aeroporto de Newark, no estado de Nova Jersey, de onde seguiria rumo a Miami para ser incinerado.
A Polícia de Nova York assegurou, no entanto, que o veículo não ficou parado na área proibida por apenas alguns minutos, como assegura o diretor da funerária, mas por mais de três horas.
O guincho municipal levou o veículo para um depósito. O carro ficou lá por mais de 90 minutos sem que ninguém reparasse que havia um caixão em seu interior.
Em respeito ao morto, o reboque municipal decidiu não cobrar a taxa habitual de US$ 185 necessária para recuperar veículos.
O chefe adjunto da Polícia nova-iorquina, Paul Browne, declarou que, quando os agentes encontraram o veículo e chamaram o guincho, "não havia nada que indicasse que era algo mais do que um simples carro estacionado ilegalmente".
DeNigris, por sua vez, admitiu que o veículo funerário estava identificado por um letreiro que caiu. Ele afirma que, após a experiência, porá novas identificações na parte traseira e nas laterais.
Agora o motorista desorientado enfrentará as autoridades nova-iorquinas para não pagar a multa de US$ 115 por estacionar em local proibido com o argumento de que veículos funerários não deveriam estar sujeitos às mesmas normas para carros de passeio normais.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Dia internacional da Mulher
Protetora por natureza, brava por necessidade, professora por vocação, empreendedora por visão, esta é a mulher de sempre e hoje totalmente atualizada, conquistando cada dia mais espaço na sociedade machista, mostrando seu valor de orientadora, gestora e líder.A mulher do passado que tinha como objetivo de vida, imposto pela sociedade, saber das lides domestica para casar-se bem, lutou muito para conquistar espaço, onde a tripla jornada fazia e ainda faz parte de sua vida, trabalho fora, cuidar da casa e cuidar dos filhos, alem claro do marido claro.
Com a evolução da humanidade, e a conquista de espaço pela mulher, trouxe também a melhor relação do homem em casa quanto aos afazeres do lar, derrubando o machismo que tratava os serviços domésticos como algo de segunda importância e feitos apenas por mulheres, tendo em vista que o trabalho externo passou a ser feito também por mulheres e com isso contribuindo para o orçamento domestico. A democratização do lar trouxe mais comprometimento a casa, hoje muitas mulheres são as provedoras de seus lares e os maridos cuidam dos filhos e da casa, sem demérito algum.
Mulheres a frente de empresas são tão capazes quanto os homens e isso é fato, mulheres conduzem veículos melhor que homens, prova disto que seguradorass oferecem valores menores para os veículos conduzidos por “elas”.
No segmento funerário, temos muitas mulheres à frente das empresas funerárias, também como Tanatopraxistas e como líderes de suas regiões, o que nos orgulha muito, pela capacidade e dedicação que estas profissionais desenvolvem em seu trabalho, mostrando que é possível ser competente sem perder a delicadeza que é peculiar a este ser iluminado.
Não sei quando o mundo será dominado por elas, mas tenho a nítida impressão que quando isso acontecer de direito, pois de fato o é, se tornará um lugar mais harmonioso, fraterno e feliz para se viver.
Parabéns a todas as mulheres que fazem mais bela e doce a nossa vida.
Saúde e Paz
Paulo Coelho
sexta-feira, 5 de março de 2010
FUNERÁRIAS SERÃO MULTADAS POR ABORDAGEM EM HOSPITAIS
Lei regulamentará distância mínima de 500 metros das casas de saúde.
Ver uma pessoa arrasada, chorando em frente a algum hospital dá a impressão de que ali, naquele momento, alguém morreu. Em Canoas, cidade limitrofe a Porto Alegre, esse comportamento representa uma permissão. É o sinal verde para o lobby das funerárias. Para preservar a integridade do cidadão e regulamentar o serviço, a prefeitura prepara lei que obriga os conhecidos papa-defuntos a manter distância de 500 metros das instituições de saúde, caso contrário, serão multados.Segundo a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Simone Leite, a proposta, que será encaminhada nos próximos dias à Procuradoria Geral do Município (PGM), determinará regras, sujeitas a fiscalização e multas. Uma delas propõe o afastamento mínimo de 500 metros dos hospitais, valendo para abordagem de clientes, para a sede da funerária e para os veículos. Apenas será permitida a aproximação para o deslocamento do corpo.– Existe uma lei de 1978, mas está defasada. Com a aprovação da nova legislação, equipes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Vigilância Sanitária fiscalizarão o cumprimento das normas – afirma Simone.O último acordo entre as 18 empresas do setor, em prática há quatro anos, estabelece que cada uma delas tenha direito a 12 horas de plantão no Hospital Nossa Senhora das Graças e mais 12 horas no Hospital de Pronto Socorro. Para o proprietário de uma funerária, que trabalha há mais de 25 anos na cidade, Irajá Cardoso, essa prática de rodízio é comum devido ao crescimento do ramo. Ele acredita que seria necessário uma melhor seleção das funerárias:– A concorrência é grande. Também achamos chato a abordagem, mas ninguém é obrigado a aceitar. Aliás, os plantões nem dão resultado. Faz dois meses que não consigo um cliente no rodízio.- Capital é um exemploO presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Prestação de Serviços Funerários do Estado, Luiz Brum, reprova os plantões em hospitais e diz que o fato também ocorre em outras cidades. Brum cita Porto Alegre como modelo a ser seguido. Na Capital, há mais de 10 anos, a Central de Atendimento Funerário orienta sobre valores e empresas disponíveis no setor. Ele considera excessivo o número de funerárias canoenses e aconselha maior rigor na entrada de novas empresas.Simone afirma que o Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico (Comude) sugeriu um limite de estabelecimentos. A ideia está em análise.Segundo o presidente do Comude, Francisco Biazus, outra sugestão é a realização de revezamento entre as funerárias no atendimento à população de baixa renda que recebe o auxílio-funeral. Atualmente, a prefeitura, por meio de licitação, contrata uma única empresa. Por mês, são concedidos cerca de 30 benefícios.
Fonte: Zero Hora / SABRINA CORRÊA ESPECIAL
Mais uma vez vamos assistir de braços cruzados?
Necessitamos ser proativos, como estamos dizendo neste blog ao longo do tempo, não podemos perder oportunidades.
Outra lei será criada sem que os representantes legais da categoria estejam inseridos na discução, as empresas funerárias deveriam ter sido convocadas para reunião na entidade de classe que escutaria as reivindicações, proporia ajustes e levaria a prefeitura a visão de quem conhece o mercado e suas peculiaridades. Ao propor mais rigor a entrada de novas empresas esta se dizendo que pode entrar num mercado já saturado com 18 funerárias e população próxima a 330 mil habitantes, mais empresas funerárias desde que tenha critério, isso esta equivocado, as empresas que estão atuando devem mostrar-se aptas a permanecer, sendo garantido, desde que comprovem estrutura mínima, mas novas empresas, apenas se as atuais não tiverem condições de permanecer, e ao cair ao número mínimo estabelecido pelo poder concedente, que é muito diferente da posição defendida.
Quanto a abordagem ou agenciamento, punir empresas é uma forma de coibir, mas se não houver ferramentas adequadas para evitar que empresas multadas fechem e tornem a ser abertas com outros nomes de nada valerá.
Temos que ampliar a visão, buscando não medidas paliativas para o problema, o que a população necessita é medidas que garantam a modificação do Cenário de forma definitiva. Empresas que descumpram a lei sejam punidas e as empresas que trabalharem de forma adequada possam crescer com segurança.
O mercado uma vez fechado irá se depurar, permanecendo os melhores, e com isso não digo que apenas os grandes, mas sim os mais eficazes, aqueles que jogam utilizando a regra, ou seja a legislação, que possam investir em seu negócio sabendo que a concorrência será leal, sem atravessamento de serviços, compra de funcionários de hospitais e outros colaboradores.
A municipalidade pode ganhar, ou melhor, deixar de perder, trocando o fechamento de mercado pelo serviço assistencial do carente e maior arrecadação de tributos.
Não é necessário inventar a roda, ela já existe, basta adequá-la a realidade local.
Saúde e Paz
Paulo Coelho






