quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Consultoria


Muitos amigos e colegas me questionam - Para que eu precisaria de uma consultoria, se conheço o mercado, estou nele desde que nasci, o segmento funerário não muda é sempre o mesmo, atender bem, cobrar o justo e executar o serviço como combinado.
De fato a base do serviço é esta mesmo: Atender BEM, cobrar o JUSTO e ENTREGAR O QUE PROMETEU, mas ai é que esta o perigo...
O que é atender bem será apenas ser cortes, ter um cafezinho pronto, ou quem sabe, estar com ambiente preparado, alem de limpo e organizado, com sala de atendimento em local onde haja privacidade, ter equipe treinada para acolher o enlutado, demonstrando respeito por sua dor, estar pronto para responder dúvidas e dar sugestões quando conveniente, saber quando é conveniente dar sugestões!!!, passar segurança e não, mais ansiedade. Atender bem é estar atento e pronto para resolver os problemas, ir alem das expectativas da família, cumprir prazos.
Cobrar o preço JUSTO, mas junto para quem, pelo que esta se cobrando, pela urna, pelo serviço 24 horas, pela equipe treinada, será que o que cobramos pelo que fazemos é de fato o justo ou é o que necessitamos para cobrir nossos custos, será que ao avaliar os preços não chegaremos a conclusão que o valor não é o correto, seja para mais ou para menos, que podemos ser mais eficaz e cobrar melhor, oferecendo serviços diferenciados, agregando valor ao nosso negócio.
Entregar o que se promete é uma dificuldade, dependemos de fornecedores, urnas, flores, liquidos de Tanatopraxia, entre outros insumos necessários para nosso serviço, será que todos tem a qualidade necessária ou pelo menos a que adquirimos, alem disso na execução do serviço será que estamos observando se não há falhas, como flores velhas (murchas), urnas riscadas – por problema de estocagem ou de transporte-, Tanatopraxia – acondicionamento de liquidos de forma adequada -, são tantas as variáveis para que a entrega seja diferente da prometida, muitas vezes passa de forma desapercebida, mas há mudanças, basta um olhar mais atento. Sob a ótica de um especialista.
Na maior parte das vezes estamos no caminho certo, muito próximos ao ideal, faltando apenas poucos detalhes para sermos eficientes no nosso trabalho, é neste ponto que o consultor funerário entra em ação, para observar de forma criteriosa o que se faz, como se faz e sugerir atualizações, mudanças e criação de processos que venham contribuir com o desenvolvimento da empresa.
Uma consultoria na sede da empresa é um trabalho desenvolvido de forma única e exclusiva, preservando os aspectos locais, possibilitando que sejam implementadas medidas muitas vezes simples e com baixo custo otimizando o potencial da empresa trazendo resultados financeiros e mercadológicos para a organização.
Alem das inovações e tendências mundiais, possibilidades de novos negócios, investimentos, o que os outros segmentos estão fazendo, como estão superando a concorrência dos grandes grupos.
Aproveite a chegada de 2010 para transformá-lo no ano da virada com muita prosperidade, basta que medidas profissionais sejam tomadas, planeje, não espere que seu concorrente faça antes de você.Consulte os serviços disponíveis nas áreas Legislativas, Vendas, Tanatopraxia, Atendimento ao Cliente, Assistência Familiar, Tanatologia Exequial entre outros módulos.
Saúde e Paz
Paulo Coelho

Ele Não pesa, Ele é meu Irmão

Ele não pesa, ele é meu Irmão!!!
Leia e depois assista ao vídeo, para melhor entender o que retrata a letra.
Este vídeo clip é sobre um menino que chegou a entidade "Missão dos Orfãos", em Washington, DC. Numa noite de inverno.Foi lá que ficou eternizada a música "He ain't heavy, he is mybrother" dos "The Hollies ".Talvez se você tiver menos de 50 anos não lembre ou não conheça a musica, mas ao ouvi-lá verá o quanto esta atualizada frente as necessidades e a falta de solidariedade.

A história conta que certa noite, em uma forte nevasca, na sede da entidade, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta.Ao abri-la ele se deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, com outro menino mais novo.A fome estampada no rosto, o frio e a miséria dos dois comoveram o padre.O sacerdote mandou-os entrar e exclamou:- Ele deve ser muito pesado.Ao que o que carregava disse:- Ele não pesa, ele é meu irmão. (He ain't heavy, he is my brother)Não eram irmãos de sangue realmente. Eram irmãos da rua.

O autor da música soube do caso e se inspirou para compô-la. E da frase fez-se o refrão. Esses dois meninos, foram adotados pela instituição. Desta forma convido a todos os amigos e leitores deste blog, que ao longo do ano tratamos de temas profissionais, para dedicar uns minutos neste momento de final de ano, onde nossos corações e mentes tornam-se naturalmente mais sensíveis, acreditando que vale apena refletir e quem sabe incluir em nossos planos de metas para o ano que se aproxima iniciativas para mudar esta realidade que nos cerca, não é necessário mudar tudo ou resolver todos os problemas, apenas basta fazermos nossa parte, como aquele beija-flor que através de sua ação de buscar minúscula gota d’água no rio para apagar o enorme incêndio na floresta, sem se importar com o resultado total, mas tomando para si a sua responsabilidade e assumindo a sua parte no todo.
Podemos fazer a diferença, seja com dinheiro, tempo, idéias, iniciativas, todos podemos construir um mundo melhor e mais fraterno.
Feliz 2010, com muito trabalho, conquistas, aprendizado e realizações e claro, com Saúde e Paz

Paulo Coelho

domingo, 25 de outubro de 2009

Tantologia Exequial


Caros amigos
Será neste próximo dia 29 e 30 de Outubro na cidade de Três Rios, no Estado do Rio de Janeiro que acontecerá o Seminário Internacional de Tanatologia Exequial, onde o brilhante Mestre em pompas fúnebres, o Argentino - Ricardo Péculo dividirá seu vasto conhecimento e experiências com os colegas brasileiros. Para quem tiver a possibilidade recomendo este evento, como fonte importantíssima de desenvolvimento pessoal e profissional.
Na imagem é possível ter maiores informações, ao clicar vai ampliar, possibilitando melhor leitura, a organizadora do evento esta viabilizando transporte entre a Capital e a cidade do evento.
Grande abraço e até lá.

Paulo Coelho

domingo, 20 de setembro de 2009

Microsseguro – Nadando contra a maré

Esta tramitando em Brasília a Projeto Lei que trata do microsseguro, de autoria do Deputado Adilson Soares/PR - RJ, que apresentou na casa o referido PL sob número 3266/2008 e que teve nova redação/apresentação em julho de 2009, onde visa regulamentar serviço especial de seguro de pequenas montas, delimitando os operadores deste serviço e impedindo que não seguradoras possam operar como garantidor destes serviços.
Transcrevo a redação do artigo “5º.Os contratos que prevejam assistência funeral de qualquer natureza, inclusive auxílio funeral, na modalidade de pré-pagamento parcelado ou não, somente poderão ser garantidos por sociedades seguradoras devidamente autorizadas a operar seguros no País, inclusive aquelas de que tratam os incisos I e II do art. 2º desta Lei”.
Segue a proposta: “Parágrafo único. As empresas não constituídas sob a forma de sociedade seguradora que comercializem contratos que prevejam assistência funeral deverão adaptar-se às exigências legais no prazo e condições fixados pelo órgão regulador de seguros privados”.
Que o texto nos mostra que a partir da aprovação da proposta legislativa, apenas seguradoras poderão vender e administrar serviços de assistência funeral, terminando com a possibilidade de existência de planos funerais mantidos direto por funerárias.
Lembramos que esta idéia de planos que desde a década de 60 vem sendo introduzida no Brasil e que possibilitou a fortuna para alguns empresários estão à margem da Lei, uma vez que não oferecem garantias reais aos usuários desta modalidade de serviço, o que o mercado segurador percebeu e busca para si por entender que para garantir riscos deve haver autorização do órgão regulador do setor no caso a SUSEP.
No parágrafo único, foi proposto que as empresas que atuarem com este tipo de serviço que não sejam seguradoras, terá prazo para se enquadrar, ou seja, constituir uma seguradora, ou na impossibilidade disso transferir a uma sua carteira.
Mais uma vez estamos atuando no processo de forma reativa; explico, as lideranças do segmento de planos de assistência que venderam a idéia que esta seria a única saída para o segmento, que se associaram com seguradoras e lhes ensinaram como funcionava o negocio, deveriam ter chamado toda a classe para esta discussão quando o projeto estava sendo elaborado, neste momento onde se apresenta, gastaremos energia, dinheiro e prestigio, sem garantias de reverter o quadro, tendo em vista que as seguradoras já fizeram acordos e venderam sua idéia. Perdemos mais uma vez o bonde da história, se a mobilização fosse antes, cerca de três ou quatro anos, poderíamos ter desenhado todo este processo, mas não, o pensamento era apenas não mexer em nada para não chamar a atenção.
Quando estoura a bomba, a mobilização é feita, para dividir o efeito com todos; este tipo de gestão é comum no nosso meio, abala as empresas que investiram, acreditaram numa proposta e iniciaram a implantação de produto no meio da década de 90 e hoje passam a colher incertezas.
A legalidade de planos de assistência funeral é inviável pelas garantias necessárias, e isso é fato, mas que ninguém quer falar. Alguns que de forma leviana ou imprudente se manifestam alegam que a previsão de tributo pelo fisco municipal é indicativo de legalidade, argumento este extremamente fraco do ponto de vista legal, tendo em vista que o serviço bancário por exemplo, tem previsão de tributação em todas as secretarias de fazenda dos municípios do Brasil, contudo não podemos abrir uma porta como se banco fossemos e no final do período recolher o imposto cabido a esta atividade, devemos preencher tos os pré-requisitos para constituirmos uma banco, licenças e garantias, o recolhimento do imposta é apenas uma determinação para a atividade exercida, pagar imposto como banco ou como plano funeral não garante a nenhuma empresa a sua legalidade.
Os líderes devem ter visão mais a frente dos demais, por este motivo que estão ocupando esta função, se eficazes nesta tarefa, muito bem esta é a função, caso contrario devem arcar com a responsabilidade frente a classe.
Questiono qual será o motivo de no passado terem aberto as portas da informação a todos que quisessem saber como funcionava este sistema, onde foram oferecido: seminários, modelos de contratos, e até visitas guiadas; não seria para aumentar o numero de envolvidos para este momento de litígio, terem mais famílias e empresas envolvidas e fazer pressão aos políticos envolvidos. Acredito que a mobilização poderá amenizar este problema, mas dificilmente resolver, em mais de 15 anos, esta é a primeira vez que há mobilização da classe para discutir este tema, será que apenas hoje surgem as incertezas, dúvidas e os riscos.
Resta saber quais as medidas a serem tomadas, se associação nacional vai transferir para sindicatos as despesas desta luta, se os sindicatos irão despender valores para defender uma causa que é de poucas empresas, se apenas as empresas de plano funeral irão arcar como no passado ocorreu sem haver resultado eficaz ou pratico aos investidores...
Desejo muita clareza para o Diretor Funerário, a fim de escolher o caminho mais adequado, que não permita ser manipulado e que dentro do problema possam tirar lições onde a pró-atividade é o melhor caminho aliado a humildade e dialogo das pessoas que lideram o segmento.
No sitio da http://www.anef.org.br/ acesse o Projeto de Lei na integra.
Saúde e Paz
Paulo Coelho

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O cliente

Vídeo postado no youtobe – enviado por Shirley Galeano
Sem dúvida a razão pela qual existe uma empresa é a conquista e manutenção de clientes, a conseqüência desta ação eficaz está no lucro e desenvolvimento da organização empresarial, mas a forma que tratamos nosso cliente seja interno ou externo, esta atendendo as suas expectativas, ou estamos permitindo que nossa imagem seja abalada.
Em estudo cientifico ficou provado que um atendimento bem feito pode gerar novos sete clientes, já ao contrario um atendimento que deixe a desejar pode render menos 21 clientes em nossas empresas, mas no caso de atendimento desastroso, o que isso pode nos render...
Esse vídeo que recebi de uma amiga demonstra claramente, até que ponto pode chegar um cliente descontente, observem o número de pessoas que já assistiram a este vídeo, para compreender qual devastador pode se transformar uma ação equivocada por parte da empresa no momento de uma operação e a falta de habilidade gerencial, para tratar o caso posteriormente, um fato que poderia ser facilmente resolvido, se transformando em uma ação desastrosa, o que poderia ser a fidelização do cliente, se transforma como no caso uma campanha publicitária contra a empresa.
Disputa de longos nove meses e a empresa decidiu não indenizar, como resultado, foi criado e apresentado vídeo clip postado no youtube, que já recebeu mais de 1 milhão acessos, com a promessa de mais três vídeos a serem disponibilizados, importante ressaltar que esta campanha contra esta girando o mundo inteiro.
Quanto vale averiguar com atenção o caso reclamado, chamar os responsáveis, negociar, no caso específico era um violão, com custo relativamente baixo, buscar compensar o cliente de forma sincera pela falha, aprender com o episódio e ter um aliado neste cliente.
Ou vale a soberba e não admitir que a falha ocorra vezes, que não precisamos deste cliente e deixando a entender que ele “vá se queixar ao bispo”, no caso este não foi ao bispo, mas a “Deus”, que é o cliente da empresa e possíveis novos clientes, dentro da metáfora que o Deus de uma empresa comercial é o publico.
Podemos transformar nosso cliente mais exigente, o que reclama, em nosso aliado. Entendo ser uma das formas de maior consciência empresarial e ferramenta imprescindível de avaliação dos nossos processos e busca da melhoria continua.
Respeito ao cliente, foco no negócio pode certamente garantir o crescimento das empresas sem ter que investir milhares de reais para construir uma imagem ou pior ainda para desfazer imagem de desrespeito.

Saúde e Paz
Paulo Coelho

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Velório - Elaborando um cerimonial


Como deve ser conduzido um velório, qual a finalidade deste momento, pode haver elaboração, dramatização, quais as possibilidades dentro de um ato que marque aos familiares a ponto de tornar a empresa organizadora inesquecível aos presentes.
O velório tem como função básica o inicio da elaboração do luto, dentro do ponto de vista psicológico; também para possibilitar a despedida de amigos e familiares que não tiveram a oportunidade de visitar o falecido quando de sua doença ou por motivos de morte súbita, mas o principal objetivo é confortar a família por este momento de consternação.
Desta forma a família necessita extravasar esta dor, raiva entre outros sentimentos que neste momento aflora, mas qual a melhor maneira para fazer isso, para uns é através do choro, para outros através do silencio, há aqueles que através do riso, depende de cada pessoa.
E como podemos contribuir para que estes sentimentos possam ser libertados e facilitar esta elaboração do luto.
Através dos cerimoniais de despedida! Podemos criar um roteiro nas funerárias onde serão coletados os dados da pessoa falecida para poder identificar em que tipo de cerimonial este falecido e sua família mais se enquadram. Para que não se execute um ritual onde a doutrina católica, por exemplo, seja aplicada para um protestante. Mas alem das questões de cunho religioso temos um universo de possibilidades para utilizar para homenagear o falecido e confortar a família.
Quem não gosta de ouvir falar bem de um filho, cônjuge, irmãos, pais, amigos, pois desta forma em nosso intimo, pensamos que também somos boas pessoas, por sermos próximo a esta que esta sendo elogiado, que contribuímos de alguma forma para que esta pessoa se tornasse alguém admirável.
Necessitamos após colher os dados, saber quem pode ter algo a dizer sobre esta pessoa, colegas de trabalho, companheiros de clube, amigos de escola, familiares, sacerdote e os mais próximos como filhos, genros/noras, afilhados, irmãos e em alguns casos até o cônjuge, mesmo que este momento seja muito dedicado a confortar filhos, cônjuge e pais, pode ser disponibilizado a estes momentos para falar do seu ente.
Importantíssimo é ter um roteiro pré-estabelecido para auxiliar as pessoas que iram se pronunciar, tendo em vista que muitos não têm o habito de falar em publico, estão sofrendo pela dor da perda, podem ser inconvenientes buscando contar estórias engraçadas que pode constranger a família.
Dentro deste cerimonial, deve estar previsto desde a chegada do corpo para velório, onde a urna é carregada por membros da família desde o veículo até a sala velatória, como uma demonstração de horária, onde são convidados seis amigos para conduzir a urna, não sendo feito de forma com que se entrega a geladeira na casa do cliente com dois funcionários quase morrendo para carregar o caixão. É necessário mostrar que apenas seis pessoas terão a honra de conduzir a urna até a sala de velório.
Com base nas informações obtidas nos questionamentos a família, será possível fazer alguns contatos e buscar que pessoas ligadas ao falecido e a sua família tenham acesso ao velório, tornando estes um ato social desta comunidade, já buscando verificar a disponibilidade de pessoas chaves para se pronunciarem, colocando a disposição o pessoal do cerimonial da empresa para auxiliar nas linhas gerais do pronunciamento.
Atualmente, os velórios vêm diminuindo de tempo, dificultando a venda de serviços como Tanatopraxia, urnas funerárias e arranjos florais, pois o argumento da família é, mas já vamos sepultar hoje mesmo, pode ser qualquer “caixão”, desta forma questionamos o porquê isso ocorre, será por falta de amor ao falecido, falta de tempo das pessoas homenagearem quem gostam, ou será por falta de atrativos no velório?
Afirmo que por falta de atrativo. Não que com isso tenhamos que contratar malabaristas, palhaços para entreter velórios, mas podemos criar rotinas mostrando que estamos à disposição e efetivamente trabalhando durante todo o período desde a nossa contratação até após o sepultamento.
1 - Inicio da cerimônia com a chegada do corpo onde a urna é conduzida por amigos mais próximos até a sala velatória;
2 – Leitura de algum poema ou oração quando da abertura da urna;
3- Faltando três horas mais ou menos para o sepultamento iniciam-se os pronunciamentos, na ordem dos mais distantes aos mais próximos, onde todos foram informados do tempo médio dos discursos, colocação de som ambiental mecânica ou ao vivo, pré-selecionada conforme gosto do falecido e da família.
Importante comunicar a sociedade que haverá pronunciamentos a partir de certo horário, desta forma inicia-se um novo habito, das pessoas chegarem ao velório cerca de três horas e não 15 minutos antes do sepultamento.
4 – O sacerdote se apresenta na capela cerca de 30 minutos antes do horário marcado para o sepultamento para os procedimentos atinentes, mas com diferenciais previamente combinados, onde o nome do cônjuge, filhos, netos e pais já foram informados pela empresa, assim como o que fazia o falecido, onde trabalhou o que de bom fez para a sociedade.
Para outras oportunidades deixarei os seguintes tópicos:
5 – A condução da última despedia, que pode se dizer que é o clímax do velório;
6 – Fechamento da urna funerária;
7 – Condução da urna entre a capela e o local de sepultamento;
8 – Introdução da urna no jazigo;
9 – Agradecimento da presença em nome da família;
10 - Entrega de livro de condolências a família;
11 – Sétimo dia de falecimento, oportunidade a ser explorada;
12 – Anúncios, comunicados e homenagens póstumas, um marketing não explorado pelas empresas funerárias.
Não se trata de mega produção, havendo um planejamento, esta execução se dará de forma normal, basta saber a quem atender como atender e porque atender. Dois ou três modelos distintos de cerimonial basta para uma empresa.
Um modelo emotivo, outro pomposo, outro mais sofisticado.
Este é o momento que a empresa funerária pode entrar para sempre no coração da comunidade, mostrando que vender caixão qualquer um pode, mas prestar assistência a família poucas tem capacidade.
Nada disso é de graça, cada minuto deve ser cobrado e tenha certeza que a família pagará de muito bom grado, por perceber que este tipo de trabalho contribuirá para a elaboração do luto, e que a empresa funerária realmente atuou neste momento tão delicado e isso irá fidelizar o cliente.
Saúde e Paz
Paulo Coelho

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Seminário para o setor funerário


Um dos mais capacitados consultores funerários da América do Sul estará no Brasil durante seminário de desenvolvimento na cidade de Tres Rios no Estado do Rio de Janeiro, será grande oportunidade que os Diretores Funerários, Presidentes de Associações e Sindicatos e funerários em geral terão para escutar e dividir experiências com Ricardo Péculo, conhecido na Argentina como o Papa da Pompa Fúnebre.
O evento que esta sendo promovido pelo Instituto Argentino de Tanatopraxia Exequial e o Grupo Funerário PLASF.
Tenho convicção que as empresas que participarem retornaram para suas empresas com muita informação na mala.
Saúde e Paz

Paulo Coelho

domingo, 9 de agosto de 2009

Funerários, Tanatopraxistas, Gerentes e Diretores parabéns pelo dia dos Pais.


Felicito todos os amigos e colegas por esta data. Mas a figura de pai não é apenas para aqueles que através do espermatozóide fecundou um óvulo, ou aquele que num gesto altruísta adota ou aceita dentro de uma relação e cria o filho de outro. É dito que Pai é aquele que cria que educa que protege que dá amor, carinho e acima de tudo valores e exemplo do que é certo e digno.
Mas podemos dizer que também que pai é aquele que através de um empreendimento possibilita o ganho do pão nosso de cada dia, através de nosso trabalho, aquele que ao termos necessidade batemos a porta e dentro da sua possibilidade nos atende, Pai é aquele que mesmo quando falhamos nos chama a atenção com respeito e dignidade, que ao não atendermos as determinações nos orienta na busca da correção de rota.
Desta forma, meus amigos, quero homenagear, neste dia também os nossos empresários do Brasil, que, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas, por vivermos num país com um dos custos mais altos, ainda conseguem promover o desenvolvimento, como um Pai que investe num filho.
Vejo que estes empreendedores são verdadeiros pais e heróis, deles dependem chefes de famílias, que sendo pai, mãe ou filho.
Parabéns aos mãe/pai, filho/pai e todos aqueles que através de sua dedicação e trabalho honesto provem outros que de si dependem.
Saúde e Paz

Paulo Coelho

sábado, 1 de agosto de 2009

Feira funerária no Ceará




O sindicato das “Gurias” do Ceará comandado pela eficiente Iracema Nobre realizou nestes dias 30, 31/07 e primeiro de agosto evento que reúne na Capital do Estado do Ceará fornecedores, prestadores de serviços funerários e cemitérios.
O evento teve cobertura da afiliada da Rede Globo TV Verdes Mares, assista o vídeo acessando o Link http://tvverdesmares.com.br/bomdiaceara/feira-funeraria-em-fortaleza/?cfemail=posted#cforms2form .
Apenas desconsiderem na reportagem a apresentação de uma máquina como sendo de Tanatopraxia, que na nada mais é que uma capota para veículo fúnebre, mas que por equivoco, foi apresentado como maquina de Tanatopraxia, alem de um entrevistado não conseguir pronunciar de forma correta o nome da técnica que sabemos realmente que serve como enrola língua, onde se houve tanatoplaxia – entenda-se Tanatopraxia. Isso mostra que devemos conhecer o tema e apenas nos manifestar quando temos absoluta certeza das informações que passamos, ainda mais quando falamos para a mídia.
Parabéns ao Sindicato das Empresas Funerárias do Estado do Ceará e a toda sua Diretoria, que através do trabalho proativo constrói uma entidade forte.
Que venham mais eventos funerários pelo Brasil, com possibilidades de conciliar feiras e seminários.
Saúde e Paz
Paulo Coelho

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Cuidando dos cuidadores


Mesmo sendo enfadonho o tema, por estar em todas as mídias, entendo ser relevante, mais uma vez tratarmos do tema neste espaço, a GRIPE H1N1 esta ativa e levando pessoas a óbito por decorrência de outras doenças, e isto é uma realidade e merece nossa atenção.
Alem deste manual de sintomas e que pelo percebido pode haver variações, vale termos alguns cuidados para que nossos colaboradores e colegas não estejam tão expostos ao contagio.
Lavar as mãos com sabão com freqüência e fazer assepsia com álcool gel, principalmente antes das refeições, fumar e beber.
O uso de mascaras é recomendado apenas para quem esta gripado, e nos casos de lidar com cadáver, muita atenção, a mascara comum, de TNT não garante a segurança, o ideal é a mascara com filtro biológico, mas na impossibilidade desta, utilizar a mascara tipo bico de papagaio que é revestida duplamente, procurar manusear o cadáver em ambiente arejado, cuidar muito ao trocá-lo de mesa e ao por na urna, devido ao movimento que possibilita a saída de ar dos pulmões ocasionando a expelição junto com o ar os agentes contaminantes da gripe.
No momento do descarte do EPI, cuidar para que não haja contato com a pele, estocá-lo em local arejado até que seja recolhido pelo serviço sanitário com destino dado ao lixo hospitalar e lavar as mãos e rosto após este procedimento.
Importante lembrar que todo resíduo proveniente de empresa funerária é considerado lixo hospitalar, desta forma não pode de forma alguma ser destinado ao recolhimento de lixo domestico, com base nas normas da ANVISA.
Empresa consciente cuida de seus colaboradores, funcionários que respeitam seu serviço e suas famílias cumprem as normas de segurança e utilizam Equipamento de Proteção Individual.
Mais informações acesse http://www.respostasgripesuina.com.br/
Saúde e Paz
Paulo Coelho

domingo, 19 de julho de 2009

Tanatopraxia

Alguns de forma equivocada acreditam que este procedimento é apenas o ato de injetar liquido conservante em artérias, retirando fluidos corpóreos por veias, aspirar cavidade torácica e abdominal e injetar liquido conservante nestas últimas citadas, mas isso é um grande engano.
O procedimento de Tanatopraxia é uma pratica que requer estudo do caso concreto a ser realizado, mas para tanto se faz necessário que o executor seja mais que um aplicador de líquidos, deve conhecer anatomia, biologia, ter noções de química, alem de conhecer minimamente procedimentos legislativos específicos ao trabalho realizado.
Se bem treinado até mesmo um primata poderia ser um pratico em Tanatopraxia, uma vez que criar acesso e encontrar artérias e veias é simples, controlar a entrada e saída de líquidos também, assim como a aspiração vendo meia dúzia de vezes é possível se executar, contudo estamos falando de um procedimento complexo, em um cadáver humano, que por erro em sua aplicação pode deformar a pessoa falecida, causando constrangimento para a família e um monstruoso processo para a empresa funerária.
Recentemente dois casos envolvendo a preparação de cadáveres chamaram a atenção do noticiário brasileiro nesta última semana, o primeiro foi fechamento de uma empresa nos EUA por ter cortado as pernas de um cadáver a fim de possibilitar que este entrasse na urna funerária, tendo em vista que este media mais de 2 metros de altura e a empresa não dispunha de urna adequada para tal fim. O outro caso ocorreu na Capital Gaucha, onde por pouco uma empresa não remeteu ao exterior um cadáver com drogas alojadas em seu intestino.
Este caso ocorreu por que o cadáver que estava chegando em Porto Alegre trazendo a droga do Paraguai faleceu por emorragia cerebral, fato que mesmo tendo sido encaminhado ao DML (Departamento Médico Legal), e submetido a necropsia não foi possível identificar a droga no intestino do falecido, tendo em vista que o legista buscava determinar a “causa mortis” tendo como principio o encaminhamento por parte do médico que o encaminha por causa determinada, desta forma seguindo o protocolo o exame é pontual pela causa apontada pelo médico clinico que tratou quando no Hospital.
Na empresa funerária foi localizada a droga para a surpresa geral, e o proprietário deu declaração para o jornal Zero Hora dizendo “ – Imagina se meus funcionários não encontram a droga e o caixão é levado para o aeroporto e lá acham as cápsulas? Quem iria se incomodar seria eu!
De fato ao localizar a droga no aeroporto ou outro local deveria haver muita incomodação para a empresa funerária, mas isso apenas porque os protocolos de translado internacional não estavam sendo respeitado e nisto vai um alerta a todos os envolvidos, quais sejam: ANVISA, Secretaria Estadual da Saúde, Secretaria Municipal da Saúde, Policia Civil e Policia Federal, Central de Atendimento Funerário de Porto Alegre e Comissão Municipal de Serviços Funerários, alem das normas de preenchimento de Ata médica que deve constar nesta: “evisceração total do cadáver” preenchida toda a da mesma maneira, ou seja, por computador, ou toda a Caneta e o principal a forma correta de execução do serviço, que deve ser da seguinte forma: evisceração total do cadáver com retirada total do sistema digestivo, iniciando-se na língua até o reto, com retirada de todos os órgãos além claro do cérebro.
Lembramos que para execução deste procedimento alem da autorização habitual para o procedimento, a empresa funerária deve também obter autorização especial para descarte do material retirado, remetendo para empresa especializada em coleta de lixo hospitalar.
Estas questões devem ser discutidas em cursos de Tanatopraxia, na parte da legalidade de procedimentos e documentos, tendo em vista que por falta de instrução a empresa pode ser penalizada.
Lembro-me de uma ocasião que estava enviando um cadáver para a Alemanha, ficando responsável também pelo envio das bagagens, o procedimento estava todo dentro do padrão e como foi executado seguindo todos os protocolos não havia o porquê se preocupar, ocorre que as malas estavam chaveadas e por não termos motivo para abri-las assim permaneceu até chegar ao aeroporto, quando o agente da Receita Federal ordenou que eu abri-se as malas, lembro do comentário, se houver qualquer coisa errada ai dentro é tua responsabilidade, ponderei que com o corpo eu sabia que estava tudo certo, mas quanto às malas, não sabia de nada... Ao iniciar a abertura, foi determinado que medicamentos fossem descartados, assim como perfumes e desodorantes, que foi colocado no lixo ali mesmo; na segunda mala das três que haviam, foi encontrado enrolado num em jornal um material em forma retangular de consistência dura, na cor branca... não preciso dizer que fiquei congelado... mas ao desembrulhar verificamos que se tratava de um quadro em gesso do Santa Ceia, o Agente ainda comentou, “ essa foi por pouco”, o falecido um senhor de quase 70 anos de idade, que viajava com um grupo de amigos, não levantava suspeita, mas se outros estivessem aproveitando para no meio de sua bagagem remeter algo para a Europa.
Bem a lição foi que sendo imprescindível este serviço de despacho de malas, o faríamos, mas com muita cautela, abrindo a mala na presença dos responsáveis e conferindo item por item a ser enviado, caso contrario não nos responsabilizaríamos por tal tarefa.
Lembro de outra situação onde uma grande empresa da Capital Gaucha mandou um cadáver para os EUA e por não terem executado o procedimento de forma correta, o gerente e o embalsamador ficaram proibidos de entrar naquele País, pelo que soube foi porque não retiraram o cérebro do cadáver, questão primaria, tendo em vista que todos sabem que este órgão é um dos primeiros a se decompor, desta forma o cadáver chegou sem condições de velório, o que logicamente nos remete mais uma vez as questões acadêmicas que devem ser melhores aplicadas ao se voltar dos cursos.
A execução destes procedimentos por práticos nos leva a este tipo de situação, não que ter um técnico nos garanta cem por cento de certeza que os procedimentos sejam eficazes, mas é muito mais provável que isso ocorra de forma correta por um técnico do que por um pratico como pudemos perceber no caso acima citado.
Se fossem utilizados os protocolos adequados, o máximo que ocorreria seria a empresa, deste caso relatado no jornal desta semana, mandar para incineração ou autoclavagem a droga que estaria no intestino do traficante, mas de nenhuma forma seria mandado de volta para o País de origem ou detectado pela Policia Federal, uma vez que não cabe a empresa funerária encontrar drogas em corpos, ainda mais que ao localizar pode pairar desconfiança da quantidade encontrada e quantidade informada.
Fica um alerta para as autoridades constituídas para verificar quem faz, que tipo de procedimento e de que forma estão fazendo, tendo em vista que trafego de cadáver pelo que foi noticiado no passado ocorre, e em busca de dinheiro “fácil” poderá alguma empresa com diretores inescrupulosos ou funcionários mal intencionados passar a utilizar os cadáveres como “mula”. Dentro desta situação uma velha sugestão para que o translado de cadáveres seja restrito a empresas da cidade do óbito, empresa da cidade onde será sepultado, ou empresa da cidade da liberação do cadáver, permanece latente.
Para quem não sabe desta situação relato rapidamente: Cadáver falecido em Viamão-RS, Necropsiado em Porto Alegre-RS, transladado autorizado para Erechim-RS, transportado por empresa de Canoas-RS, entregue a outra empresa em Passo Fundo-RS, interceptado na cidade de Jacarezinho–PR, com destino a Universidade do Litoral de São Paulo, fato importante, documentos de translado e certidão de óbito falsos, outro fato - cadáver que tenha falecido por causa suspeita ou violenta não pode ser doado para Universidade – Lei das doações de cadáveres para fins de estudo -, o familiar também era falso, e para terminar: foi dito que o cadáver estava sem o cérebro quando segunda necropsia realizada no Paraná.
As perguntas que ficam, para onde vai o nome da empresa funerária envolvida neste tipo de escândalo, e é isso que queremos para nosso segmento.
Treinamento e controle dos protocolos de execução dos serviços, isso faz com que seja possível minimizar os riscos que envolvam este trabalho tão importante, que é uma mistura de arte com ciência.
Saúde e Paz
Paulo Coelho

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Velório
















Fotos: Internet 09/07/09 abril.com
O velório é o ato de viagiar o corpo da pessoa falecida, tinha inicialmente a esperança que a pessoa acordasse se estivesse com distúrbio de catalepsia – onde o paciente tornasse imóvel com baixa nos sinais vitais aparentando morte – esperança muitas vezes criadas pela negação da morte, que esta dentro dos ciclos de elaboração do Luto. Desta forma os velórios passaram a se popularizar, alem da necessidade de se fazer algo com o falecido até que a urna funerária ficasse pronta e os preparativos no cemitério fossem alocados.
Atualmente o velório faz parte da vida das comunidades, apesar de estarem diminuindo consideravelmente o tempo de execução, principalmente no Brasil. Em países como nos EUA o velório pode demorar para iniciar mais de 24 horas em casos normais e ocorrerem por uma semana, durante o horário comercial de segunda a sexta feira, na Alemanha é comum velórios de até 14 dias.
No caso do velório do cantor Michael Jackson, o velório ocorreu em local especial, devido a sua importância para o mundo artístico. O ginásio Staples Center, foi especialmente preparado para receber a urna funerária do Astro, juntamente com inúmeras coroas de flores e arranjos, o cerimonial foi minuciosamente preparado para que fosse possível receber os convidados para a última homenagem de corpo presente ao ídolo. Mesmo com a urna funerária fechada, e com a dúvida se o corpo do cantor estaria ou não dentro dela, juntaram-se cerca de 8 mil pessoas que receberam o direito de entrar no ginásio para homenagear e ver o tributo a Michael Jackson.
Que maravilhosa homenagem foi feita ao Rei do Pop, claro que fazer show durante o velório é para pessoas muito especiais, mas a parte dos discursos, isso é possível para todos os velórios, quem não tem um amigo que lembre de uma história pitoresca, de companheirismo, de amizade, de gratidão, de generosidade, um filho que queira agradecer os valores morais e éticos recebidos dos pais, ou as alegrias proporcionadas por um filho que se vai; tenho convicção que havendo um planejamento, perguntas certas, é possível conseguir entre cinco e dez pessoas que queiram e possam falar durante o velório, tornando este mais confortante para a família.
A musica é outro ponto importante, uma vez que tranqüiliza e permite aliviar as tensões do ambiente, assim seja musica mecânica (cd) ou por instrumentos, é possível que se coloque a disposição da família durante determinado momento do velório.
Havendo tempo hábil, montar uma apresentação multimídia para que seja apresentada durante o ritual de despedida, também é uma possibilidade muito bem aceita.
Estes produtos e serviços devem ser planejados com antecedência, ou seja, contatar músicos que se disponham a tocar nestas ocasiões, ter roteiros diagramados de falas e questionários, para que os amigos e familiares que queriam falar saibam o que pode e o que não é aconselhavel, que deve ser algo sóbrio, uma vez que não se busca constranger ninguém e este ato é solene e de respeito tanto ao falecido quanto a família deste.

A prefeitura de Los Angeles informou que o custo com a montagem do aparato de segurança pública para o acontecimento apenas com horas extras dos policiais teria chego a U$1 milhão, pelas informações recebidas até o momento não houve nenhum incidente durante o velório.
Mas o que nos deixa de lição este acontecimento...
Primeiro que a morte dá tanto ou mais ibope quanto uma posse presidencial;
Independente de quem seja é um fato social importante para a comunidade, podendo ser maior ou menor com base na importância do personagem para a sociedade;
A família – pais, filhos, irmãos e cônjuge, alem dos amigos sempre buscam a melhor homenagem possível, independente da classe social;
O velório com urna fechada, pode causar certa angustia e dificuldade na elaboração do luto, uma vez que é importante ver o falecido na urna para iniciar o processo de aceitação do fato ocorrido;
Não ver o sepultamento igualmente dificulta esta questão de aceitação, uma vez que se perde a referencia para dirigir uma oração, deixar as flores;
A maior lição que obtive foi a certeza que estamos num segmento cheio de possibilidades mas se continuarmos a vender CAIXÃO não conseguiremos jamais garantir nossa permanecia neste mercado, seremos literalmente engolidos pelas grandes redes, tanto nacionais quanto internacionais ou por outros mercados e até mesmo rejeitados pelos nossos clientes que buscam sempre mais, mais qualidade, mais atenção, mais confiança, mais humanidade, mais inovação, mais opções.
A um produto não deve representar mais que 25% do faturamento de uma empresa que é prestadora de serviço, é necessário inovar sempre, nem todo dia falece um Pop Star, mas todo dia falecem pessoas que necessitam de produtos e serviços especializados, devemos estar prontos para suprir a necessidade deste cliente, mas para isso precisamos nos qualificar.
Voltaremos a este tema para tratar de cada tópico abordado.
Saúde e Paz
Paulo Coelho