segunda-feira, 19 de abril de 2010

DEFUNTO VENCE ELEIÇÃO PARA PREFEITO NOS EUA


Fonte: timesfreepress.com 16/04/2010
Carl Robin Geary Sr. foi desta para melhor. E de lá "comandou" sua campanha para prefeito de Tracy City (estado do Tennessee, EUA). Sim, Carl, que morreu de ataque cardíaco em 10 de março, venceu nesta semana uma eleição na cidade americana.

Mesmo sem fazer o tradicional corpo a corpo, o falecido derrotou a atual prefeita, Barbara Brock, por 268 votos a 85 - uma vitória maiúscula!
"Eu sei que ele morreu e sei que soa estúpido. Mas nós queríamos outra pessoa na prefeitura que não fosse ela", disse Chris Rogers, que é dono de um restaurante na cidade.
Para a viúva (foto), a vitória de Carl Robin não foi surpresa:
"No dia em que ele morreu, as pessoas me ligaram para dar os pêsames e dizer que ainda votariam nele."
Obviamente, a câmara de Tracy City vai declarar o cargo vago e uma comissão terá a missão de escolher um novo prefeito.


Esta reportagem mostra que não apenas aqui que maus políticos se apresentam. No caso a rejeição da atual prefeita era tão grande que foi vencida por um candidato que havia falecido antes do pleito eleitoral e mesmo a população sabendo manteve sua opção de voto por repudia. Aqui no Brasil poderíamos também propor uma situação semelhante, poderíamos prometer votar em certos candidatos corruptos ou incompetentes, desde que eles morressem antes do pleito.

Seria uma boa alternativa, claro que a possibilidade destes políticos continuarem a desviar verbas publicas mesmo no alem seria muito grande.

Saúde e Paz



Paulo Coelho

Nicolas Cage compra pirâmide em cemitério de Nova Orleans

Segundo o site TMZ, o ator Nicolas Cage, ator, quer ser enterrado em mausoléu inusitado, que comprou recentemente, o mausoléu situado num cemitério de Nova Orleans, o desejo do ator é ser enterrado neste local. Mas o inusitado da notícia é o formato da tumba: uma pirâmide de quase Três metros de altura.

O fato é que a morte exerce fascínio muito grande sobre as pessoas.

Prova disto é o que acontece com a maioria das pessoas que ao passar próximo de acidente, chegam a parar para ver com mais detalhes.

Nos velórios normalmente, necessitam ver o Falecido, como se necessitasse ver uma pessoa falecida bem de perto, como se estivesse informando ao subconsciente que a morte existe mesmo e que é necessário ter cuidado, evidente que não estamos tratando da família que esta sofrendo a perda, esta ali para elaborar o luto, mas muitos dos que comparecem também o fazem mesmo que inconscientemente por estas questões internas.



Este Fascínio, mórbido pode ser para que o inconsciente perceba que é finito e que ainda estar vivo, como se fosse um alerta.

Estás questões devem servir para os Agentes funerários refletir e prestar atenção nos sinais.

A busca pela descoberta das necessidades dos clientes, o que Ele quer realmente, o que Ele precisa, como posso satisfazê-lo, para auxiliar a elaborar de uma forma mais amena o luto, estamos falando de garantir uma última homenagem de Corpo Presente, de Celebrar Uma Vida vivida.



Aprender a ler os sinais é fundamental, ainda mais tendo em vista em vista este exemplo, quem imaginária que uma Celebridade como Nicolas Cage, no auge de sua carreira, jovem e com muito dinheiro, poderia estar pensando no local para seu descanso eterno.

Devemos estar preparado para realizar o melhor atendimentos do anos a todo instante, não descartar nenhuma possibilidade, dedicação e comprometimento são fundamentais para nos mantermos atentos aos Sinais.

Saúde e Paz



Paulo Coelho

Família faz sepultamento de corpo errado em Maceió


Fonte: G1
Tia que não reconheceu o sobrinho morto culpa os 'calmantes' pelo erro.
Parentes de rapaz enterrado errado perceberam troca em velório.
Do G1, em São Paulo, com informações da TV Gazeta de Alagoas
A família de um rapaz morto na quarta-feira (14) realizou o velório e o sepultamento de um corpo errado na noite desta quinta-feira (15), no Cemitério São José, em Maceió. O morto que deveria estar no caixão era Adinael João Paes dos Santos, 19 anos, mas os parentes, incluindo os pais, tios e a namorada, não perceberam que a pessoa que velaram se tratava de José André do Nascimento Silva, 21 anos.



A troca dos corpos só foi percebida pela família de Silva, que foi velado em Messias (AL). A família de Silva levou o corpo de volta para o IML e passou a procurar pela família de Santos para explicar o ocorrido. O corpo de Silva foi desenterrado e levado para o velório, realizado na casa de parentes em Messias. Silva foi enterrado logo após o velório no cemitério de Messias
Santos foi sepultado, definitivamente, na manhã desta sexta-feira (16), no Cemitério São José, em Maceió.



A tia de Santos, Joelma da Paz Clarindo, de 35 anos, disse ao G1 que o nervosismo pela morte do sobrinho foi o que provocou o equívoco. "Eu estava muito nervosa com a situação, com a morte dele. A gente tinha tomado muito calmante e não percebemos que o corpo estava trocado. Nem o pai dele o reconheceu. É que ele mora com outra mulher e em outra cidade e não via muito o filho."


A namorada de Santos, Ariana da Silva, 15 anos, está grávida de 7 meses e começou a passar mal no velório, o que teria afastado a atenção dos familiares para o corpo errado no caixão. "Confesso que achei um pouco de diferença, pois meu sobrinho tinha bigode e barba, mas os funcionários do IML disseram que tinham feito a barba dele e passado maquiagem para disfarçar lesões no rosto", disse Joelma.


Funcionários do IML disseram ao G1 que a falha é da família, mas admitem que houve falha também na checagem da documentação. "Quem aparece num IML e pede um corpo? Só pode ser parente da vítima. De qualquer forma, faltou olhar direito os documentos", disse um dos legistas, que preferiu não se identificar.


Outro fator que pode ter provocado a troca dos corpos é que Santos e Silva morreram baleados na quarta-feira, no mesmo horário. As duas famílias disseram à reportagem da TV Gazeta de Alagoas que os dois rapazes eram mesmo parecidos fisicamente e que apenas uma tatuagem no braço de Santos permitiu confirmar a troca dos corpos.

Alguns pontos a serem observados neste caso:


O IML diz que a culpa é da família, que num estado de consternação vê o que não quer e aceita a indução dos funcionários;

O IML neste "Estado da federação" faz restauração facial, sendo o objetivo do Instituto como diz o nome é fazer PERICIA, ou seja, se não fizesse serviço que não lhe cabe, quem sabe pudessem executar suas tarefas como verificar documentos com mais competência;

Mesmo havendo a incompetência demonstrada pelo órgão pericial, cabe ao agente funerário alguns cuidados, entre eles o de observar se consta no cadáver etiqueta do IML identificando o nome do falecido, situação esta que deveria ser padrão, mesmo quando o nome não esta confirmado. Isso é possível tendo em vista que o IML ou DML dependendo do Estado, somente faz a remoção após uma ocorrência policial, onde através da policia judiciária (policia civil) é determinado a pericia do cadáver, desta forma pode ser etiquetado o falecido com o número do Boletim de Ocorrência e posteriormente trocado o número pelo nome do falecido. Outra forma de evitar tais questões é buscar na família alguém que esteja mais tranqüilo e que tivesse contato com o falecido mais recentemente.

Estar atento a família buscando auxiliar sem aquela tradicional pressa de vender e garantir o serviço é outro fator importantíssimo para evitar estas trapalhadas.

É possível que mesmo tomando estes cuidados possa trocar corpos, mas havendo os riscos serão bem menor que isso ocorra.

Saúde e Paz



Paulo Coelho



 

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Dono de funerária queixa-se de hospital pela perda de clientes

Fonte: Folha do vale 13/04/2010 17:30:00

O comerciante funerário Francisco Antônio Silva do Nascimento, um dos proprietários do Plasfs, que funciona há seis anos na região, procurou a redação da Folha para denunciar um suposto esquema envolvendo alguns funcionários do hospital distrital de Itaporanga para beneficiar uma única mortuária da cidade, prejudicando as demais e causando constrangimento aos familiares das pessoas falecidas.

Conforme Frank, como popularmente é conhecido, o suposto esquema funciona da seguinte forma: quando um paciente do hospital vem a óbito ou tem seu quadro clínico agravado, o dono da funerária é avisado imediatamente por servidores do nosocômio e, a partir daí, é iniciado um trabalho de convencimento e negociação junto à família do falecido, ainda dentro do hospital, segundo ele, “para que os serviços da tal mortuária sejam contratados”, mesmo os familiares do morto já tendo acertado com outra empresa. “Isso tem causando muito constrangimento às famílias, que acertam com uma funerária, mas terminam tendo que desistir porque são convencidos dentro do hospital a contratar os serviços da funerária para a qual trabalha o esquema”, comenta Frank, ao enfatizar que servidores públicos não podem atuar dentro de um hospital a serviço de uma empresa particular, prejudicando as demais: isso é falta de ética e não pode continuar ocorrendo”.

Segundo o denunciante, os servidores ganham uma comissão por cada defunto repassado à funerária.

Em muitos casos, conforme Frank, a família do falecido contrata os serviços de uma empresa e quando o carro chega ao necrotério, o corpo já tem sido retirado pela outra funerária, cujo dono “tem livre acesso no hospital”. “Naquele caso de Curral Velho, a família de um dos homens mortos, o senhor Juca, me contratou para encaminhar o corpo ao velório e sepultamento, mas quando o meu carro chegou no hospital, às 4h da madrugada, para recolher o falecido, o carro da outra funerária já tinha passado lá e levado o corpo do rapaz”, denuncia.

Em um caso mais recente, conforme Frank, o pai de um homem falecido em Cachoeira contratou os serviços do Plasfs, mas o negócio foi desfeito dentro do hospital por influências de funcionários intencionados a beneficiar a funerária do esquema, o que terminou acontecendo, segundo ele.

Além das comissões pagas aos funcionários, o esquema também é alimentado por um componente político: a funerária que atua hoje dentro do hospital é de gente ligada aos aliados do governo Maranhão, conforme Frank, a exemplo do que ocorria na gestão estadual anterior, quando a empresa privilegiada pelo hospital era de pessoas ligadas a Cássio C. Lima.

“Com a mudança de governo, a funerária que atuava no governo passado foi retirada do esquema e, em seu lugar, ficou a que está atuando agora, e a coisa se tornou ainda mais escandalosa: anteriormente a gente podia trabalhar com mais tranquilidade, mas, depois dessa mudança de governo, a gente está sendo impedido de trabalhar por causa desse esquema para beneficiar uma única funerária da cidade”, lamenta.

Até quando estas informações de agenciamento de cadáveres vão continuar existindo, porque estas situações ainda ocorrem?
Estas perguntas são de simples resposta, mesmo que a resolução destes problemas sejam de difícil solução.
O agenciamento de cadáveres é uma pratica muito antiga, tanto que na evolução da telefonia fixa, foi o agenciamento funerário o responsável por sua modificação.

Nos Estados Unidos da América numa pequena cidade onde haviam duas empresas funerárias o dono de uma delas percebeu a diminuição de seus atendimentos.
Buscando as causas desta diminuição, percebeu um fato curioso, que ocorrerá de certo tempo, onde as contratações presenciais, ou seja, das famílias que vinham até a sua empresa continuava normal, mas os óbitos que ocorriam no hospital eram cada vez menor. Iniciou então uma busca pela razão desta diminuição, no primeiro momento acreditava que seria a interferência do pessoal do hospital que estariam a indicar a outra empresa. Após alguma pesquisa o empresário constatou que a diminuição de seus serviços estava na central telefônica da cidade.

Ocorre que na época, poucos tinham telefone em suas residencias, e o sistema utilizado era por intermedio da telefonista, desta forma cada usuário ao retirar o fone do gancho fazia contato com a telefonista que através de um conector ligava ao ramal solicitado, semelhante aos plug´s de microfone.
Ocorre que uma das telefonistas era a esposa do dono da outra agencia funerária, desta forma quando alguém ligava e normalmente de dentro do hospital, por haver telefone neste local, esta telefonista e suas colegas passavam a ligação sempre para a empresa do marido, alegando que a outra não estava atendendo, direcionando assim os serviços. Diante desta realidade o que outro empresário poderia fazer, denunciar, gritar que pouco mudaria.

Decidiu então tomar uma atitude, com seus conhecimentos em física e eletrônica resolveu por um fim nesta situação, passou a desenvolver um aparelho que pudesse dar liberdade ao usuário do sistema telefônico e ainda garantir a privacidade de quem estivesse falando, tendo em vista que neste sistema era possível ouvir todo conteúdo da conversa na mesa de operação telefônica, a forma seria eliminar o intermediário, ou seja, a telefonista, mesmo que fossem apenas nas ligações locais.

Após muito trabalho e testes o funerário-inventor conseguiu desenvolver um sistema de discagem que executava o mesmo trabalho da telefonista que era ligar um ramal a outro, só que este de forma automática a partir de um disco onde ao girar os números, este acionava o ramal desejado diretamente.

A idéia era simples, mas envolvia mudanças, o número de telefonistas diminuiu, tendo em vista que estas eram necessárias a partir daquele momento, apenas para efetuar ligações de longa distância, o que trazia rejeição natural por parte das pessoas que trabalhavam nesta atividade.

Ocorre então que a partir de uma necessidade foi possível evoluir num processo, se não fosse por perda de serviço, talvez este empresário jamais buscasse desenvolver esta alternativa e o mundo demoraria muito mais tempo até que se chegasse a este sistema que se manteve por muitas décadas até que chegasse os telefones de teclas no inicio dos anos 1990.

Porque ocorre agenciamento de cadáver?
Talvés o principal motivo seja a abertura desenfreada de novas empresas funerárias sem a real necessidade e controle do poder publico que trata este serviço como se fosse apenas mais um comércio, esquecendo que tratasse de serviço essencialmente público de interesse local e que pode ser delegado a iniciativa privada conforme preceitos legais. Outro motivo é provavelmente a facilidade de abertura por parte dos investidores que com uma garagem, seis caixões que as fábricas financiam em cinco ou seis vezes, uma caravam velha do cunhado e uma mesa, o sujeito já se considera funerário. A falta de exigência de comprovação técnica é outro fator que também auxilia os problemas no segmento. Isso tudo aliado a baixa demanda do mercado, fazem com que marginais travestidos de agentes funerários e diretores funerários busquem de forma repugnante a obtenção do serviço fúnebre, demonstrando a todas falta de preparo para o mercado, contratando guardas de hospitais, enfermeiros, policiais e outros corruptos que de alguma forma tem informação privilegiada sobre óbitos ocorridos.

Uma forma de combate a estas questões esta numa regulação macro a nível federal, passando pela criação de um cadastro único de empresas funerárias e agentes, criação de leis municipais exeqüíveis, exigência de entidade de classe que congregue todos os diretores em torno de um conselho, sendo imprescindível para o funcionamento de uma empresa que um Diretor Funerário Pleno, atue na organização.

Estas questões não são utópicas, são difíceis de se alcançar, talvez até mais difícil que implantar um sistema de disco no telefone, mas acredito ser plenamente viável por ser algo que trará muitos benefícios para as comunidades e também ao setor funerário como uma todo.

Saúde e Paz



Paulo Coelho

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Transportando cadáver como se vivo fosse

Fonte: Do G1, em São Paulo
Britânicas são acusadas de tentar 'contrabandear' cadáver em avião

Dupla fingiu que homem de 91 anos, de óculos e cadeira de rodas, dormia.
Elas tentavam voar com o corpo do parente até a Alemanha, diz a polícia.


Duas mulheres foram presas no aeroporto de Liverpool acusadas de tentar "contrabandear" o corpo de um parente morto em um voo para a Alemanha, segundo a polícia.
O caso ocorreu no sábado (3), segundo a polícia. A dupla afirmou aos funcionários do aeroporto britânico que o homem, de 91 anos, que estava em uma cadeira de rodas e usando óculos escuros, estava dormindo.
Mas a farsa acabou sendo descoberta antes do embarque, e as mulheres, de 41 e 66 anos, foram presas sob a acusação de não notificar uma morte.
A polícia também investiga a informação de que as mulheres transportaram o cadáver, de táxi, desde a casa delas, em Oldham, na Grande Manchester, em um trajeto de cerca de 60 quilômetro.
As suspeitas foram soltas após pagar fiança, com prazo até 1º de junho. O inquérito continua. O motivo da morte do homem ainda não foi determinado.

No Brasil em cidades de fronteira – principalmente aquelas seca, que é só cruzar a rua e esta no outro País - reza a lenda que tais situações são muito comuns de ocorrerem, tendo em vista a facilidade de travessia e princípalmente pela burocracia imposta para se fazer translado internacional, sem contar ainda as necessidades técnicas que normalmente não estão a disposição em algumas localidades.

Lembro que certa vez recebi na empresa um corpo oriundo de uma cidade que faz divisa com o Uruguai, onde o atestado foi feito pelo médico de um hospital brasileiro, mas que pelo contexto havia indícios que teria ocorrido no país visinho durante as compras. Seria necessário que este corpo fosse ao IML do Uruguai, se tivesse ocorrido naquele País, como o IML é regional e este que fica a mais de 300 km de distancia do local do óbito, devendo ser levado após os exames para Montevidéu, por questões de transportes aereos e  para após toda a documentação e autorizações de consulado, que levaria o processo não menos de 3 a 4 dias, para chegar ao local de sepultamento – São Paulo. Lembro que como o óbito ocorreu em solo brasileiro e sem necessidade de necropsia, em menos de 24 horas já estava sendo velado e o mais importante, a viúva estava ao lado do filho e demais familiares amparada e podendo homenageando seu marido, que descansava em paz.

Mesmo entendendo que a Lei deve ser cumprida, o que no caso da Inglaterra foi algo que não ocorreu e que é reprovavel, inclusive pelos riscos a salubridade pública, já no caso outro caso, sendo em área de fronteira, deveria haver certa tolerância quanto ao repatriamento, como se fosse uma zona de livre transito, desde que o país do falecido aceitasse, fosse notificado e que o transporte ocorresse de forma devida em veículo próprio para este fim, evitando que o falecido tivesse que ser colocado como se vivo estivesse, como normalmente ocorre, conforme contam alguns colegas destas regiões relatam.

Saúde e Paz



Paulo Coelho

domingo, 4 de abril de 2010

Páscoa 2010


A arte de conviver

Viver em grupo é a forma mais segura que o homem encontrou desde os tempos mais remotos, por questões de segurança e pelas facilidades das tarefas do dia a dia.
Mas sem dúvida nenhuma é uma das coisas mais difíceis de fazer é conviver ou “viver com”, pois mesmo sendo da mesma espécie, somos únicos, temos vontades distintas, aspirações desiguais, projetos que normalmente são focados no pessoal e assim vamos.

O eu sempre é mais forte que o nós, o meu é mais importante que nosso, a vida gira em torno do meu  mundo, como se apenas importasse o que nos aflige, como se o mundo girasse em torno do nosso umbigo apenas.
Hoje o demonstrar carinho, respeito, apreço pelas pessoas é considerado perda de tempo, e este tipo de coisa neste mundo corrido e agitado onde vivemos não pode ocorrer. Fazendo isso permitiríamos que nosso concorrente, seja ele quem for, pai, mãe, irmão, colega, empresário, estivesse nos ultrapassando e isso é inaceitável, neste mundo concorrencial em que vivemos, onde mais vale o ter do que o ser, não pode acontecer.
Pois então, meus amigos, convido a todos a parar um pouquinho, refletir sobre as ações, lembrar das promessas de virada de ano, ver para aonde estamos indo e se é este o local que queremos chegar, se as companhias são as ideais, ou se estamos perdendo ao longo do caminho pessoas caras, que fazem parte de nossa vida, que merecem mais do nosso escasso tempo.

Nesta semana Santa, onde temos a sexta feira da paixão e o Domingo de Páscoa, onde para o Cristianismo juntamente é o período mais importante do ano, que nos oferece a oportunidade de ressuscitar, ter vida nova aproveitando o momento que a época nos oportuniza, bastando estarmos cientes das nossas deficiências e buscar a mudança, não para os outros, mas por nós mesmos, a data apenas serve como simbolismo, a referência que nos possibilita o norte, pois temos a dádiva divina de todo o dia, recebermos em nossas contatas corrente da vida 24 horas, que só podemos gastar da zero hora do dia em que estamos vivendo até a vigésima quarta hora deste mesmo dia, não tendo como acumular nem hora nem minuto, recebemos e gastamos, algumas vezes fazemos isso com sabedoria, alegria, entusiasmo, amor, outras vezes nem sabemos o que fizemos com todo este crédito e aliado a isso o livre arbítrio, onde podemos escolher o caminho do bem ou não, dicotomicamente.

Podemos mudar, se quisermos, mas isso é de dentro para fora, normalmente de forma lenta, mas o resultado é maravilhoso, deixar para traz o que apenas ao passado pertence, aproveitando as lições, libertar o coração das magoas, injustiças, mas tendo presente que apenas o nosso ponto de vista não vale para avaliar as injustiças, o que consideramos como algo que nos fizeram de mau, pode apenas ser uma reação as nossas atitudes, precisamos amadurecer, nos colocar no lugar do outro para saber o porque isso esta ocorrendo, ser vitima não é a melhor posição na vida, apenas nos ocasiona perda de tempo e angustia.

Viver intensamente, lutar pelos objetivos, mas sem perder o foco no que é mais caro, a família, os amigos e o Grande Criador dos Mundos - DEUS, pois o restante é efêmero e conseqüência de atitudes que tomamos.

Feliz Páscoa com muita

Saúde e Paz



Paulo Coelho

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Católicos lembram quinto aniversário da morte de João Paulo II

Fonte: Da France Presse/ G1
Os católicos lembram nesta sexta-feira o quinto aniversário da morte do papa João Paulo II, o pontífice mais popular da era moderna e candidato à santidade.
Nenhuma cerimônia será celebrada em seu nome nesse dia, já que o aniversário cai na Sexta-feira Santa, único dia do ano em que a Igreja Católica não realiza missa.
Na última segunda-feira, com uma missa solene na Basílica de São Pedro, seu sucessor, amigo e colaborador Bento XVI fez uma homenagem a João Paulo II, recordando sua "fé indestrutível", "sua generosidade e entrega" aos demais.
O primeiro Papa polonês da história continua suscitando veneração entre os fiéis, que costumam deixar centenas de cartas em seu túmulo, na cripta de São Pedro, no Vaticano.
"É um mito, um amigo, o Papa mais especial do mundo", afirma um dos bilhetes, que faz parte de um livro lançado recentemente na Itália com o título "Querido senhor Papa", que testemunha o desejo de muitos católicos de falar com ele "como se estivesse vivo".
Muitos católicos em todo o mundo esperavam que o chamado Papa "viajante", "andarilho da fé", que se comunicava com facilidade com as massas, alcançasse a glória dos altares antes do quinto aniversário de sua morte.
O pedido da multidão no dia de seu funeral, em abril de 2005, ao gritar "santo subito" (santo já), foi acolhido por Bento XVI que, graças a uma dispensa papal, abriu o processo antes que passassem os cinco anos da morte exigidos pelo Código Canônico.
Eleito em 16 de outubro de 1978 e morto em 2 de abril de 2005 depois de uma longa doença acompanhada pelo mundo inteiro passo a passo, João Paulo II foi proclamado "venerável" em dezembro de 2009.
Tal reconhecimento, chave para alcançar a beatificação, esperada para este ano, foi atrasado pela proclamação do controvertido papa Pio XII, questionado por seu silêncio durante o genocídio promovido pelos nazistas.
Apesar de diversos milagres terem sido atribuídos a João Paulo II, que morreu por conta do mal de Parkinson, o "milagre" selecionado e apresentado à Congregação para a Causa dos Santos ainda deve passar por uma comissão médica, assim como por teólogos, bispos e cardeais.
O caminho rumo à beatificação, primeiro passo para a canonização, requer uma prova de que um milagre aconteceu, o que é um processo longo e complicado.
Uma série de dúvidas acerca do milagre atribuído a João Paulo II, divulgados pela imprensa polonesa e italiana, asseguram que o caso da freira francesa Marie Simon-Pierre, diagnosticada com o mal de Parkinson, que se curou inexplicavelmente em junho de 2005 por intervenção do Papa polonês, poderá não ser aceito.
O Vaticano não se pronunciou sobre as dúvidas, mas lembrou que se trata de um processo com muitas etapas e no qual várias comissões científicas intervêm.
Veículos da imprensa italiana sustentam há alguns meses que a cerimônia será celebrada no Vaticano em 16 de outubro de 2010, 32 anos depois de sua eleição como primeiro Papa polonês da história.
No entanto, o recente anúncio feito pelo Vaticano da celebração de outras seis canonizações em 17 de outubro e os problemas com o milagre de João Paulo II deverão atrasar a esperada beatificação.



Esta questão nos leva a refletir, por que não criamos cerimônias de aniversário de falecimento, onde podemos montar um púlpito com microfone, guarda-sol cadeiras e mesas para acomodar os amigos e familiares, onde aqueles que desejem falar sobre o falecido tenham a oportunidade, enfeitar o tumulo com coroas e arranjos de flores, convidar o religioso do credo da família para proferir uma oração e homenagear mais uma vez a memória daquele que partiu.
Evento semelhante a isso ocorre na Argentina, onde dependendo da família há adesão de cerca de 30 pessoas nestas homenagens.
É mais uma forma da empresa marcar presença na vida desta família e tornar mais branda a imagem das empresas funerárias junto as famílias e ainda diminuir com a ociosidade que por vezes nos perturba.

Boa páscoa com muita
Saúde e Paz



Paulo Coelho

Cadáver é deixado na chuva no Hospital Estadual de Santana

Foi neste "necrotério" que deixaram o corpo do jovem que faleceu. Falta de cobertura fez corpo ficar em baixo de chuva. Telhado foi improvisado pelos familiares revoltados.Fonte: o correineto.com.br Por Eduardo Neves






O caso ocorreu na noite desta terça-feira, 30, e foi denunciado na manhã desta quarta-feira, 31, durante inspeção no Hospital Estadual de Santana, realizado pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Amapá e pelo Sindicato da Saúde (SINDSAÚDE).

De acordo com as denuncias apuradas pelo presidente da CDH/AL, deputado estadual Camilo Capiberibe (PSB/AP) e pelo coordenador do SINDSAUDE Dorinaldo Malafaia, um jovem de 22 anos com sintomas da gripe AH1N1 teria conseguido chegar de bicicleta até em frente ao Hospital de Santana por volta das 9h30 da noite e depois de ataque fulminante acabou caindo e foi a óbito.

O fato poderia passar despercebido não fossem os procedimentos adotados depois do falecimento do jovem que pode ter sido vítima de gripe suína. “Colocaram o cadáver no necrotério que está sendo reformado e deixaram o corpo pegando chuva. O pior é que os familiares, revoltados com a situação, queriam linchar os trabalhadores”, denunciou uma enfermeira que preferiu não se identificar.

Indagado pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa e pelo Sindicato de Saúde sobre o que teria acontecido com o cadáver, o administrador do Hospital, Fernando Cegado admitiu que o fato ocorreu, mas em sua versão ele teria orientado os maqueiros a levar o cadáver para o bicicletário que estaria coberto e teria espaço. Cegado então afirmou que os trabalhadores não seguiram sua orientação e que por isso mandou demitir os maqueiros que colocaram o corpo do jovem no necrotério do Hospital.

Superlotação - No setor de pediatria cada leito estava sendo dividido por duas crianças com acompanhantes. Num dos casos existe um bebê com pneumonia e outro com rotavírus no mesmo leito. “Eles estão sujeito a infecção hospitalar”, alertou Dorinaldo Malafaia.

No setor onde fica a maternidade não é diferente e em muitas ocasiões mulheres grávidas tem que dividir o mesmo leito hospitalar.

Questionado pelo deputado estadual sobre a situação da pediatria, o administrador disse que é “normal” por causa da quantidade de moradores do município de Santana, e que na tarde desta quarta-feira, seria inaugurado o Pronto Atendimento Infantil com 13 leitos. “Mas isso não resolverá a situação em que hoje se encontra a pediatria, alivia, mas é um mero paliativo”, disse Camilo, ao cobrar explicações para diversas obras abandonadas, como a da Maternidade que está parada há mais de dois anos que pela estrutura poderia ter impacto importante na qualidade do atendimento ao povo santanense, mas não foi concluída.

“O que inviabiliza esta obra é a incompetência e a falta de compromisso com o povo de Santana do governador Waldez e do Secretário de Saúde Pedro Paulo Dias de Carvalho”, declarou o deputado durante visita na área em que seria a Maternidade.

O deputado do PSB se irritou ao saber que há recursos da ordem de R$ 12 milhões para investimentos em um projeto de revitalização do Hospital de Santana e o governador Waldez e o Secretário Pedro Paulo Dias de Carvalho, apesar de estarem há sete anos no poder, foram incapazes de tocar a obra.

Nos corredores do hospital, a reclamação dos pacientes foi generalizada. “Aqui agente procura medicamento e não encontra. Se queremos tomar um soro somos sujeito a ficar sentados neste banco porque não tem leito”, disse o aposentado Manoel Viana, que está com dengue há 11 dias.

Se a falta de estrutura provoca caos para atender os pacientes, a situação dos profissionais de saúde está pior ainda. “Teve casos de um técnico de enfermagem aqui no hospital para atender 100 pacientes. Sem contar que a Secretaria de Saúde está usando voluntários para fazer atendimentos”, disse o técnico em enfermagem Richarlisson.

Os técnicos em enfermagem denunciaram ainda a falta de medicamentos e de Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs). “Uma vez eu me furei e o que eles fizeram foi me mandar fazer exame de sangue, não existe acompanhamento psicológico”, disse o mesmo profissional que é técnico em enfermagem.

Diante das denuncias, o deputado Camilo Capiberibe estará encaminhando relatório ao governador do Amapá Waldez Góes (PDT/AP), ao secretário de Saúde Pedro Paulo Dias de Carvalho e aos Ministérios Públicos Estadual e Federal para as devidas providências. “Vamos encaminhar ao Ministério Público, pois o governo Waldez não se sensibiliza . Só com ação e determinação judicial eles fazem alguma coisa”, desabafou.


O respeito pela honra e memória das pessoas falecidas e consideração aos familiares devem ser mantidos, a exposição, maus tratos a cadáveres é crime conforme o Códi Penal Brasileiro Vilipendio art. 212, com pena prevista de 1 a 3 anos de detenção mais multa, bem  sabemos que não é apenas neste hospital que ocorrem situações como esta, há muitos outros locais onde os agentes funerários enfrentam dificuldades para a busca de corpos, assim como as famílias que alem da dor da perda percebem a total falta de respeito, higiene para com quem falece.

É possível se mobilizar para mudar esta problemática, fazendo relatos, fotografando, denunciando estes locais que são inadequados para que a pessoa falecida aguarde a remoção da empresa funerária. Não é porque esta morto que aquele corpo não merece respeito.
Neste momento mais uma vez se mostra fundamental a Tanatopraxia, para evitar que doenças oriundas destes locais possam ser disseminadas através de quem visite o velório.
Saúde e Paz

Paulo Coelho


Padre de cidade francesa chega bêbado e atrasado para funeral

Fonte: Da EFE / G1 

Paris, 31 mar (EFE).- O padre da Igreja de Saint-Jean, na pequena localidade de Muret, no sul da França, chegou bêbado e atrasado para um funeral que realizaria, e, como se não bastasse, agrediu com um soco um dos presentes no velório, informa hoje a imprensa local.
O pároco, cuja embriaguez foi confirmada por um exame, foi detido pela Polícia e agora responderá na Justiça pela agressão que cometeu.
Segundo informações, por volta das 10h50 (5h50 de Brasília) de ontem, o padre, natural de Burkina Fasso e de 46 anos, chegou com atraso e visivelmente bêbado para o funeral.
"Ele cambaleava e mal conseguia falar. Insistiu em celebrar o velório, mas nós nos opusemos", disse ao jornal "La Depeche" uma das pessoas que foi à igreja.
Como o religioso só pronunciava sons sem sentido, os funcionários da funerária contratada interromperam o sermão e pediram ao pároco que se desculpasse com os familiares e amigos da mulher cujo corpo estava sendo velado.
O padre se recusou a atender ao pedido e reagiu violentamente, dando um soco em um amigo do filho da falecida. Pouco tempo depois, chegou a Polícia, que, após comprovar que o sacerdote estava bêbado, levou-o detido.
Em nota, o arcebispado se disse "consternado" com o ocorrido, pediu perdão à família e à comunidade de Muret, e garantiu que tomará todas as medidas necessárias para que o pároco "consiga se livrar de sua dependência em relação ao álcool". EFE


Gostaria que este canal de comunicação servisse apenas para divulgar boas informações, onde o segmento e serviços afins fossem bons exemplos de fato inspiradores, mas como nem tudo são flores, acredito que estas notícias reais nem tão boas nos sirvam de alerta para que nossas empresas e comunidades não sejão as próximas a aparecer nestas manchetes constrangedoras.

Saúde e Paz

Paulo Coelho

sexta-feira, 26 de março de 2010

Porto Alegre 238 anos

Bairrismo
Dizem por ai, Brasil a for a que todo Gaucho é bairrista, e por excelência todo porto alegrense e pós-doutorado neste tema, o que eu gostaria de por em avaliação.

Primeiro vamos estabelecer o que significa ser bairrista... pessoa que tem alto apresso ao que é seu, alguém que valorize tudo que lhe pertence, que cuida como sendo raro algo que até parece ser sem valor, ao olhar do desconhecido.

Se estas definições acima são legitimas, vamos ver se temos o por que ter orgulho de alguma coisa por esta terra.

Temos o mais belo por do sol do mundo, considerado por estrangeiros, temos clubes de futebol (2) que conseguem abranger todo o Estado, ou seja, alguém pode ser juventudino, caxiense, pelotense, Brasil de Pelotas, mas é também Gremista ou Colorado. Tivemos uma revolução que perdurou 10 anos, que se iniciou nesta cidade, onde o objetivo era democratizar as verbas dos impostos, possibilitando que seu povo tivesse acesso a estradas, saúde e educação, estou falando em 1835. Nasceu aqui nesta cidade um dos maiores movimentos culturais do mundo - que se espalharam por todos os cantos do mundo o CTG – Centro de Tradições Gauchas – sim!!! Foi fundado junto ao Colégio Julio de Castilhos – o Julinho – temos no mês de setembro uma cidade dentro da Capital onde o campo invade o concreto, juntando mais de 350 piquetes – que é uma espécie de CTG com dimensões menores – e não se juntam apenas para beber e comer churrasco, o objetivo é questões culturais das origens e valorização da cultura, juntando mais de 500.000 pessoas durante os 20 dias de evento, mesmo sendo chamado de semana farroupilha. Temos ainda o aeromóvel, criação gaucha que já foi exportado, mesmo não tendo sido aproveitado aqui como deveria. Temos um porto que pode ser mais belo que o Madero de Buenos Aires, mesmo escondido por um muro gigantesco.

Certamente poderia ficar aqui falando muito mais das maravilhas da bela Porto Alegre, mas ai seria taxado de Bairrista... prefiro então fazer apenas mais uma referencia para que vocês possam tirar suas conclusões, vou falar das porto alegrenses, as mais belas mulheres do Brasil, seguidas de perto claro pelas demais gauchas...

Aqueles que não acreditarem podem vir a Porto Alegre que irão se encantar e comprovar tudo isso que eu falo.

Desta forma concluo que não somos bairristas apenas apreciadores das boas coisas da vida e valorizadores destes privilégios que Deus nos disponibilizou.

Porto Alegre é que tem um jeito legal, é lá que as gurias etc. e tal... nosso atual prefeito José Fogaça ao compor esta musica foi muito feliz, pode captar nuances da Capital que só quem ama esta terra é capaz de fazê-lo.

Parabéns Porto Alegre pelos seus 238 anos, sabemos que temos muito que melhorar, pois somos exigentes, e trabalharemos para isso ocorrer, mas morar aqui é bom de mais.

Saúde e Paz

Paulo Coelho

O NEO Consumidor

Na noite de quarta feira passada assisti palestra do Diretor Mauro Schaan, para Região Sul da Gouveia de Souza Consultoria, uma das mais respeitadas empresas do seu segmento, tendo em seu portifólio empresas como a Vivo Celulares entre outras gigantes dos setores de bens, serviços e industria, que veio falar sobre o NEO CONSUMIDOR.


As novidades chegarão, mais cedo ou mais tarde mas elas estarão entre nós querendo ou não, um exemplo disto é o telefone celular, a dez anos passados era raro, a quinze não tínhamos e não sentíamos falta, hoje ter um é imprescindível, sair sem ele de casa é inaceitável, ter dois já passa a ser normal e esta é a amostra básica desta mudança de habito do consumidor.

As empresas necessitam estar atentas as estas mudanças, hoje já é comum as empresas se dividirem no atendimento através de ferramentas como o Twitter, onde o consumidor acompanha as novidades em tempo real. Nos EUA clientes pesquisam na internet mesmo dentro das lojas físicas, comparando preços e serviços e decidindo através do atendimento, forma de pagamento e tipo de mercadoria.

O foco no mercado continua sendo a base para o crescimento da empresa seja física ou virtual, sem Isto é impossível manter clientes, que e sabido é mais econômico que conquistar novos.

Cerca de 40% das empresas sem comunicação com seu público fecharão diz uma pesquisa americana. No Brasil o resultado de pesquisa semelhante chegou a 76%.

A internet é o principal cana de comunicação. A loja física dentro da virtual e vice-versa. Há uma grande rede de lojas na América do norte que vende pela internet e o cliente passa na loja física no Dryve e retira sua mercadoria, se quiser tem a possibilidade entrar na loja, mas o espaço da frente é reservado para este serviço de entrega.

No Brasil empresas como Tok Stock já disponibiliza serviços através de celular para que o cliente localize a mercadoria dentro da loja – qual corredor, prateleira... outra grande empresa que investe pesado neste segmento é o Ponto Frio.

Empresas desenvolveram aplicativos para Iphone com o intuito de facilitar esta localização de mercadorias dentro de lojas.

Sustentabilidade

Pesquisas mostram que 60% dos consumidores pesquisados já compraram mercadoria com apelo ecológico e mais ainda 68% consideram a possibilidade de comprar com mais freqüência tais produtos. E o mais alarmante, 80% não aceitam pagar mais por estes produtos ou serviços, querem que estes tenham preço igual ou inferior aos produtos ecologicamente incorretos.

O Brasil será a bola da vez durante os próximos 10 anos.

Mudanças nos hábitos dos americanos e irá se alastrar para o restante do mundo. Marcas próprias farão parte cada vez mais da iniciativa das empresas e grandes redes. Assim como marcas que apenas forneciam passam a vender diretamente através de lojas próprias, para não ter que vender aos varejistas que em determinados segmentos fazem o preço, claro exemplo disto é a Via uno de calçados com mais de 200 lojas espalhadas pelo mundo.

Todo movimento é com o foco no cliente, para o cliente. Os consumidores das classes “C, D e E”, estão mais exigentes do que nunca, não bastando oferecer o “basicão”, eles querem mais, mais qualidade, mais comprometimento, mais serviços agregados, mais atenção, mais valorização.

Entramos novamente numa roda de desenvolvimento, onde haverá mais empregos formais, que irá gerar mais renda, que por sua vez possibilitará o aumento da oferta de crédito que irá propiciar mais confiança que por sua vez irá gerar mais produção, que resulta em mais emprego e tudo novamente.

Para que tenhamos o sucesso merecido será necessário que tenhamos o foco no cliente e nisto o mais importante conselho que pudesse ser ofertado seria Cumpra o que promete, este é o básico, se sua empresa oferece atendimento diferenciado entregue, se oferece preço baixo, pratique preço baixo, se for facilidade no pagamento cumpra.

Conforto, preço baixo, acessibilidade, isso tudo conquista não apenas clientes, mas sim os melhores e mais eficientes vendedores do seu negócio, e o que é melhor com custo zero.



Saúde e Paz



Paulo Coelho

quarta-feira, 24 de março de 2010

Curitiba 27 empresas Funerárias disputam 26 vagas

Prefeitura vai selecionar empresas para atuar na cidade nos próximos dez anos.
Fonte: Gazeta do Povo
Publicado em 23/03/2010
Ari Silveira

Apenas 27 empresas permanecem na concorrência pública para a contratação das 26 concessionárias de serviços funerários que atuarão em Curitiba nos próximos dez anos. A comissão de licitação da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA) publicou a lista das empresas habilitadas no último sábado, na Gazeta do Povo. Outras 26 funerárias foram eliminadas. Entre elas haveria até empresas “fantasmas”. O prazo para apresentação de recursos começou ontem e termina na sexta-feira. Se ninguém recorrer, a licitação será concluída na semana que vem.

Uma das empresas apontadas como inexistentes é a Funerária Campo do Tenente, de propriedade do presidente do Sindicato das Funerárias do Paraná, Gélcio Miguel Schibelbein. Gélcio garante que a funerária existe e funciona regularmente. “É um escritório simples, acanhado, porque Campo do Tenente é uma cidade pequena, tem duas funerárias e registra dois a três óbitos por mês”, argumenta.

Saiba mais
A Empresa Funerária Nossa Senhora de Fátima também foi desclassificada por não ter caracterizado que presta serviços funerários. Já as demais concorrentes foram desclassificadas por não cumprirem outros itens do edital, como capital social de pelo menos R$ 100 mil, sede com área mínima de 60 m², dois veículos adaptados para o transporte de caixões e urnas funerárias, apresentação da documentação exigida e restrições à composição societária. Empresas cujos sócios tenham participação em outras funerárias estão impedidas de concorrer.
Das atuais concessionárias de Curitiba, foram eliminadas as funerárias São Francisco, Pinhei­­rinho, Bom Pastor, Müller e Bom Jesus, que podem entrar com recurso até sexta-feira.

Recursos
O advogado da Associação dos Estabelecimentos de Serviços Funerários dos Municípios da Região Metropolitana – que congrega funerárias da região, com exceção da capital –, Geraldo Mocellin, contesta o resultado. “Foram habilitadas empresas que têm o mesmo sócio e que compõem grupo econômico, o que é vedado pelo edital e pela Lei das Licitações”, acusa. “Também foi inabilitada uma empresa da associação, a Prevenir, de Pinhais, que é melhor prestadora de serviços funerários da região na atualidade, por um erro de análise da documentação por parte da comissão de licitação.”
Mocellin promete recorrer das habilitações e inabilitações supostamente indevidas. Segundo ele, há indícios de direcionamento do processo licitatório.
Próxima fase
A próxima fase da licitação é a proposta de valores. As empresas terão de destinar um porcentual mínimo de 4% do valor registrado em nota fiscal dos serviços ao Fundo do Meio Ambiente, responsável pela conservação dos quatro cemitérios municipais de Curitiba – São Francisco de Paula, Água Verde, Santa Cândida e Boqueirão.
Classificassão
“A classificação será feita pelo maior porcentual oferecido”, explica Augusto Canto Neto, diretor de Serviços Especiais da SMMA, ao qual está subordinado o Serviço Funerário Municipal. Não haverá limite máximo, mas porcentuais muito altos, incompatíveis com a realidade contábil das empresas, não serão aceitos. “Se não conseguirmos contratar todas as 26 empresas nesta concorrência, abriremos nova licitação para preencher as vagas”, avisa o diretor. O prazo é de dez anos, prorrogáveis por mais dez.

Entenda o caso cronológicamente
 
Rodízio de funerárias existe desde 1987, mas licitação só foi anunciada 20 anos depois.

Agosto de 1987 – Decreto assinado pelo então prefeito Roberto Requião institui o rodízio entre as 21 funerárias de Curitiba, para evitar o agenciamento de corpos. Nenhuma delas foi selecionada por meio de licitação, como determina a Constituição.
Setembro de 2005 – Uma ordem de serviços do departamento de Serviços Especiais da SMMA libera as funerárias do rodízio para funerais ocorridos fora da cidade.
Junho de 2007 – Depois de uma exigência do Ministério Público, a pre­feitura de Curitiba anuncia que vai abrir licitação para a escolha das funerárias.
Fevereiro de 2009 – Matéria da Gazeta do Povo mostra que funerárias da capital mantêm agenciadores em cemitérios e no Instituto Médico-Legal.
Maio de 2009 – Um novo decreto, o 699, volta a instituir a obrigatoriedade do rodízio.
Outubro de 2009 – Devido a uma série de irregularidades, a prefei­tura lança outro edital para a licitação.
Dezembro de 2009 – 53 em­presas entregam os documentos para a fase de habilitação.
Março de 2010 – Comissão de licitação divulga lista das 27 empresas habilitadas.

Ponto de vista
O processo deflagrado em Curitiba não é o melhor para as empresas locais, o que pode ser evitado, mas esta oportunizando melhoria no sistema, se houver rigido controle, o que acontecia por exemplo na Capital dos Gauchos onde após o processo semelhante a este de Curitiba, a Comissão Municipal de Serviços Funerários atuou de forma proativa exigindo o cumprimento da legislação em vigor.
Os empresários da Capital Paranaense tiveram tempo para se organizar, buscar acessoria e adaptar-se as exigencias de um processo licitatório, neste momento havendo uma empresa mais que o número determinado pela Prefeitura para exploração do serviço, cabe ao grupo selecionado prudencia para não inviabilizar o seu negócio oferecendo ao poder público valores incompativeis com a realidade do segmento.

Saúde e Paz

Paulo Coelho