domingo, 26 de setembro de 2010

Primavera tempo de renovação

Com a chegada neste dia 21 de setembro o blog e o Laboratório São Carlos de Somatoconservação e Produtos Quimicos para Tanatopraxia vem desejar a seus clientes e amigos que a estação da renovação floresça nos corações a vontade de rever conceitos, modificar hábitos e vencer obstáculos.

Investir em treinamento e em novas soluções tecnológicas são formas de evoluir e começar a ganhar dinheiro.



Sistema circulatório Humano
Disponivel em banners
50x40 e 100 x 80 cm 

Clique sobre o link http://www.procreo.jp/labo/flower_garden.swf  e ao abrir, clique com o botão esquerdo do mouse arrastando este pela tela e descubra o que acontecerá.!!!
É um presente simples mas com desejo de muitas vibrações positivas a vocês estimado leitor.

Saúde e Paz

Paulo Coelho







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Alguns dos produtos de EPI dispuniveis


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A vida e suas transformações.

A vida dos homens é feita de transformações, desde o nascimento até o óbito e para isso existem ritos de passagens, que se bem organizados do ponto de vista emocional permite melhor aceitação destas fases.

Ao nascer passamos de um ambiente protegido, quente e acolhedor a um local frio, seco e quase sem o contato se comparado o que havia antes, no útero materno.

Logo em seguida inicia uma série de modificações onde as perdas são cada vez mais freqüentes, toda a atenção inicial diminui, o bico (chupeta), a mamadeira, gradativamente será substituída por copos e pratos, algo mais coletivo, estas perdas podem marcar se não bem elaboradas, assim como as responsabilidades que são impostas pela troca das fraudas por utilização do banheiro.

A socialização é algo muito importante e ocorre na fase seguinte, com o inicio do convívio social e a necessidade de se relacionar com pessoas estranhas, se levarmos em consideração que até então existiam apenas os familiares e todos dirigindo sua atenção ao bebê, esta nova situação pode ser traumática, dependendo da forma com que se conduz, tanto que o afastamento da mãe se dá de forma gradual, em casos de deixar a criança em creche ou escola há o período de adaptação, que pode levar de entre cinco e quinze dias. Esta adaptação tanto serve para a mãe quanto para o bebê.

Ao chegar a adolescência ou mesmo na pré-adolecencia o que alguns chamam de ABORRESCENCIA, é normal que os limites estejam mais próximos dos extremos, onde a vontade que querem validar é a dos filhos, as saídas com os amigos para cinema, aniversários e as mini-baladas, os trabalhos em grupos na escola, e nesta era da informática tem ainda as conversas intermináveis com as amigas e amigos pelas redes sociais.

Os quinze anos para as meninas e os dezoito para os meninos ainda marcam a passagem definitiva de criança a adolescência ou a entrada na vida social, muito mais no passado do que hoje, mas ainda há esta distinção, com o baile de debutante ou festa de quinze anos, que algumas vezes são trocadas por viagens a outros países e normalmente sozinhas, e o menino ganha o primeiro carro, o que lhe confere maior independência. Mas os limites e a forma com que o zelo são dispensados podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso deste jovem, que sem limites poderá perder preciosos anos de sua vida se não perder até mesmo a própria vida. Para os pais se acostumarem com a visão imortal do filho é demasiadamente difícil, e leva tempo para se acostumar.

Ao casarem já na outra etapa, há um nova apresentação do casal a sociedade onde se diz, aquele bebê que ao nascer e foi batizado e apresentado a sociedade, que depois foi apresentado como adolescente aos quinze ou dezoito e que estava disponível para futuro relacionamento, hoje esta formando uma nova família e em breve todo o ciclo reinicia, até chegar o momento da despedida e da perda inevitável, com a chegada da morte.

Mas o que podemos aprender com esta linha traçada sobre a vida...

Que somos perenes, que a mudança é real e inevitável, que os filhos irão crescer, evoluir, farão descobertas boas e más, que no caminho haverá perdas, algumas menos significantes outras mais, e que estas perdas devem ser tratadas com cuidado para que seja possível a boa elaboração e que esta não se transforme em patologia no futuro.

Cada pessoa reage de maneira diferente frente a situações semelhantes e isso há de ser respeitado.

Cabe aos pais e aos profissionais saberem identificar cada necessidade para melhor acolher seu protegido.

O acolher esta em se fazer presente de forma sincera no momento da necessidade e de forma atenta ouvir, não apenas com a faculdade auditiva, mas através da leitura dos sinais, do pedido de socorro, da manifestação de vontade gestual, mas para tanto é preciso ter sensibilidade, estar atento e querendo acolher, seja sua família seja seu cliente.

Muitas vezes se perde pessoas e clientes, pela falta de atenção que dispensamos a estes, assim um jovem se torna drogadito, pois seus pais não notam suas transformações e pedidos de socorro e também perdemos clientes por não entregar produtos e serviços que estes necessitam, não fazendo contatos posteriores ao atendimento.

A analogia do nascimento da criança é o cliente que entre na nossa “vida” empresa e que busca atenção, carinho, respeito e acolhimentos, já na adolescência ele busca pulso firme, informando quais são suas necessidades (Tanatopraxia), ao formar outra família espera que indiquemos o caminho correto, se pompas fúnebres, sepultamento tradicional, cremação, por não serem maduros suficientes ainda dependem que os indiquemos o caminho mais adequado.

Saber responder estas questões e permitir ainda que o jovem e o cliente escolham, pois ainda há o livre-arbítrio o que possibilita o crescimento que o fará mais forte e melhor pessoa ou consumidor.
Seja com cliente, seja com familiar, o que se deve fazer é mostrar o caminho, com didática adequada e acessível para o estagio de desenvolvimento que o outro se encontra, mas sempre permitindo espaço para o dialogo.

Transformar o adolescente em cidadão de bem e o cliente em fiel usuário de sua empresa é o sonho de consumo tanto dos pais quanto dos empresários, dos filhos renderá netos de bem, que será a nossa perpetuação na terra e dos clientes haverá mais negócios trazidos por este e que trarão outros mais e a organização crescerá e renderá bons frutos nos marcando no mercado como exemplar empresário o que também será uma forma de se perpetuar na terra.

Espero conseguir ser compreendido dentro deste artigo que trata tanto do desenvolvimento pessoal quanto empresarial.

Saúde e Paz



Paulo Coelho

sábado, 18 de setembro de 2010

Hino Rio Grande do Sul - legenda


Através da letra do hino riograndense é possivel entender um pouco de nossa cultura e valores.
Feliz semana farroupilha e 20 de setembro!!!
Saúde e Paz
Paulo Coelho

Gaúcho - Eu Sou do Sul

Rio Grande do Sul

Porquê 20 de Setembro

Numa terra esquecida pelos governantes há muitos anos, viviam cerca de 400 mil pessoas o ano era 1834. A população concentrava-se mais na região da depressão central e litoral, onde os 14 municípios existentes eram Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo, Santo Antonio da Patrulha, Cachoeira do Sul, Pelotas, Piratini, Alegrete, Caçapava do Sul, São José do Norte, Triunfo, Jaguarão, São Borja e Cruz Alta. Entre eles, três se destacavam: Porto Alegre, capital da província; o porto de Rio Grande, por onde se fazia a maior parte das transações comerciais; e Pelotas, onde prosperava a manufatura do charque.


Sem que houvesse uma ponte se quer, numa terra onde o transporte era por meio de carroça as situações iam ficando cada ver pior.

As peculiaridades deste Estado / Província, que na época foi o ultimo a fazer parte do Brasil, somente após o tratado de Madrid foi integrado a coroa de Portugual, e que fazia fronteira entre Argentina e Uruguai. Refiro-me a Província de São Pedro do Rio Grande do Sul 1821, que veio a dar origem ao Estado do Rio Grande do Sul.

Um povo valeroso como dito no hino da Capital gaucha, que tem por principio lutar por seus ideais, pensar por si só, não aceitar imposições, ser reconhecido por seus irmãos brasileiros como politizados, contestadores e de van guarda, sempre fez deste povo ter responsabilidades e não aceitar calado as injustiças impostas.

Este povo tem em suas origens seu maior legado, valoriza a terra, o campo, o folclore e as tradições, é patriota ao estremo, mas bairrista sem igual, tem no hino Rio-grandense um mantra de valorização do passado e alerta para o presente mostrando do que é capaz para o futuro.

Pois é este povo que comemora o dia 20 de setembro, data que marca o inicio da revolução farroupilha ou guerra dos farrapos 1835 - 1845, forma pejorativa - alusivo a forma com que se encontravam as roupas e bandeiras (esfarrapadas) no final da revolução pela falta de condição financeira das forças rio-grandense frente ao Império.

Muitas pessoas que desconhecem a história e questionam, como podem esses gaúchos comemorarem uma guerra que foi perdida?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Farrapos (historia da revolução)

Desfecho: Vitória Militar Imperial;
Vitória Política Republicana;
Tratado de Poncho Verde;

O que se comemora não é o resultado final das batalhas, inclusive porque ninguém ganha numa guerra, todos sempre perdem, mas no caso do 20 de setembro, o que se faz é lembrar os valorosos combatentes, desde os estancieiros, índios, negros, soldados e oficiais, sem esquecer as guerreiras mulheres que por dez anos tocaram as fazendas e suas vidas quase sem a ajuda dos homens, lembrando que nesta época as mulheres eram cidadãs de segunda classe, conforme a sociedade impunha.

Homens como Bento Gonçalves da Silva, David Canabarro, General Antônio de Souza Neto, que eram os principais personagens e que como homens livres e de bons costumes resolveram dar um basta no descaso do Império, ainda contaram com a ajuda do lendário Giuseppe Garibaldi, idealista combatente Italiano.

Vitorias e derrotas de parte a parte nas batalhas, entre estes longos dez anos marcaram e mostraram a força desta gente, contra todo o IMPÉRIO e seu poder financeiro.

Somente com a chegada de Duque de Caxias para assinar o termo de paz, mas não a rendição, foi possivel selar em 1º de marco de 1845 sob o nome Tratado de Poncho Verde.

Mesmo sendo adversário, Caxias e as Lideranças farroupilha pertenciam a uma mesma ordem, o que possibilitou a assinatura do termo de paz, desejado pelos dois lados, com o compromisso do Império de aceitar as reivindicações dos Gaúchos, que estavam entre elas obras de infra-estrutura, escolas, hospitais e maior respeito e valorização dos produtos gaúchos.



Na atualidade a forma com que os gaúchos tem para dizer OBRIGADO por nos mostrar que o “bom combate deve ser feito” é montar verdadeiras cidades em lugares especiais como Porto Alegre, Pelotas, Bagé, Alegrete, Santana do Livramento, Caçapava do Sul entre muitos e muitos outros municípios do Rio Grande do Sul.

Em Porto Alegre são mais de 370 piquetes, que é uma espécie de CTG (Centro de Tradições Gauchas) em tamanho reduzido, transformando o Parque Harmonia na Capital, numa grande estância.

Uma das formas mais eficientes de projetar o futuro é lembrando o passado, e isso o povo gaucho faz sempre.

Sou brasileiro por ser gaucho, sou contestador por conhecer meus direitos e tenho como principio lutar até a morte para garantir que mesmo as idéias que eu discorde possam ser expressadas de forma livre!!!

Acredito que isso sirva como conceito de ser gaucho, lutar por ideais buscando a Igualdade, Liberdade e Humanidade.
Este povo é LIVRE!!!
Ahhh eu sou Gaucho!!!
Paulo Coelho .’.

sábado, 11 de setembro de 2010

Tanatopraxia, o el arte de embellecer cadáveres

viernes 10 de septiembre, 3:09 AM


http://ar.news.yahoo.com/s/10092010/24/n-argentina-tanatopraxia-arte-embellecer-cadaveres.html


por: Natalia Kidd

Buenos Aires, 10 sep (EFE).- La técnica de devolver el aspecto natural a los cadáveres y retrasar su descomposición, incluso quitarles las marcas traumáticas de un accidente, es una práctica que aumenta en Argentina, donde en estos días se dan cita los mayores referentes suramericanos de esa disciplina.

La tanatopraxia mejora el aspecto del cuerpo y también lo desinfecta por dentro y por fuera, evitando la putrefacción, un factor clave para funerales prolongados o circunstancias en las que los cementerios están abarrotados y hay demoras para los entierros.

El proceso puede ir desde el maquillaje y la hidratación de la piel del rostro -la tanatoestética- hasta intervenciones complejas de reconstrucción para borrar las huellas de accidentes o los cortes de los forenses en las autopsias.

"Esta técnica quita el 'color a muerto' y parece como si estuviera dormido. Esto es importante para la familia de quien ha fallecido pues no es lo mismo despedirse de un familiar que de un cadáver", dijo a Efe Ricardo Péculo, director del Instituto Argentino de Tanatología Exequial, donde se enseña tanatopraxia.

Según los expertos, que hasta este viernes asisten en Buenos Aires a Funexpo, una convención del sector fúnebre, esta práctica aún está poco difundida en Argentina por desconocimiento y por ciertos tabúes frente al fenómeno de la muerte.

Daniel Larovere, tanatopráctico y comercializador de camillas especiales para realizar estas intervenciones, apunta a la cualificación de quienes aplican esta técnica como el factor diferencial que determinará el rumbo futuro de la tanatopraxia en Argentina.

"Hay buenos expertos, que hacen incisiones mínimas, y otros que, en cambio, hacen una carnicería", se quejó.

Para Larovere, uno de los mayores referentes mundiales en la materia es el francés Jean Monceau, que intervino en los cadáveres de la princesa Lady Di, de la actriz Bette Davis y del modisto Guy Laroche.

La tanatopraxia tiene sus orígenes más remotos en el antiguo Egipto y empezó a ser utilizada con mayor asiduidad durante la Guerra de Secesión en los Estados Unidos (1861-1865) para preservar por más tiempo los cadáveres de los muertos en combates.

Inicialmente se usaba arsénico, pero resultaba muy peligroso para los tanatoprácticos, por lo que luego comenzó a utilizarse formol.

"Hoy se utiliza una combinación de químicos para estabilizar la materia corpórea y evitar la putrefacción por un mínimo de quince días y hasta por un máximo de 45 días", explicó a Efe Paulo Coelho, presidente de la Asociación de Emplesas de Brasil y director del Laboratório São Carlos del Brasil.

El proceso, que puede demandar unas dos horas de trabajo, se inicia con la profilaxis externa del cuerpo y sigue con la introducción de líquidos conservantes a través de las arterias -unos ocho litros para un cuerpo de 75 kilos-.

A medida que se introducen estos líquidos, se extrae la sangre.

En algunos casos también se extraen los gases encerrados en diversos órganos.

Una clave, según Larovere, es conocer de qué ha fallecido la persona pues, por ejemplo, si murió de hepatitis B y se le inyectan ciertos químicos, se puede producir un contraste de colores y el cuerpo vira al verde.

En casos de muertes traumáticas o de cortes por autopsias, se requiere primero cerrar las heridas y los cortes que presente el cadáver para luego iniciar la inyección de líquidos conservantes.

Quienes realizan esta práctica deben adquirir conocimientos de anatomía, biología y química porque, si se da un paso equivocado, no es posible revertirlo.

Coelho, quien también preside la Asociación Brasileña de Tanatopraxia, asegura que en su país esta práctica está mucho más difundida que en Argentina y que incluso hay personas que en vida expresan su voluntad de que su cuerpo luzca lo más vivaz posible en su funeral.

Fue Víctor Hugo quien alguna vez postuló en un poema que "la belleza y la muerte son dos cosas profundas, con tal parte de sombra y de azul que diríanse dos hermanas terribles a la par que fecundas, con el mismo secreto, con idéntico enigma".

Devolver algo de belleza a un cadáver está lejos de tener pretensiones poéticas, pero al menos intenta dar a los vivos un poco de consolación. EFE

Durante a FunExpo 2010 da Argentina, fui entrevistado juntamente com outros colegas sobre o tema do evento, entre os mais concorridos para entrevistas em todas as mídias foi Ricardo Péculo, que chegou a ser o guia dentro do evento de um canal de TV para América Latina.
Muito me alegrou poder auxiliar neste processo de avolução do segmento funerário Argentino.

Saúde e Paz

Paulo Coelho

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FunExpo2010 Argentina

O evento bi-anual que ocorre em Buenos Aires que ocorre sob o comando da FADEDSFYA esta sendo um sucesso de Público e Expositores .

Nos dias 08, 09 e 10 de setembro o Congresso de Empresas Funerárias da Argentina que por suas peculiaridades de cultura e idioma reúne grande número de empresas funerárias de norte a sul do pais sede alem de brasileiros, chilenos, uruguaios, bolivianos, porto-riquenhos, peruanos, espanhóis e italianos, entre outros que possivelmente não tenha tido a oportunidade de conversar.

Os conteúdos programáticos muito pertinentes e traduzem a realidade e necessidade do setor na América latina, o que demonstra nossa proximidade em aspirações e lutas.

A hospitalidade dos amigos Argentinos sempre de ótima qualidade, o cambio favorável é outro fator positivo em favor do Brasil neste encontro, os palestrantes trouxeram casos alem de pertinentes necessários de serem abordados elevou o nível do encontro.

Em declaração o Presidente da entidade prometeu que o próximo evento que começa a ser desenhado assim que este terminar, deverá ser ainda melhor que este.

O local escolhido foi o Palácio San Miguel, que fica no centro de Buenos Aires a poucas quadras do Obelisco e da tradicional Galeria Pacifico, num local histórico e feito para ser uma obra de arte o que de fato o é, seus adornos nas paredes, lustres e arquitetura fazem do prédio verdadeiro Palácio como o nome anuncia.

A exposição dividida em dois pisos sendo que há um café no piso superior com espaço para bate papo saboreando uma bebida no melhor estilo Portenho.

Os negócio se desenrolam de forma natural, a imprensa sempre presente, presenciei cerca de oito ou dez emissoras para fazer cobertura do evento, numa delas o apresentador convidou Ricardo Péculo – famoso especialista em pompas fúnebres para ser o anfitrião e conduzi-lo aos stands.Ser o anfitrião e conduzi- lo pelo salão.

O evento será encerrado nesta tarde-noite com uma cena as 22 horas onde é aguardado mais de 350 pessoas, o que vem sendo aguardado por todos os participantes como forma de congraçamento entre expositores e empresário.

Neste dia 09 a noite a empresa HECCAR de meu querido amigo Hector, ofereceu a um seleto grupo um jantar – assado – com direito a costela no fogo de chão alem de especiarias locais, tudo muito maravilhoso, servido pelas filhas do anfitrião e seus colaboradores, que alem de amáveis e Cortez.

Festa com musica, show de humor, tango, dança, enfim, alegria descontração e muita união, coisa que deve ser copiada por todos em todos os segmentos. Parabéns a bela família de Hector, não apenas pela festa, mas sim pela demonstração de familiar exemplar que trabalha de forma conjunta em busca de um ideal coletivo.

Nosso Brasil tem muito a compartilhar com nossos irmão da América Latina, mas tem muito a aprender também e uma das coisas que sito é a forma eficiente do trabalho da empresa HECCAR.

Em 2012 haverá o próximo encontro, e confiando na palavra do Presidente será ainda melhor, assim sendo acredito que deverão trabalhar muito, pois este já esta sendo muito bom, recheados de aprendizado, bons negócios e confraternização, estando a superação aliada a muito trabalho e profissionalização do setor como um todo.

Deixo aqui um grande abraço aos já amigos, aos novos amigos que pude fazer durante estes três dias de encontro, desejando que todos tenham muito sucesso em por em pratica as orientações recebidas durante o evento.

Saúdo de forma especial a Direção da Federação Argentina na pessoa do Presidente Bonaccorsi e de seu secretário Lopez, meu grande e especial amigo Ricardo Péculo, Leandro Carrizo, ambos do Instituto Argentino Tanatologia Exequial, a colega Maria Silvina Chilo de Tucuman e Horacio Moreira e a todos os demais que tive o privilégio de conversar e cumprimentar.

Este tipo de evento é que possibilita o crescimento do setor onde trabalhamos.

Saúde e Paz



Paulo Coelho

domingo, 29 de agosto de 2010

A farra do Seguro DPVAT

Entra em pauta na próxima terça-feira (31), no Senado pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), um projeto que poderá destinar aos estados e municípios recursos DPVAT, que é o seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores terrestres.
Atualmente, as seguradoras repassam à União 50% dos valores recolhidos com o seguro - a outra metade custeia as indenizações. A proposta em exame na CAE destina à União apenas 15% desses recursos e divide os 35% restantes com os estados (15%) e os municípios (20%).
A matéria em exame é um substitutivo do senador João Vicente Claudino (PTB-PI) ao PLS 16/2008, de autoria do senador Marconi Perillo (PSDB-GO). No entender de Claudino, os recursos devem ser usados exclusivamente no custeio da assistência médico-hospitalar de vítimas de acidentes de trânsito.
Na defesa da proposta original, que previa 50% para custear as indenizações, 35% para o Fundo Nacional de Saúde e 15% para estados e municípios, Marconi Perillo argumenta que os gastos hospitalares com atendimento e tratamento das vítimas de acidentes de trânsito recaem, em sua maior parte, sobre estados e municípios. Estes dispõem de unidades de saúde destinadas a urgência e emergência.
O autor da proposta observa que, para os estados e municípios, esses recursos representariam contribuição importante ao provimento dos serviços, enquanto que, na esfera da União, constituiriam apenas parcela do custeio da atividade.

NÚMEROS
De acordo com o site oficial do DPVAT, no ano de 2009 , a arrecadação dos Consórcios do Seguro DPVAT, que abrange todas as categorias de veículos: carros de passeio, motos, táxis, veículos de transporte coletivo, caminhões, camionetas, máquinas de terraplanagem e equipamentos móveis em geral (quando licenciados) - foi de R$ 5,409 bilhões, valor correspondente a mais de 42,7 milhões veículos segurados.
Do total arrecadado, 45% foram destinados ao Fundo Nacional de Saúde - FNS, do Ministério da Saúde, conforme dispõe a Lei 8.212, de 1991, alterada pela Lei 9.503, de 1997, e 5% da arrecadação foram destinados ao Departamento Nacional de Trânsito DENATRAN, do Ministério das Cidades, conforme determina a Lei 9.503, de 1997


A questão mais pertinente é a maior transparência quanto a utilização destes valores, seja para repasses ao FNS, DENETRAN ou mesmo para as indenizações.

A arrecadação é farta os gastos de igual forma, contudo a austeridade nos gastos permitem questionar o que de fato ocorre com os valores do DPVAT.

O DENATRAN investe os seus 5% em que campanhas educativas que tenham resultados práticos ao longos destes muitos anos que o sistema existe.

O Ministério da saúde FNS, que fica com quase metade do valor arrecadado, a questão é a transparência da utilização destes valores, quanto fica para questões administrativas e quanto vai para indenização, e se é repassado aos hospitais qual o motivo de hospitais públicos formarem fundações para encaminharem DAMS - Reembolso de Despesas Médicas e Hospitalares, que é recebido pelos hospitais públicos que atendem o SUS através de convenio, e para os particulares através de processos próprios conforme tabela especial do DAMS, ocorre que alem das verbas do SUS, hospitais públicos recebem verbas em dobro através da indenização deste sistema do DPVAT.

A Seguradora Líder do Consorcio DPVAT sabe destas questões e de muitas outras sem fazer nada até a presente data para evitar fraudes tanto na indenização de óbitos, invalidez e despesas médicas.

A quem interessa o aumento das despesas deste sistema, a quem importa o aumento dos acidentes que ocorrem com veículos, motos e pedestres envolvendo os indenizáveis do Seguro DPVAT, me atrevo a dizer que é exclusivamente aos Administradores desta fortuna que é a arrecadação do DPVAT.

Abrir esta caixa preta é fundamental, não basta o parcelamento do seguro como o projeto prevê para as motos, tem que haver revisão no valor cobrado e na aplicação dos recursos auferidos pela arrecadação, muito mais pode ser feito com estes valores, mesmo havendo a diminuição dos valores em 30% do que é cobrado hoje.
Outra questão importante a ser analizada é que o maior número de acidentes com veículos ocorre com carros potentes de última geração e os valores cobrados é dentro de patamar nornal e igual aos veiculos de menor valor, já entre as motos os números mostram que ocorrem em proporção majoritária nas motos de baixa cilindrada, igual ou menor a 250cc, e os valores cobrado destas e das motos maiores é o mesmo. Ocorre que as motos maiores são utilizadas em via de regra por pessoas mais maduras e nos finais de semana, diferente das menores utilizadas por motoboy´s e profissionais de transporte sob duas rodas o que faz automaticamente aumentar o risco de acidentes.
Mas todos estão no mesmo balaio, sendo Extorquidos de forma oficial pelo segmento privado de seguro com autorização do poder público.
Esta farra do DPVAT tem que terminar, tem muitos ganhando de forma irregular das pobres famílias que deveriam ser as beneficiadas por esta indenização.

Saúde e Paz

Paulo Coelho

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

VISÃO DE ADULTO... VISÃO DE CRIANÇA...

Éramos a única família no restaurante com uma criança.
Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos, comendo e conversando.
De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.
Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes.
Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.
Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento.
Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado.
Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, os sapatos.
Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo.
Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.
Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.
Suas mãos começaram a se mexer para saudar..
'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel.
Minha esposa e eu nos olhamos:
'Que faremos?'.
Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'.
Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.
O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.
Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.
Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.
Obviamente, ele estava bêbado.
Minha esposa e eu estávamos envergonhados.
Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.
Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.
Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no Estacionamento.
O velho se encontrava muito perto da porta de saída.
'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem.
Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando.
Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'..
Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem.
Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.
Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.
O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.
Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro, suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.
Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.
Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:
'Cuide deste menino'.
De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'.
Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.
Peguei meu filho e o velho homem me disse:
'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.
Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'.
Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.
Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:
'Deus meu, Deus meu, me perdoe'.
Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de roupa suja.
Eu fui um cristão cego carregando um menino que não o era.

Eu senti que Deus estava me perguntando:
'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele Compartilhou Seu Filho por toda a eternidade..

O velho andarilho, inconscientemente, me recordou:
Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um Menino, não entrará nele.' (Lucas 18:17).
Apenas repita esta frase e verá como Deus se move:
'Senhor Jesus Cristo, te amo e te necessito, entre em meu coração, por favor'.
Passe esta mensagem a algumas pessoas especiais.
Não porque você receberá um milagre amanhã..
Mas porque você recebe o milagre todos os dias...
O milagre de estar vivo!!!
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Estamos prontos para receber a visita mais importante de nossas vidas... ou quando esta chegar nos pegará de qualquer jeito. Dizem que o cavalo passa encilhado apenas uma vez...


Aproveite e aprontem-se todos os dias para sua maior conquista.



Aproveite e apronte-se todos os dias para sua maior conquista.
Saúde e Paz
Paulo Coelho

domingo, 15 de agosto de 2010

Funerária, Hospital, IML, Cemitério, os erros se destacam

Cada dia novo desafio

Empresas que buscam excelência em seus processos diariamente, que tem como a qualidade seu maior objetivo podem de uma hora para outra cometer erros.

Em noticia divulgada pelo sitio R7 da Record, mostrou total infelicidade de uma empresa Funerária com sede na cidade de Porto Alegre, de propriedade de um dos maiores grupos funerários do País com mais de uma centena de empresas espalhadas pelo território nacional.

O fato que chamou a atenção pelo atraso de mais de quatro horas para a chegada do corpo em velório após o horário combinado.

http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/corpo-de-homem-e-esquecido-em-carro-funerario-no-rs-20100812.html no link é possível assistir a reportagem.
http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2010/08/justica-condena-cemiterio-indenizar-familia-por-troca-de-bebes.html - cemitério condenado por troca de bebes acesse e leia a reportagem completa.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/776986-familiares-percebem-troca-de-corpo-durante-velorio-em-franca-sp.shtml - troca de corpo no IML, acesse a noticia na integra.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/746979-hospital-do-rs-e-condenado-a-pagar-r-45-mil-por-troca-de-cadaver.shtml - hospital condenado por troca na entrega de cadaver, acesse na integra a reportagem.

Fatos como este, são comuns, troca de corpo como ocorrido recentemente no IML no interior de São Paulo, no Nordeste, em hospital no RS onde inclusive a instituição de saúde foi condenada a indenizar a família, passam a ser corriqueiros.
Cabe aos empresários rever de forma profissional a sistemática de trabalho e criar fluxos que garantam a eficácia dos processos.
A forma de evitar estas questões e muitas outras como atrasos, prometer e não entregar, cobranças equivocadas, podem ser evitadas com treinamento, muito treinamento.
O investimento neste tipo de procedimento deve ser previsto no custo de todas as organizações que visam o crescimento e destaque dentro do mercado, não há como evoluir sem ter equipe preparada através do treinamento exaustivo dos rotinas.
Outro grande problema esta no “turnover” palavra em inglês que indica o alto fluxo de rotatividade de funcionários dentro da empresa, o que pode prejudicar o treinamento e a criação da cultura da organização, pois dificulta a criação de uma identidade firme possível de perpetuar e deixar marca no mercado.
O motivo pelo qual pode apresentar esta troca constante de funcionários esta ligada diretamente a falta de qualidade na contratação, equívocos na busca do perfil ideal, problema de relacionamento dentro da empresa, e ainda salários e carga horária fora do mercado.
Estes motivos normalmente levam a grande rotatividade se acentuando o problema de relacionamento, onde o respeito e a cortesia com os colaboradores o tempo suficiente para que estes consigam outra colocação e mais uma vez a empresa sai à busca de profissional.
O custo de treinamento básico é muito grande, se comparado a custo de especialização, o que normalmente falta, pois a empresa não consegue juntar grupo suficiente para garantir a especialização por ter sempre que treinar o básico.
Isso quando o treinamento básico não é feito em duas ou três horas, através da informalidade do funcionário mais antigo que também deve ter recebido esta informação de outro colega com a mesma didática. Se questionado sobre esta tática de treinamento, sempre uso uma brincadeira de criança para exemplificar a dificuldade existente nesta forma de passar conhecimento, ainda mais neste segmento tão cheio de detalhes, a brincadeira é o telefone sem fio, lembra, aquela que uma roda ou linha de crianças se forma e a primeira diz uma palavra e diz a seguinte que também repassa a outra até chegar na última criança, o que normalmente chegava uma palavra ou frase totalmente totalmente diferente da proferida pelo primeiro, imagine isso sendo feito dentro das empresas, não pode funcionar!!!
Durante o desenvolvimento de cursos que visavam o aprimoramento de rotinas do sistema de remoção de corpos ao DML, por ocasião do convenio entre o sindicato funerário do RS com o governo daquele Estado, após ser questionado por alguns empresários da necessidade de todos os funcionários passarem pelo curso e não apenas um e este passar a todos, sempre demonstrava esta dificuldade didática, onde passávamos um parágrafo e pedíamos que fosse repassado, nas vinte edições feitas, com cerca de 950 pessoas, nenhuma vez se quer a frase inicial chegou ao final com exatidão.

A fórmula aconselhável é a criação de um manual da empresa, onde as rotinas, metodologias, valores e missão ficam reservados e a cada novo funcionário, é apresentado a este dentro de dinâmica de grupo, reciclando de tempos em tempos com os novos e antigos, buscando a evolução do manual a cada releitura.
Erros ocorrem em todas as empresas, mas somente nas melhores é tratado como possibilidade de aprimoramento de rotinas.
A sugestão a estas empresas que tiveram a infelicidade de cometer tais erros ou equívocos assim como ao IML e Hospital é que revejam suas rotinas, treinem de forma incessantemente para evitar tais questões.
Mas uma coisa é certa, não há mais espaço para amadorismo, todo erro tem seu preço, seja de perda de prestigio, dinheiro ou os dois.
Treinar é preciso!!!

Saúde e Paz



Paulo Coelho