quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Comemoração do dia do Soldado brasileiro

Texto: acessória de comunicação da Câmara Municipal de Porto Alegre
Fotos: Elson Sempé Pedroso -Jornalista/fotográfo Câmara Municipal de Porto Alegre








O período de Comunicações da sessão ordinária da Câmara Municipal Porto Alegre desta segunda-feira (22/8) homenageou o Dia do Soldado, comemorado em 25 de agosto. Militares acompanharam a proposta do vereador Reginaldo Pujol (DEM), que contou com a participação do Comandante Militar do Sul, General-de-Exército Carlos Bolívar Goellner.











Pujol ressaltou a tradição do povo brasileiro e a relação histórica, de glórias e realizações, junto às forças armadas, através de diversas gerações que se sucedem. “A razão que me motivou a prestar essa homenagem ao Dia do Soldado é que, quando falo do soldado brasileiro, estou me referindo a todos os integrantes das Forças Armadas, que em diferentes tempos asseguraram a paz das famílias brasileiras”, elogiou o vereador.



Segundo ele, o Exército está envolvido com as tradições brasileiras, e citou diversos confrontos que a instituição participou ao longo da história do País. Lembrou que a escolha da data para a homenagem foi escolhida pelo nascimento de Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, nascido em 25 de agosto de 1803, filho e neto de militares. “Ele teve uma carreira que honra e engrandece a Nação”, disse Pujol. O vereador ressaltou que a homenagem vai do soldado ao general brasileiro, e justificou que “o Exército tem um compromisso com a sociedade e com a história brasileira”.

O Comandante Militar do Sul, General de Exército Carlos Bolívar Goellner, agradeceu a homenagem, lembrando as origens do Exército Brasileiro, em 1648, na Batalha dos Guararapes. Enfatizou a participação da arma em todos os momentos primordiais da nação, "nãos se afastando um só dia do anseios da pátria". Conforme o General, o Exército cumpre diariamente o preceito constitucional de defender a soberania nacional, sempre buscando se aperfeiçoar.


De acordo com Goellner, são exemplos da diversidade de ações empreendidas as missões do Exército no Haiti e mais 10 países, a ocupação do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, e a defesa das fronteiras, assim como apoio na distribuição de água a 650 municípios do Agreste nordestino. No futuro, segundo o General, o Exército ainda deverá se concentrar na proteção "daquilo que será muito importante: água, minério e biodiversidade".

sábado, 13 de agosto de 2011

Campanha Meio ambiente Sistema FECOMERCIO RS

Reciclar é preciso!
Através deste programa é possível destinar de forma certa o descarte de materiais que se descartado de forma errada, prejudica o meio ambiente.
http://www.fecomercio-rs.org.br/campanharecolhimento/ para maiores informações acessem o link.
Saúde e Paz
Paulo Coelho
 

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Descrédito nos atuais políticos e mandatários de nosso país passa por nossa permissividade!

Isso acontece porque permitimos! Afinal onde estão às pessoas de bem, que não ocupam os lugares na sociedade, que não se candidatam que não estão fazendo a diferença, dando sua contribuição. Enquanto acharmos que cabe aos outros mudarem as coisas, continuaremos no mesmo lugar. Eu tenho responsabilidades, devo por tanto assumi-las e meus amigos e conhecidos que são pessoas de bem, da mesma forma devem fazer. Vamos criar uma corrente do bem, dos que através de sua consciência, trabalho digno, honestidade pode servir de exemplo aos mais novos e mudar esta realidade, a médio longo prazo, sim, pois não se transforma uma sociedade da noite para o dia, não é como ligar uma tomada, é algo que leva tempo, é mudar o comportamento através de valores.
Não é apenas retórica, os bons, que são a maioria devem se manifestar, se engajar na luta por uma sociedade mais fraterna e mais justa. Vamos iniciar escolhendo melhor nossos candidatos, votar e exigir destes, conduta ilibada, trabalho sério, não repetir o voto apenas porque o amigo disse que poderia ser uma boa opção, vamos ver se quem nos representa merece nossa confiança. Somos elefantes que desconhecemos nossa força, que ao estarmos amarrados num barbante desde sempre, acreditamos não ter força para nos libertar, temos que mudar este condicionamento mental e nos unirmos em torno de causas dignas, lutando pela transformação de nossa sociedade, iniciando com nosso Sindico, Associação de Bairro, seguindo por Conselheiro Tutelar, Orçamento Participativo, Vereador, Prefeito, Deputado Estadual, Deputado Federal, Governador, Senador, Presidente da Republica, enfim que nossas escolhas sejam as melhores e se errarmos, que possamos corrigir no próximo pleito, se não estão bem os candidatos, pois que possamos colocar nosso nome para que se qualifique o pleito.
Há de se mudar esta realidade, mas esta mudança parte inexoravelmente de nós, através disto, contaminará positivamente o outro e o outro, isso sim é mudança real.
Quem esta lá, esta porque nós permitimos, assim temos o dever e o poder de mudar esta realidade.

Saúde e Paz

Paulo Coelho

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Campanha do Agasalho SESC RS

Uma bela forma de desapego!!!

Saúde e Paz

Paulo Coelho

Vende-se tudo...

Vende-se tudo...  No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo oque ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos.
O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe,
ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem. Ai que pena!! 
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.
Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigoapenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes.. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa. 
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante.
Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além
disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas. Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.
No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros...

Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.

Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida.... Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas.
Fazia muito frio...
Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.

Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.
...  só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir. 

Martha Medeiros
Jornal Zero Hora de Porto Alegre
Quantas vezes guardamos coisas que não são necessárias, que não utilizamos, apenas por apego, e por pensar que algum dia poderemos ter a necessidade e assim como guardamos tralhas, guardamos também sentimentos, como rancor, ódio, entre outros tão pequeno quanto estes apontados.
Mas assim como nas empresas temos que praticar o 5Ss*, precisamos aprender a fazer também isso na vida pessoal, dispensar o que não é útil, se libertando das coisas que não trazem melhoria a vida.
As mágoas e angustias, decepções, mantendo apenas as boas coisas, como o amor, amizades, e tudo mais que possa ser fator de motivação e bons fluídos, que propicie melhores relações e em última análise melhores relacionamentos.
Carregar na lembrança apenas o que é bom, deixando para trás tudo que de alguma forma prejudica a evolução.
Carregar apenas o que é possível carregar, lembrando que o máximo que pode ser levado para outra vida, por mais dinheiro ou posição social que se tenha, são as experiências e as amizades.
Todo o resto deixamos... como dizem caixão não tem gaveta.
Vamos ser feliz, perdoando e buscando ser perdoado por nossos erros, buscando sempre fazer desta vida mais feliz, carregando menos peso.

Saúde e Paz

Paulo Coelho 


*nota de rodapé
O que é o 5Ss.
  • Seiri (整理): Senso de utilização. Refere-se à prática de verificar todas as ferramentas, materiais, etc. na área de trabalho e manter somente os itens essenciais para o trabalho que está sendo realizado. Tudo o mais é guardado ou descartado. Este processo conduz a uma diminuição dos obstáculos à produtividade do trabalho.

  • Seiton (整頓): Senso de ordenação. Enfoca a necessidade de um espaço organizado. A organização, neste sentido, refere-se à disposição das ferramentas e equipamentos em uma ordem que permita o fluxo do trabalho. Ferramentas e equipamentos deverão ser deixados nos lugares onde serão posteriormente usados. O processo deve ser feito de forma a eliminar os movimentos desnecessários.

  • Seisō (清掃): Senso de limpeza. Designa a necessidade de manter o mais limpo possível o espaço de trabalho. A limpeza, nas empresas japonesas, é uma atividade diária. Ao fim de cada dia de trabalho, o ambiente é limpo e tudo é recolocado em seus lugares, tornando fácil saber o que vai aonde, e saber onde está aquilo o que é essencial. O foco deste procedimento é lembrar que a limpeza deve ser parte do trabalho diário, e não uma mera atividade ocasional quando os objetos estão muito desordenados.

  • Seiketsu (清潔): Senso de Higiene. Em Japones, Seiketsu traduz-se por higiene, no sentido filosofico de "higienismo", ou seja, no sentido do cuidade da higiene prôpria em todos os niveis, diferenciando-se, assim, de Seiso. Muitos tem confundido este senso com normalização,mas normalização é um conceito que pertence ao modelo qualidade, em especial de ISO e outras certificações. Estes modelos de normalização são posteriores ao Programa 5 S. Por isso, o 5 S é considerado o primordio dos Programas de Qualidade.

  • Shitsuke (躾): Senso de autodisciplina. Refere-se à manutenção e revisão dos padrões. Uma vez que os 4 Ss anteriores tenham sido estabelecidos, transformam-se numa nova maneira de trabalhar, não permitindo um regresso às antigas práticas. Entretanto, quando surge uma nova melhoria, ou uma nova ferramenta de trabalho, ou a decisão de implantação de novas práticas, pode ser aconselhável a revisão dos quatro princípios anteriores. 

  • quinta-feira, 21 de julho de 2011

    sexta-feira, 8 de julho de 2011

    Cassino ou Funerária

    Polícia encontra máquinas caça-níqueis em funerária no RS

    Segunda, 04/07/2011 G1.com /Máquinas caça-níqueis estavam escondidas por caixões em funerária no RS (Foto: Brigada Militar/Divulgação)

    Caixões cobriam passagem que dava acesso à sala de jogos, diz coronel. Neta denunciou local à Brigada Militar após avó gastar dinheiro jogando .

    Uma ação da Brigada Militar localizou quatro máquinas caça-níqueis dentro de uma funerária em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre. Segundo o tenente-coronel Alceu Freitas, caixões eram usados para cobrir uma passagem secreta que dava acesso a uma sala onde ficavam as máquinas.
    “Começamos a investigar o local há 20 dias, após denúncias. Inclusive a neta de uma mulher que frequentava o local nos procurou afirmando que a avó gastava todo o dinheiro jogando ali”, diz o coronel.
    “Percebemos uma movimentação estranha, as pessoas entravam e saíam da funerária com uma grande freqüência, sem comprar nenhum caixão. Elas estavam lá para jogar”, afirma o oficial.
    Na operação, realizada no final da tarde de sábado (2), os policiais militares entraram na funerária e apreenderam quatro máquinas de jogos eletrônicos. Uma mulher foi detida.
    A Brigada Militar pedirá à prefeitura de Viamão que verifique o alvará de funcionamento para saber se a empresa realmente vendia caixões ou a funerária servia de fachada para o jogo ilegal.

    Mas porque isso acontece?!
    Alguns fatores que sem a devida observância levam a tais questões.
    Primeira, permissão discriminada de abertura de empresa de prestação de serviço fúnebre, sem que haja controle por parte do poder público para ver se há demanda para tal empresa. Isso gera ociosidade e faz com que as pessoas já não tão bem intencionadas passem a utilizar o tempo livre para maquinar esquemas para faturar algo para pagar suas contas. A atividade principal deixa de ser a prioridade, servindo apenas como fachada para outras atividades, nem sempre lícitas.
    Outra questão é falta de planejamento por pare do empresário ou aventureiro que sem qualquer conhecimento de aspectos administrativos abrem empresas desestruturadas, sem capital iludidos que fazendo dois ou três serviços ao mês ganhariam mais que trabalhando como empregado, desprezando questões de encargos, aluguel, material entre outros inerentes a empresa.
    Mais uma vez o segmento funerário sofre abalo em sua imagem sendo ligado a atos ilícitos praticado por pessoas que certamente entraram pela porta dos fundos neste ramo.
    A ganância é outro fator que contribui na entrada ao mundo do crime e da contravenção, aliada a ansiedade de ver as contas batendo as portas sem ter como pagá-las, evidente que nada disso justifica, mas são questões a serem analisadas dentro do contexto.
    A permissividade do poder público é sem dúvida a questão mais relevante neste tipo de questão, onde o desespero aliado a tendências criminosas por ganância ou falta de caráter aliados levam a pratica de tais atos.
    A punição exemplar destes envolvidos, banido-os do segmento funerário seria uma atitude adequada, se para tanto houvesse lei que assim o permitisse.
    Como neste município, a abertura de empresas é livre, caso esta seja fechada poderá outra ser aberta facilmente, livre comercio é isso, abre-se funerária como se abre açougue ou mercearia. E isso continuará acontecer até que o poder publico municipal tome para si a responsabilidade de organizar este serviço essencial, de caráter público.
    Saúde e Paz
    Paulo Coelho

    segunda-feira, 13 de junho de 2011

    Curso de Tanatopraxia e Serimonial Fúnebre no CEARÁ

    Seguro DPVAT libera estatísticas sobre acidentes no Brasil

    A seguradora Líder do Consórcio DPVAT, responsável por administrar o imposto proveniente do Seguro Obrigatório de veículos no Brasil – conhecido como DPVAT – Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, pago por toda frota de veículo do Brasil, buscando implementar estudos que visem a transparência e a aplicabilidade de gestão em processos eficazes no combate ao grande número de acidentes de transito que vitimam a sociedade brasileira lançou em seu sitio www.dpvatseguro.com.br uma sessão destinada a estatísticas das indenizações pagas. O primeiro relatório traz os meses de Janeiro a Março de 2011.
    Através destes números diversas ações poderão ser tomadas, na busca da diminuição dos números dos acidentes com campanhas educativas visando o cada público alvo, ou seja, onde mais ocorrem acidentes.
    Sabemos muito bem que os números podem ser apresentados de forma que modifiquem a realidade, distorcendo desta maneira o que deve realmente ser combatido, como o relatório traz questões de pagamentos e não o número de acidentes do período, pode que neste, a prioridade de pagamento possa ter sido um em detrimento de outro, por exemplo motos ao invés de ônibus, e com isso poderia ser justificado aumento do valor do imposto a estas em razão daquelas. Tudo é possível, e neste caso mesmo distorcido, não esta sendo passada informação errada, pois o que mais se indenizou foi esta modalidade, o que para evitar tais distorções poderia ser apresentado paralelamente o número real de acidentes por período, e sub relatório das indenizações pagas, inclusive para ter idéia mais precisa do tempo médio de pagamentos.
    Lembramos que o judiciário vem fazendo em todo Brasil mutirões para que a seguradora Líder pague indenizações trancadas a mais de dois anos, o que também pode alterar os números apresentados.
    Mesmo correndo tais riscos quanto os números apresentados, o que entendo ser o mais importante, é que a Seguradora Líder, busca maior eficiência e transparências em suas ações, o que será bom para usuários, empresas seguradoras e sociedade como um todo.
    Torno a reafirmar, o seguro DPVAT é valioso, deve continuar existindo, como obrigatório, mas abrir seus horizontes e ir de encontro as novas necessidades da população brasileira é fundamental.